Bing passa a mostrar como conteúdos são citados por IA no Webmaster Tools

Novo relatório de AI Performance revela a presença de sites em respostas geradas pelo Copilot

A Microsoft anunciou a disponibilização pública, em fase de prévia, do relatório de AI Performance no Bing Webmaster Tools. A nova funcionalidade amplia a visibilidade dos editores sobre como seus conteúdos aparecem e são citados em respostas geradas por inteligência artificial, incluindo o Microsoft Copilot, resumos com IA no Bing e integrações com parceiros. Pela primeira vez, passa a ser possível acompanhar a frequência de citações, os URLs utilizados como fonte e a evolução desse uso ao longo do tempo.

Até então, o Bing Webmaster Tools concentrava seus relatórios em indexação, rastreamento e desempenho nos resultados tradicionais de busca. Com o AI Performance, esses sinais são estendidos para respostas geradas por sistemas de IA, refletindo a mudança no comportamento de descoberta de informação. Nesse contexto, visibilidade deixa de estar associada apenas aos links azuis e passa a incluir a presença efetiva do conteúdo como referência em respostas automatizadas.

Segundo a Microsoft, o lançamento representa um primeiro passo concreto em direção a ferramentas voltadas à Generative Engine Optimization (GEO), conceito que busca entender e otimizar como conteúdos participam de experiências orientadas por IA. O relatório consolida dados sobre citações totais, páginas citadas e consultas utilizadas pelos sistemas de IA para recuperar informações, oferecendo uma visão agregada do papel que um site desempenha nessas experiências.

O painel de AI Performance apresenta uma linha do tempo que permite observar variações na atividade de citações, além de relatórios por URL que indicam quais páginas são mais frequentemente referenciadas. Esses dados não têm relação direta com ranking ou autoridade tradicional, mas ajudam a identificar padrões de uso do conteúdo por sistemas generativos, revelando quais temas e páginas estão sendo considerados fontes confiáveis.

A Microsoft destaca que os insights podem ser utilizados para orientar melhorias editoriais, como aprimorar clareza, estrutura e atualização dos conteúdos já indexados, especialmente aqueles que aparecem com menor frequência em respostas geradas por IA. A empresa também reforça que todas as métricas respeitam as diretrizes definidas pelos próprios editores, incluindo regras expressas em robots.txt e outros mecanismos de controle.

Como parte desse ecossistema, a Microsoft reforça o papel do IndexNow para manter conteúdos atualizados em experiências de busca e IA. Ao notificar rapidamente mudanças em páginas, o protocolo contribui para que versões mais recentes sejam consideradas quando sistemas generativos produzem respostas. Para negócios locais, a empresa também recomenda a manutenção de dados atualizados no Bing Places, de forma a garantir consistência em respostas baseadas em localização.

Com o lançamento do AI Performance, a Microsoft sinaliza um movimento de maior transparência entre sistemas de IA e a web aberta. A expectativa é que, à medida que o relatório evolua, editores e profissionais de SEO tenham instrumentos mais claros para compreender como seus conteúdos são utilizados, citados e atribuídos em um cenário de busca cada vez mais mediado por inteligência artificial.

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