Lisane e Flávia explicaram no primeiro episódio do Otimização Semanal que a OpenAI fez um pedido formal em setembro de 2025 ao Google para usar o índex da busca como base para as respostas do ChatGPT, mas não obteve autorização. Mesmo assim, testes de profissionais como Aleyda Solis indicam que o modelo passou a usar snippets e informações da SERP do Google, via ferramentas terceiras como a SerpAPI, para compor e checar respostas em tempo (quase) real.
Como o Google entra no “motor” do ChatGPT
Segundo o que é discutido no vídeo, o ChatGPT sempre combinou diferentes fontes: Bing, crawlers próprios e parcerias com algumas redes sociais que abriram seus dados para a OpenAI. A novidade é a constatação de que o índice do Google, descrito como uma “grande biblioteca” construída pelos robôs de rastreamento, passou a ser usado como referência adicional para melhorar a qualidade e a confiabilidade das respostas.
As apresentadoras citam uma análise da Ahrefs que mediu a sobreposição entre resultados do Google e respostas do ChatGPT e encontrou menos de 7% de coincidência direta. Para elas, isso mostra que o chatbot não copia a SERP, mas usa os dados do Google como um “double check” para validar e refinar o que o modelo gera com sua própria inteligência.
O que isso significa para SEO
No programa, o recado é que o SEO sai fortalecido: sem conteúdos bem otimizados e bem posicionados no índice do Google, o próprio ChatGPT fica com menos matéria-prima de qualidade para trabalhar. A conclusão é que quem ignora SEO tende a perder espaço tanto nos resultados tradicionais de busca quanto nas respostas dos grandes modelos de IA que hoje se apoiam nesse mesmo ecossistema de informação