Flavia Crizanto

Aprendedora, compartilhando o que descobre no mundo da comunicação, colaboração, facilitação. Navegadora no universo digital.

SEO em 2021: descobrimos qual será a principal tendência deste ano

Entra ano e sai ano e começamos a ver pipocar em nossas timelines, newsletters e páginas de buscas dezenas de texto falando sobre as principais tendências do SEO e também de outras áreas, como: link building, marketing de conteúdo e mídias sociais.

Em 2021 não seria diferente. Afinal, estamos na era em que essas técnicas são extremamente importantes para o mercado, ao mesmo tempo que também estão integradas ao contexto social de todos os usuários da internet.

Por outro lado, existe um pouco de banalização na distribuição desse tipo de informação. É o momento em que alguns editores de blogs e sites buscam pelos conteúdos do ano anterior e repassam para o redator a missão de atualizar os títulos e dar uma requentada no texto com algumas informações novas. E como não pode deixar de ser, aquela mudança na title da página de 2020 para 2021

Claro que esse artigo não é uma crítica às atualizações de informações. Pelo contrário, conteúdos agregados com informações relevantes são sempre úteis e necessários. Mas não gostaríamos de deixar de lado o fato de, muitas vezes, fazermos isso pelos algoritmos e não com uma intenção genuína de levar informação úteis aos leitores.

Saiba qual será a principal tendência do SEO em 2021

ilustração de notebook com uma lupa na tela representando busca
fonte: freepik.com

A resposta é: o SEO não vai mudar.

Simples assim. Se você está convencida sobre isso pode, inclusive, terminar este post por aqui. Mas caso queira saber um pouco mais do que nos levou a essa conclusão, esse post vai abordar:

  • Os princípios básicos do SEO.
  • Surgimento de inovações.
  • O papel do usuário na estratégia de SEO

Para começar esta reflexão, cabe-nos dar o crédito a quem nos trouxe essa provocação. Foi uma postagem no Twitter do Ian Lurie:

Basicamente, ele reforça que o SEO continua a ser importantíssimo para uma estratégia de marketing, mas não mudou. Apenas encontramos novas maneiras para descrever velhas estratégias, para nos sentirmos importantes.

O recado principal é: fazer SEO ainda é focar em três pontos básicos. Antes de se preocupar com as tendências de qualquer ano, 2021, 2022, 2023, tenha certeza de que compreendeu os princípios básicos dessa área.

Os 3 princípios fundamentais do SEO

vetor de uma barra de busca com uma lupa
fonte: freepik.com

 

Em 2015, o especialista Barry Adams também escreveu um artigo abordando este tópico sobre os 3 pilares do SEO e, ao lê-lo em hoje, é possível perceber o quanto ainda está atual. Abaixo retomamos esses princípios.

Visibilidade

Essa é ponto que que também escutei algumas vezes do Caio Lemos, um dos melhores profissionais de SEO que já conheci,  “em SEO sempre devemos nos perguntar e procurar entender como os algoritmos do Google estão enxergando um site e suas páginas.”

É por esse caminho que Lurie também vai. Ele reforça que vai existir algo de errado se algum mecanismo de pesquisa:

  • Acessar seu site e imediatamente sair de lá.
  • Acessar o seu site, mas não conseguir compreender a estrutura.

As ações que tomamos e pesquisamos com base nessas questões é o que podemos chamar de SEO técnico. 

Relevância

O Google ou qualquer outro buscador consegue entender sobre o que o seu site está falando? Esta é uma pergunta que sempre deve ser feita para quem deseja trabalhar a relevância de um site. Nesta etapa, o SEO se integra ao conteúdo para conseguir informar aos motores de busca qual é o contexto de uma página e de um site.

A atenção deve estar no fato de que não é entulhando seu conteúdo com inúmeras palavras-chave e alcançando a tal densidade que você vai conseguir passar essa informação para os buscadores. Pense sempre sobre a melhor forma de passar aquilo que você quer dizer em sua página e em como falar.

As decisões tomadas nessa etapa podem ser chamadas de SEO Semântico.

Autoridade 

Outras pessoas e sites te dão alguma credibilidade? No SEO isso importa e muito. E uma das maneiras de você encontrar essa resposta será pensando em backlinks. Ian é categórico ao dizer que podem até existir outros sinais de autoridade, mas são os links que fazem o mundo girar.

O cuidado que se deve ter nessa etapa é não se iludir com estratégias simplistas e automatizadas. Conseguir links exige planejamento e um profundo entendimento de métricas de link building. Essa é a etapa que mais costuma ser desprezada pelo profissionais técnicos, mas acredite, ignorá-la pode ser um grande erro.

Caso queira saber mais sobre o assunto recomendamos este post:

SEO: saiba o que é autoridade de um site

Universos das buscas: tudo novo de novo?

vetor de uma mulher preocupada em frente ao notebook
fonte: freepik.com

Não. Os mais diversos especialistas são categóricos em afirmar que a base do SEO continua sendo a mesma. Algumas informações podem te ajudar a concordar com isso:

  • Tratamos as marcações Schema como algo novo, mas ela existe há mais de 10 anos.
  • LSI (Latent Semantic Indexing) também está sendo trabalhada há mais de 10 anos.
  • Vídeos são populares no marketing digital há um bom tempo, basta pensar que o Youtube está sendo utilizado há aproximadamente 15 anos, logo sempre esteve no radar de quem elabora uma estratégia pensando em autoridade e relevância.
  • Pesquisa por voz não é uma outra interface, então ela não irá mudar as regras dos buscadores.
  • Atualizações nos algoritmos como o Rankbrain não mudaram o trabalho dos profissionais de SEO e espera-se que o Core Web Vitals também não altere a disputa, afinal pensar em UX não deveria ser considerado uma ação revolucionária.
  • Mesmo com todas as alterações da SERP no decorrer dos anos, a estratégias SEO´s possuem a mesma base.
  • Estrutura e linkagem interna sempre foram importantes e ainda são.

O que realmente muda para o profissional de SEO?

ilustração de uma mulher pensativa sobre tecnologias
fonte: freepik

O comportamento do usuário ao ser impactado pelas transformações tecnológicas. Não devemos nos esquecer que a missão dos buscadores é entregar a cada pesquisa a melhor resposta, de forma útil e relevante. A do Google especificamente é “organizar as informações do mundo, tornando-as acessíveis e úteis.”.

Por isso, o foco do profissional de SEO deve ser:

  • Entender como os sites funcionam e podem ser aprimorados.
  • Entender como os buscadores funcionam.
  • Entender o que as pessoas desejam.

Como dica para entrar nesse universo, vale inclusive checar um filme lançado pelo Google chamado “Trillions of Questions, No Easy Answers: A (home) movie about how Google Search works”

Para quem quiser um vídeo mais curtinho:

Concentre-se em questões como: o que não fazer?

ilustração de uma página com sinal vermelho de proibido
fonte: freepik.com

Após abordamos o tópico de forma a mostrar que a base do SEO continua a mesma e que em 2021 você não vai precisar fazer tantas coisas diferentes, como alguns artigos fazem parecer, você pode estar se perguntando: mas não preciso mudar nada?

Claro que sim. Se o Google se readapta, você também vai precisar. Vamos lembrar que estamos falando de uma empresa que completa 22 anos neste ano de 2021. Apesar de a base ser a mesma, cada profissional de SEO busca as suas estratégias para alcançar as melhores posições e algumas delas vão ficando defasadas como:

  • Keyword stuffing.
  • Automatização de backlinks.
  • Toda e qualquer tática de spam.
  • Abertura excessiva de páginas para palavras-chave de um mesmo contexto.
  • Utilização exagerada de palavras-chave exata em textos-âncoras dos hiperlinks.

Agora que conseguimos conversar sobre os pontos que nunca devem ser esquecidos, podemos abordar alguns assuntos que serão mais debatidos no cenário do SEO nos próximos meses e para os quais você deve olhar e executar suas estratégias, sempre pensando nos princípios fundamentais do SEO.

Recomendamos o “Guia de SEO” para você se aprofundar e entender tudo o que você precisa saber sobre Search Engine Optimization. Clique na imagem abaixo para baixar o e-book:

baixar guia SEO

 

Core Web Vitals – o mais novo fator de ranqueamento do Google

vetor da logo do Google
fonte: freepik.com

A cada anúncio feito pelo Google de atualização do algoritmo, os profissionais de SEO ficam apreensivos. Afinal, o impacto no ranqueamento dos sites pode significar perda de posições e, consequentemente, acessos e dinheiro.

O anúncio do Core Web Vitals foi realizado em novembro de 2020, com bastante antecedência para que todos tivessem tempo suficiente para se adequar às boas práticas exigidas para esse fator.

Por isso, você deve ter visto esse item nas principais previsões para o SEO em 2021. Mas a pergunta que todos estão fazendo é: o que fazer?

Basicamente, o foco dessa nova atualização estará na experiência do usuário e o Google está permitindo que você tenha acesso a todas as análises e recomendações para o seu site.  “O benefício imediato será uma experiência melhor para os usuários que visitam seu site, mas, a longo prazo, acreditamos que trabalhar para um conjunto compartilhado de métricas e limites de experiência do usuário em todos os sites será fundamental para manter um ecossistema da web saudável “, cita FAQ publicada pelo Google. 

De forma resumida, você deve se atentar a 3 sinais:

1. Largest contentful paint (LCP)

LCP (maior exibição de conteúdo, em português) é um item que vai avaliar basicamente a rapidez que uma página carrega o maior elemento de conteúdo visível na janela de visualização, desde a solicitação do URL pelo usuário.

O LCP será influenciado pelo pelo tempo de renderização, tamanho de  imagens, vídeo e texto na janela de visualização. Itens como o servidor, CSS, JavaScript podem impactar diretamente nessa performance.

2. Cumulative layout shift (CLS)

O CLS (mudança de layout cumulativa, em português) vai mostrar o quanto o layout da página muda durante o carregamento. Uma pontuação que vai de 0 a 1 será dada, em que zero significa ausência de deslocamento e 1 significa o maior deslocamento

Na prática situações como, ao carregar uma página clicamos em um botão e no último segundo ele muda e clicamos em outra coisa, serão consideradas como ruins no CLS.

De acordo com Cyrus Shepard, da MOZ, o principal motivo pelo qual os itens de uma página não são estáveis ​​é que os tamanhos das imagens geralmente não são definidos. Portanto, se você tem uma imagem com 400 pixels de largura e altura, eles precisam ser definidos no HTML. Existem outros motivos também, como animações e coisas assim.

3. First input delay (FID)

A terceira coisa dentro dos fatores do Core Web Vitals é  a latência da primeira entrada (FID). Esta questão basicamente pergunta qual é o tempo entre a primeira interação do usuário com sua página (como cliques em links, toques em botões e assim por diante) e o momento em que o navegador responde a essa ação.

Colocando de forma prática, quando um usuário clica em algo, um botão ou um evento JavaScript, quão rápido o navegador pode começar a processar isso e produzir um resultado? Isso pode depender do seu JavaScript e do código de terceiros.

Core Web Vitals x outros fatores de ranqueamento

Apesar da grande preocupação desse sinal de classificação em comparação com os demais (compatibilidade com dispositivos móveis, navegação segura, segurança HTTPS, etc.), o Google parece apontar que o Core Web Vitals terá menos peso do que os fatores relacionados à satisfação de busca dos usuários.

De forma mais direta, conteúdos de qualidade continuam a ter um peso significativo nos resultados de SEO. “A experiência da página é apenas um dos muitos sinais usados ​​para classificar as páginas. Lembre-se de que a intenção da consulta de pesquisa ainda é um sinal muito forte, portanto, uma página com uma experiência de página inferior ainda pode ter uma classificação elevada se tiver um conteúdo excelente e relevante”.

AMP volta a ser uma aliada

vetor de um smartphone mostrando um feed
fonte: freepik.com

O AMP é a sigla para Accelerated Mobile Pages. É uma estrutura HTML, feita originalmente pelo Google, só que com código aberto. O objetivo principal foi o de criar paginas para a web para dispositivos móveis que pudessem carregar de forma rápida e com boa experiência para o usuário.

Inicialmente, AMP era um requisito fundamental para uma página aparecer nos cards de principais notícias do Google (Top Stories). Entretanto, essa exigência caiu por terra e páginas com uma boa performance e usabilidade passaram a ser exibidas.

Mas tem um detalhe que vale a sua atenção. Estar de acordo com os critérios do Core Web Vitals será um item fundamental para conseguir estar nos Top Stories. Logo, se você não conseguir adequar seu site a esse fator, vale a pena investir no AMP.

Conclusão

As práticas de SEO não mudaram, mas os buscadores se aprimoram para atender a evolução dos usuários e das tecnologias. Em 2021, os bons profissionais devem seguir focando em um trabalho que siga as boas práticas do Google, assim como a sua lógica de funcionamento.

Acreditar que haverá uma ação específica que irá te levar rumo ao topo só trará frustração, afinal o SEO visa atender aos mais de 200 fatores de ranqueamento do maior motor de busca do mundo.

Jornada do consumidor: mais confusa do que você imagina

Esse é um teste para você que trabalha com Marketing de Conteúdo ou Inbound Marketing.

Diga quais são as etapas da Jornada do Consumidor (antes de responder, é melhor ler até o final).

Para começar essa conversa, vale reforçar que qualquer pessoa que trabalhe com Marketing precisa entender a Jornada do Consumidor, que nada mais é do que o mapeamento do caminho percorrido pelo cliente até a tomada de decisão de compra.

No vídeo abaixo do nosso curso de SEO para jornalistas, você pode ouvir uma breve explicação.

A base está toda aí. Se você quer refletir e aprender mais sobre esse processo, vai encontrar neste artigo:

  • Modelos de mapeamento da jornada do consumidor no Marketing;
  • As etapas da jornada do consumidor mais utilizada atualmente;
  • O novo modelo de jornada do consumidor trazido pelo Google;
  • A importância da economia comportamental na elaboração da jornada do consumidor.

Entretanto, podemos começar por pensar que se não atualizarmos nosso pensamento sobre o percurso do consumidor, vamos acabar explicando o comportamento do século 21 com modelos do século 20.

Agir assim não daria certo simplesmente porque com o aumento do universo de escolhas – trazido principalmente pela internet – e com uma maior complexidade nas tomadas de decisão, houve uma mudança profunda no cenário do comportamento do consumidor.

Jornada do consumidor

Jornada de compra seu processo histórico de construção de modelos

Não é de hoje que os profissionais do Marketing buscam entender qual é a trajetória de seus clientes até a decisão de compra. Estamos aqui, neste momento, nos perguntando: será mesmo um conjunto de etapas lineares como costumamos propagar por aí?

Essa é uma questão que tem desafiado profissionais desde o século XIX.

Em 1898, um primeiro modelo – muito utilizado até hoje – foi criado pelo publicitário Elmo Lewis, o AIDA. Nele, Lewis destacou os estágios cognitivos pelos quais um indivíduo passa durante o processo de compra de um produto ou serviço.

A: Atenção

I: Interesse

D: Desejo

A: Ação.

Modelo AIDA no Marketing

Se você atua em Marketing ou Publicidade e nunca ouviu falar desse modelo, volte uma casa e comece essa pesquisa já.

Mais aprendizados e descobertas sobre a jornada do cliente

 

Desde o surgimento do modelo AIDA, o conceito foi se desenvolvendo e se adaptando às novas realidades sociais. Veio a ideia de funil (William Townsend, 1924), o Momento da Verdade (Jan Carlzon, 1986) e algumas outras propostas como:

  • DAGMAR (1964): Russell Colley adicionou um importante estágio de pré-consciência ao modelo de funil.
  • ATR-N (1997): modelo criado por Ehrenberg que enfatiza a importânica da experiência e interação pós-compra.
  • Primeiro e segundo momento da verdade (2005): A.G. Lafley se baseia no modelo de Jan Carlzon. Ele distinguindo entre olhar para o produto e então usá-lo e define como primeiro e segundo momento da verdade.
  • A jornada do consumidor McKinsey (2009):  o chamado estágio de “avaliação ativa” da McKinsey atualiza a tomada de decisão, refletindo como um processo menos linear e ativo. O modelo apresenta o “ciclo de fidelidade”.
  • ZMOT (2011): O Google amplia os conceitos de Carlzon e Lafley e traz o momento zero da verdade, que é quando começamos a aprender sobre um produto ou serviço.

Não podemos deixar de lado as pesquisas do pai de Marketing, Philip Kotler. Ele foi responsável por elucidar melhor os conceitos de:

  • Marketing 1.0: centrado no produto.
  • Marketing 2.0: centrado no consumidor.
  • Marketing 3.0: centrado no ser humano (colaboração, cultura e espiritualidade).
  • Marketing 4.0: centrado na conexão.

A partir da constatação que as nossas decisões não tomadas só com bases em nossas decisões, mas também influenciadas por nossas relações, Kotler desenhou destacou a trajetória dos caminhos do consumidor em um mundo conectado, que conta com as seguintes etapas:

  • Assimilação: os consumidores são passivamente expostos a informações.
  • Atração: os consumidores processam as mensagens, criando memória de curto prazo ou ampliando as memórias de longo prazo.
  • Arguição: os consumidores pesquisam ativamente, obtendo informações adicionais de amigos, familiares, mídia e/ou direto com as marcas.
  • Ação: os consumidores decidem comprar e interagir.
  • Apologia:  os consumidores podem desenvolver uma sensação forte de fidelidade à marca, comprando novamente ou se tornando advogados da marca.

Todos esses estudos e pesquisas nos ajudaram a chegar em uma estrutura que se popularizou bastante nos últimos anos entre os profissionais de Marketing de Conteúdo e Inbound Marketing.

E, por isso, aqui volto a perguntar?

Quais as etapas da Jornada do Consumidor quando elaboramos uma estratégia de Marketing de Conteúdo?

Basicamente, quando falamos sobre Inbound Marketing e Marketing de Conteúdo usamos um modelo de jornada com 3 etapas:

Etapas da jornada do consumidor

  • Conhecimento/descoberta: o momento em que o seu potencial cliente está enfrentando ou expressando sintomas de algum problema ou questão.  Por causa disso, ele inicia uma pesquisa educativa para tentar ter uma compreensão mais clara do que está acontecendo para enquadrar e dar nome ao seu problema.
  • Consideração: a fase da consideração é quando o consumidor claramente definiu qual o seu problema ou oportunidade e está disposto a pesquisar todas as possibilidades e métodos para resolver o problema ou oportunidade definida
  • Decisão: etapa na qual o consumidor está decidido quanto à estratégia, método ou abordagem da solução. Neste momento, ele geralmente lista todos os fornecedores disponíveis ou produtos aptos a resolver a questão. Para tomar uma decisão, ele continuará a pesquisar, até conseguir checar todos os fatores necessários para decidir onde e como realizar a sua compra

Atenção! Cabe ressaltar que você pode encontrar variações com mais etapas, mas ideia central é a mesma.

Os caminhos mutáveis da jornada do seu cliente

Após mergulharmos em todos os modelos acima, tendemos a pensar em um percurso de jornada e inferir que ela ocorre sempre dentro do mesmo processo. É aí que corremos o risco de de cair na armadilha de colocar tudo dentro de caixinhas fixas, quando planejamos e executamos uma estratégia de Marketing de Conteúdo.

O que não faz nenhum sentido, já que uma certeza que temos é de que estamos em uma estrutura de rede e muita fluida. Podemos navegar por diferentes espaços, em um constante ir e vir.

Concentrar-se somente na jornada, pode resultar em uma lista de pontos de contato que as pessoas atingem ao longo do caminho para a compra. “Mas, enquanto essas listas oferecem informações valiosas sobre os lugares que as pessoas vão durante sua jornada on-line, elas podem não abordar uma questão igualmente importante, que é entender por que um comprador acabou tomar a decisão que tomaram.” (Decoding Decisions –  Making sense of the messy middle –  Think With Google)

Aceite, a jornada é  mais complexa e confusa do que imaginamos

Marketing in the messy middle

Em agosto deste ano, o Think With Google divulgou uma pesquisa na qual Alistair Rennie e Jonny Protheroe, que trabalham na equipe de insights da companhia, mostraram como as decisões de compra são mais complexas do que imaginamos e se parecem com a imagem abaixo:

A complexa jornada do consumidor

Os pesquisadores chamaram de um processo de marketing em um meio bagunçado (Marketing in the messy middle). E um ponto importante que deve ser destacado é: mais do que saber o caminho trilhado pelo consumidor, devemos responder a uma outra pergunta: como os consumidores decidem o que querem comprar e de quem querem comprar?

O processo se parece muito mais com isso aqui:

Modelo de jornada do consumidor do Google - Jornada complexa messy middle

O estudo mostrou que as pessoas tomam decisões de maneira confusa e as etapas de compra estão muito longe de serem um processo linear. Em meio a essa complexidade, duas formas de o consumidor se comportar se destacam:

a exploração, que é uma atividade expansiva, e a avaliação, uma atividade redutiva.

De acordo com os pesquisadores, as pessoas circulam entre esses dois modos até tomarem uma decisão de compra, muitas vezes influenciadas por vieses cognitivos.

  1. Análises heurísticas: Descrições curtas de especificações-chave dos produtos podem simplificar as decisões de compra.
  2. O poder do agora: Quanto mais tempo a pessoa espera por um produto, mais fraca se torna a proposta.
  3. Confirmação social: Recomendações e comentários de outros podem ser bastante persuasivos.
  4. Viés de escassez: Quanto mais se reduz o estoque ou a disponibilidade de um produto, mais desejável ele se torna.
  5. Viés de autoridade: Ser convencido por um especialista ou uma fonte confiável.
  6. O poder do gratuito: Um presente gratuito junto de uma compra, mesmo que sem qualquer relação, pode ser um grande motivador.

(Fonte: Think With Google)

Cada um desses vieses tendem a impactar o consumidor que está todo o tempo exposto a diferentes estímulos. E mais do que isso, indo e voltando nessa jornada sem começo, meio e fim.

Conclusão

Não dá para pensar o Marketing de Conteúdo sem olhar para os processos de tomada de decisão sob a ótica das ciências comportamentais. Mais do que nunca, elas são ferramentas poderosas para conquistar seu consumidor em essa jornada tão confusa.

Modelos e fórmulas prontas podem nos ajudar em um primeiro momento. Mas, muitas vezes, nos deixam apenas na superfície. Para conseguir resultados significativos para sua estratégia será necessário entrar na caótica mente do cliente.

Por isso, volto a perguntar:

Qual a jornada do seu cliente?

A história de link building e sua importância para a construção de backlinks

A internet não foi sempre do jeito que a gente conhece hoje. Seja na quantidade de sites presente na rede ou na sofisticação com a qual eles são construídos. A verdade é que o processo de desenvolvimento de inteligências por trás das telas dos computadores é contínuo – e não parece que vai parar tão cedo. Foi assim com o link building, técnica utilizada no SEO off-page para desenvolver o relacionamento entre sites e, com isso, conquistar a atenção e certa admiração dos algoritmos do Google.

O que há algum tempo atrás era tiro e queda para construir autoridade on-line, hoje pode trazer o efeito contrário.

No artigo de hoje, vamos passear pela história do Link Building (sim, essa técnica já é antiga a ponto de ter uma história!). Você vai ler:

  • Links: a essência da internet
  • Como surgiu o link building
  • A evolução do link building
  • Como é o link building agora?

Links: a essência da internet

ilustração de personagens com características femininas e masculinas interagindo com símbolos de elementos do universo digital
fonte: freepik.com

A maioria dos usuários não percebe, mas todo o conceito da internet está em torno nos hiperlinks. Quando abrimos nosso navegador e digitamos aquilo que queremos assistir, ouvir ou ler, em uma fração de segundos surge na tela uma lista de opções para que a gente clique naquele que melhor nos atende. Mas nem sempre foi assim. Houve uma época, há uns 20 anos, em que a quantidade de sites não era tão expressiva quanto é hoje. A necessidade de organizar esses resultados e de definir uma hierarquia surgiu quando os buscadores, como o Google, entraram na história. Para entender o funcionamento dos buscadores e, com isso conseguir posições mais elevadas no rankings de resultados de busca, surgiu o SEO – Search Engine Optimization. E, dentro das técnicas de SEO, foi sendo desenvolvido o Link Building. Não é por acaso que abrimos esse tópico afirmando a importância dos links.

Como surgiu o link building?

ilustração de duas páginas de um site conectadas pelo símbolo de link, como se fosse um elo de uma corrente, representando link building
fonte: freepik.com

Não demorou muito para que os donos de sites entendessem que era preciso criar relacionamentos com outros domínios para que mais pessoas pudessem chegar até eles. Links são portas de entrada de tráfego. Um usuário de internet, para chegar até um site específico, só tem duas opções:

  • Digitar a URL na barra de endereço do navegador;
  • Clicar em um link que está na lista de um buscador ou em algum outro site onde ela já se encontra navegando.

Com esse raciocínio em mente, os webmasters costumavam construir estratégias visando o maior nível de direcionamento possível, sem se atentar demais à experiência dos usuários. Eram táticas de fácil execução, baixo custo e que rendiam um resultado bastante expressivo. Hoje em dia, grande parte dessas ações é considerada spam ou Black Hat.

A evolução do link building

ilustração de laptop conectando a 3 páginas suspensas
fonte: freepik.com

O Google não é uma estrutura fixa. Há muita gente trabalhando para que o usuário final – aquele que compra produtos e serviços – tenha uma experiência gratificante, encontrando aquilo que procura. E os critérios que eles usam no desenvolvimento dos algoritmos que filtram e organizam os resultados também foi se tornando mais sofisticado com o passar do tempo. É claro que eles não deixariam de analisar outros aspectos dos backlinks além da quantidade. Qualidade e consistência também são valores importantes para o gigante das buscas. Veja a seguir as estratégias que funcionavam no Link Building de outras épocas:

  • Início dos anos 90: Na era Yahoo, lotar um site com palavras-chave era o suficiente para chamar a atenção. Não importavam contexto, necessidade ou senso de oportunidade: quanto mais palavras-chave, melhor.
  • 1998: O Google começa a assumir a dianteira como buscador mais utilizado e lança o algoritmo baseado em PageRank. Surge o primeiro esboço de organização e ranqueamento de resultados. Uma revolução.
  • A partir de 2000: Os links começaram a ser vistos como algo de valor, mas o Google ainda não era capaz de avaliar os métodos de obtenção de backlinks. Era fácil enganar o algoritmo com links em diretórios ou sites “fantasma”, sem conteúdo algum.
  • De 2010 em diante: O Google finalmente entendeu que era preciso antever as manipulações, que se tornavam cada vez mais automatizadas. O controle de qualidade começou a se tornar cada vez mais sofisticado e humanizado.

Como é o link building agora?

ilustração de uma mão segurando lupa em uma tela de computador com uma página de site aberta e outras ao redor, exemplificando a relação do link building com SEO
fonte: freepik.com

Humanização. Essa é a palavra-chave em um momento em que a maioria das pessoas vive uma relação estreita com seus dispositivos eletrônicos. Para conseguir sucesso em uma estratégia de link building em 2020 é preciso entender que há pessoas por trás da tela e se concentrar em oferecer um bom conteúdo a elas. Link Building é um processo de longo prazo, como qualquer relação de confiança. É preciso substituir a ânsia de obter resultados rapidamente por meio da manipulação de um sistema pela paciência em construir um resultado que vem do merecimento de saber jogar o jogo. É o Google quem dita as regras! As agências de backlinks e seus profissionais unem a tarefa de entender o que agrada o algoritmo ao mesmo tempo que criam um conteúdo relevante e distribuem nos locais onde ele tem maior chance de ser bem aceito. O resultado é orgânico, como o crescimento de uma planta que é regada no tempo certo.

O que aprendemos sobre link building e backlinks até aqui?

O ano de 2020 ficará marcado não só pela pandemia Covid-19, mas também por toda transformação provocada por ela. O mercado digital talvez tenha sido um dos que – apesar de todo o contexto extremamente delicado – acabou se beneficiando e também passou por uma rápida adaptação dos profissionais e empresas. As áreas dedicadas ao SEO aqueceram. Aparecer nas primeiras posições do Google passou a ser o objetivo de muitos negócios digitais. Com isso, as estratégias de link building também ganharam atenção e estão amadurecendo. Entretanto, ainda existem aquelas pessoas que desejam pegar um atalho para se beneficiar dos grandes resultados que os backlinks são capazes de gerar. Cabe a nós da Experta Media lembrar que os algoritmos do Google (o mais utilizados pelos consumidores) estão cada vez mais inteligente e capazes de identificar estratégias que não seguem as suas diretrizes. Consequentemente, não trazem resultados. O objetivo deste post é promover um debate e uma reflexão sobre como as estratégias de link building estão sendo utilizadas pelos profissionais do marketing digital por meio da abordagem dos seguintes tópicos:

  • Por que é importante aprender sobre os links antes de fazer link building.

  • Os riscos da utilização de ferramentas para criar backlinks automaticamente

  • Cuidados na hora de selecionar sites para fazer backlinks

  • O que vale a pena analisar quando queremos aumentar a autoridade de domínio.

Vamos lá?

Antes das técnicas de link building deve vir o conhecimento sobre o universo dos links

ilustração de pessoas representando nicho de site
fonte: freepik.com

Essas são algumas das perguntas que todo profissional do marketing digital deveria fazer antes de começar uma estratégia de link building.

  • Por que é importante fazer link building?

  • Qual o motivo do Google usar backlinks como fator de ranqueamento?

Esse primeiro passo poderia evitar que muitos profissionais e empresas começassem uma busca desenfreada por backlinks provenientes de qualquer fonte ou domínios de referência ruins. É por meio de questionamentos e do conhecimento que as melhores decisões podem ser tomadas e os bons resultados alcançados. Fazer Link building exige que você saiba quais páginas do seu site realmente devem ser trabalhadas em determinado momento e contexto.

Afinal, por que os links são importantes para um site?

Porque os links são essências da web. São eles que nos permitem navegar entre páginas, formar e explorar uma verdadeira rede. Dentro desse cenário, se o hiperlink existe é porque há um importante motivo, que vai além de nos levar de uma página a outra. Todo o sistema construído em torno dos links é chamado de link graph. Em um artigo escrito por Roger Montti no portal Search Engine Journal é possível conferir uma excelente analogia para explicar a importância dos links e dos backlinks. Ele nos mostra que, assim como a gente pode mapear uma cidade ou um país por meio das estradas que se ligam, o mesmo pode ser feito entre os sites, criando um grande mapa de links. O Google também utiliza o link graph para descobrir, rastrear e, consequentemente, classificar sites. Aqui voltamos na importância de se ter esse conhecimento quando você for executar uma estratégia de link building. O mapa que você constrói – e ajuda a construir – precisa ser o melhor e mais consistente possível. Cabe ressaltar que a decisão de o Google ranquear um site em uma determinada posição não depende somente do mapa de links. Existem outros fatores que também são levados em consideração, como a qualidade dos conteúdos e os fatores técnicos de um site. Mas, compreender a razão da existência e a missão mais ampla dos backlinks é o ponto inicial para você também saber como executar uma estratégia de link building de qualidade.

Processos automatizados de link building são perigosos

aviso de atenção em uma tela em um popup
fonte: flaticon.com

Se você está automatizando o seu processo de link building você pode estar perdendo tempo e dinheiro. Criar links por meio de ferramentas, que apenas trazem sites estranhos e de origem duvidosa, pode te levar a simplesmente não obter qualquer resultado. Para não ser tão radical nessa afirmação, pode ser que, em um primeiro momento, estratégias desse tipo possam trazer alguns resultados nos primeiros dias ou semanas. Mas a tendência é que em um médio prazo esse tipo de estratégia não se mantenha e outros sites de mais qualidade ocupem as posições mais privilegiadas. O próprio Google, por meio de seus profissionais, já se manifestou sobre como o buscador entende os backlinks gerados automaticamente. Na maioria das vezes, ele consegue reconhecê-los e não os leva em consideração. Segundo o webmaster do Google John Mueller, a identificação é fácil porque eles possuem um padrão de vínculos. Em casos mais extremos, pode haver uma punição.

Cartas marcadas no link building devem ser questionadas

ilustração de um escritório com pessoas trabalhando
fonte: freepik.com

Depois que parte do mercado percebeu que as ferramentas de automação não são tão efetivas e não trazem resultados como esperado, a tentativa de de conseguir um atalho mudou. Atualmente, serviços de link building são comumente oferecidos por meio de fazendas de links ou com a oferta de uma planilha com sites para fazer backlinks. As fazendas de links são sites intencionalmente construídos para gerar backlinks para outros sites. Geralmente, quando estamos procurando por esse tipo de serviço, é muito comum receber propostas que geralmente vem em uma lista pronta e definida na qual podemos escolher de onde receber os backlinks. Costumamos dizer que essa é uma versão da automação de links, só que feita por pessoas e não por ferramentas. Quem opta por esse recurso, acaba por comprar uma estratégia limitada, feita por cartas marcadas, além de correr o risco de um concorrente percorrer facilmente o mesmo caminho. Nos grandes eventos mundiais, como o SMXNEXT 2020, profissionais experientes e reconhecidos da área foram categóricos em afirmar que cada vez mais a estratégia de cartas marcadas se torna ineficaz. Sairá na frente quem for capaz de produzir páginas de conteúdo realmente úteis e promovê-los com eficácia.

Abandone a obsessão por métricas de autoridade de domínio

ilustração de personagem com características masculinas sentado em uma escrivaninha interagindo com 4 telas um páginas de sites abertas
fonte: freepik.com

Quando aprendemos sobre link building, um dos primeiros conceitos que temos contato é o das métricas de autoridade de domínio. Por isso, a tendência é que passemos a buscar incessatemente por backlinks com autoridades de página ou de domínio muito altas. Muitos podem não concordar, entretanto o objetivo deste post é mostrar a experiência que estamos tendo nos últimos anos e é com base nelas que fazer essa afirmação: não foque com tanta veemência nesses números. A autoridade domínio e autoridade página são métricas criadas por empresas, como o Ahrefs, Moz, SEMRush e Majestic. Além de elas não serem ferramentas oficiais do Google, existe a possibilidade de manipulá-las É muito comum em nosso dia a dia nos depararmos com sites alta de autoridade domínio alta, mas sem tráfego e com baixa qualidade de conteúdo. Ou seja, confiança zero. Cada vez mais se torna evidente que é muito melhor obter links que realmente foram enviados de forma natural para o um site, mesmo que os backlinks tenham uma autoridade mais baixa. Aqui, vale aquela velha máxima do SEO: é muito melhor transferir toda essa energia de obsessão por domínios de autoridade alta para a produção de conteúdos de qualidade e na construção de páginas páginas relevantes. Pode ter certeza, os links virão. Outro ponto importante, é termos a consciência de que, para que um conteúdo seja encontrado, existe a necessidade de promoção dos conteúdos de qualidade que produzimos. Obviamente, não estou dizendo para que você não utilize as métricas de autoridade das ferramentas. Elas são um excelente parâmetro de referência e nos ajudam a saber se estamos no caminho certo.

Conclusão

Todas as reflexões trazidas neste post têm o objetivo de estimular a ideia de que quando entendemos a razão pela qual executamos uma estratégia, conseguimos criar soluções seguras e que seguirão produzindo resultados a longo prazo. Se não tomarmos os devidos cuidados, estaremos deixando na web um mapa de links (link graph) confuso e mal estruturado, o que no final pode ser ruim para os nossos sites e para aqueles com os quais nos conectamos. Sigamos pensando na qualidade e no contexto! Gostou deste post? Deixe um comentário ou compartilhe em suas redes!

O que são backlinks?

Quem começa a atuar no mundo de marketing digital, principalmente no SEO, pode logo se deparar com a palavra “backlinks” e ficar um pouco confuso.

Mas não precisa. Objetivo desse artigo é fazer com que você entenda exatamente o que são os backlinks , por que eles são importantes para a sua estratégia e como fazer para se beneficiar de tudo que ele pode te dar. 

Para começar, vamos direto ao conceito.

Backlinks são os links recebidos de um outro site e também podem ser chamados de links de entrada. Os links podem ser inseridos ao longo de um conteúdo de texto de maneira estratégica para incentivar novas pesquisas. Eles mantêm os usuários envolvidos por mais tempo e contribuem para enriquecer a experiência na Web.

exemplo de sites com backlinks
Ao receber o link de um outro site, você passa a ter um backlink

Abaixo você pode conferir um exemplo de um backlink que a Experta Media recebeu do Jornal de Brasília. Neste caso, o motivo do link foi porque o veículo de notícia fez uma referência ao nosso conteúdo. 

backlink para o site da experta media

 

Por que os backlinks são importantes?

Uma das razões de os backlinks serem tão importantes é porque podem ser vistos pelos motores de busca como votos de confiança pelos motores, como o Google. Neste contexto, já podemos perceber que, quanto mais backlinks de qualidade e contextualizados um site recebe, mais autoridade ele pode ter e maiores são as chances de alcançar boas posições no Google. 

O que são são backlinks
Créditos da imagem: Experta Media

Mas essa é apenas uma das razões pelas quais os backlinks são tão importantes.

Continue lendo o nosso artigo e entenderá mais sobre como essa conexão feita entre os sites tem valor para o marketing digital e para uma estratégia de SEO bem sucedida.

Neste artigo você vai aprender:

  • Como funcionam os backlinks.
  • A importância dos backlinks.
  • Os tipos de backlinks que existem.
  • Como criar uma estratégia para conquistar backlinks de qualidade.

Backlinks são a base do algoritmo do Google

Backlinks possuem relevância estrutural

Existe uma importância de bastidor para os backlinks. É que eles organizam a Internet ajudando a transformá-la em um ambiente coeso e contextualizado.

Outro aspecto importante é o de ser um sinalizador de indexação.  Quando criamos um site ou uma página nova, receber um link de uma outra url já indexada pode fazer com que o Google reconheça o novo documento web mais rapidamente. 

Backlinks para alcançar o 1º lugar nas pesquisas

Estudos e pesquisas continuam a apontar que o número de links recebidos por um site influenciam na posição que um site vai ocupar nas páginas do Google. 

Já mostramos por aqui um estudo completo do impacto dos backlinks no ranqueamento no Google. De forma resumida, foi possível perceber que páginas com muitos backlinks são classificadas acima das páginas que não têm tantos backlinks.

O resultado nº 1 do Google tem uma média de 3,8 vezes mais backlinks do que as posições de número 2 a 10.

Para ter acesso a um infográfico com o resumo da pesquisa, basta clicar na imagem abaixo.

 baixar infográfico o impacto dos backlinks no ranqueamento do Google

Backlinks transferem autoridade de um site para outro

Um dos primeiros pontos abordados quando falamos de backlinks é o fato de eles funcionarem como votos. Quando um site aponta um link para o outro ele está referenciando esse site. Quando um site recebe muitos links vindos de diferentes fontes, isso pode indicar que o site que recebe os backlinks tem muita autoridade

Transferindo essa lógica para o mundo analógico, seria o famoso boca a boa: uma pessoa compra um produto maravilhoso, indica para a amiga, que passa a informação para a vizinha e por aí vai.

Essa transferência de autoridade também é chamada de link juice e ajuda os robôs do Google a entenderem a relevância de cada site. Se você quiser saber mais sobre esse assunto, temos um artigo bem completo aqui:

https://www.expertamedia.com.br/seo/link-juice/

Tenha em mente que o Google presta atenção à origem dos backlinks e analisa se há algum grau de relevância entre seu site e o que está vinculado a você. Se um site confiável e com boas métricas vincular um link ao conteúdo de outro site, você ganhará um backlink de valor e esse é um dos métodos mais importantes para aumentar a autoridade on-line e a visibilidade da sua marca.

Por que os backlinks são tão valiosos para o SEO?

Sob o aspecto do SEO (Search Engine Optimization), os backlinks podem ajudar a aumentar a autoridade de um site e a sua posição nos resultados dos mecanismos de pesquisa (SERPs).

Quando você recebe um link de um site com uma boa autoridade (ou seja, que também recebeu backlinks de outros sites de qualidade), parte dessa autoridade é transferida. Os mecanismos de busca, como o Google, captam esses sinais e os utilizam para pesar sua credibilidade no algoritmo deles.

O Google é muito favorável a sites que passam autenticidade e confiança. Os backlinks de alta qualidade (que partem de sites confiáveis), portanto, ajudam você a conquistar isso. É por meio deles que o seu site obterá um resultado positivo nas páginas de classificação do Google.

E aqui fica a dica: se você tem um site bem otimizado para o SEO, mas mesmo assim não consegue uma boa classificação no Google, vale a pena olhar para o seu perfil de backlinks. 

E aí fica um alerta: da mesma forma que o seu conteúdo ganha destaque quando está vinculado a outros sites de qualidade, os backlinks que não condizem com o seu setor ou que partem de sites que não tenham boa reputação poderão ser penalizados, causando o efeito contrário.

Tipos de backlinks

tipos de backlinks
Links podem estar em propagandas, comentários ou em textos.

Um link pode ser inserido em diferentes partes de um site. Alguns são colocados em banners de propagandas, outros podem ser inseridos em fóruns, diretórios de pesquisa, comentários e também nos textos de conteúdos em matérias jornalísticas ou blogposts.  Esse último é chamado de link contextual ou editorial.

Exemplo de link editorial ou contextual

Os links editoriais são colocados em expressões ou palavras-chave de textos

Quando recebemos um backlink, o Google possui mecanismos para avaliar a intenção do link e assim evitar que seus algoritmos sejam manipulados e passem inadequadamente autoridade de um site para outro. Por isso, um link vindo de uma propaganda ou de um comentário em um post de um blog não irá passar a mesma autoridade de um link contextual. 

código html de um link
É assim que um link aparece no código html de um site

Fica também a cargo do usuário indicar quando um link está sendo enviado naturalmente, se foi comprado ou postado em um comentário. Para isso, o Google criou parâmetros que podem ser inseridos no código HTML de um site e que indicam o tipo de link. São eles:

Link nofollow

Quando marcamos um no código HTML um link como nofollow (rel=nofollow”) , estamos indicando para os robôs do Google que não queremos que o site passe a autoridade para o outro.

link nofollow exemplo no código HTML
Repare que no código HTML foi inserido o atributo Rel=nofollow. Assim, o link não passará autoridade para o site que recebe o backlink

Uma dúvida muito comum é se veículos de imprensa devem ou não colocar links nofollow em suas matérias. Grandes portais costumam usá-los com frequência porque consideram links como propaganda gratuita, o que não é verdade. Links são citações.

Entretanto, o excesso de links com a indicação nofollow na web em geral fez com que os robôs do Google tivessem dificuldade de rastrear e indexar os conteúdos web. Por isso, fez uma importante mudança. 

Links nofollow passaram a ser considerados como indicadores de autoridade e classificação.

Se você quiser aprofundar sobre a diferença entre link dofollow e nofollow, confira este artigo: https://www.expertamedia.com.br/link-building/links-dofollow-nofollow-diferencas/

Link sponsored

Com a mudança da função do link nofollow, o Google criou novos atributos que não passam autoridade e indicam algum tipo de relação comercial. Um deles é o rel=sponsored. 

O sponsored permite a identificação de links que fazem parte de algum tipo de contrato pago. Ele deve ser inserido em banners de propaganda ou informes publicitários, por exemplo. 

Link UGC

O rel=UGC também foi um novo atributo anunciando em 2020. Ele deve ser usado para identificar links gerados pelo usuário em comentários e mensagens em fóruns.

Saiba mais sobre as mudanças e novos atributos de links: nofollow, sponsored, UGC.

Por que backlinks Dofollow são importantes?

Os links Dofollow são o tipo de backlink que você deve desejar.

Esse é o tipo de backlink que pode ajudar a melhorar, de verdade, sua classificação nos mecanismos de pesquisa.

Lembre-se de que quando eles são provenientes de sites de qualidade têm mais valor. Portanto, tenha em mente que não se trata de quantidade, e sim de qualidade

A regra de ouro é que vale muito mais um backlink proveniente de um site de qualidade do que vários backlinks de origens ruins e descontextualizadas. 

Backlinks naturais

É muito comum encontrar discussões sobre o que é e o que não éum link natural. Em seus anúncios e comunicados o Google informa que são aqueles conquistados de forma espontânea e contextualizada. 

O manual de diretrizes de qualidade do Google é uma excelente referência a ser consultada quando temos dúvidas sobre os limites de uma ação ou estratégia. O documento informa que um link passa a não ser natural quando tem a intenção de manipular os algoritmos. 

Por isso, todo cuidado é pouco antes de você pensar em comprar ou automatizar a conquista de links. Outro ponto que você deve tomar muito cuidado é com a palavra onde o link é inserido.

Para entender mais sobre o processo de compra de links acesse o post 4 coisas para saber antes de comprar backlinks

Texto- âncora

A palavra-chave ou expressão que recebe o link é chamada de texto-âncora e tem um impacto direto no termo de busca que será ranqueado nas páginas do Google. De forma geral, quando estamos pensando em otimização para Google, tendemos a usar como texto-âncora para um link a palavra-chave que gostaríamos de ranquear. 

Entretanto, um excesso de text0s-âncora de correspondência exata pode parecer manipulação. Por isso, procure variar os termos que escolhe para receber os links. 

Existem algumas opções de texto-âncora que você pode usar:

  • Correspondência exata: o hiperlink é colocado no texto com a correspondência exata da palavra-chave que está sendo trabalhada. Por exemplo: agência de link building
  • Correspondência parcial: são âncoras que contemplam a palavra-chave e também outras expressões. Exemplo: listas de agência de link building. Na correspondência parcial, também podemos incluir uma variação da palavra-chave, como ‘estratégias de criação de link’.
  • Marca: quando o nome da marca é usado como texto-âncora.
  • URL: quando o próprio endereço da url é utilizado. Exemplo: expertamedia.com.br
  • Natural: quando uma palavra natural é usada como âncora. Exemplo: “clique aqui”.
  • Imagem: ando um link é inserido na imagem, o Google irá identificar como texto âncora o atributo ALT da imagem. Quando este espaço fica em branco, a âncora será identificada como âncora “no text”.

Como identificar backlinks de qualidade?

ilustração de uma mulher pensativa trabalhando em seu laptop sob uma escrivaninha

Fala-se muito da qualidade dos backlinks como uma importante ferramenta para a conquista da autoridade de uma marca, página ou domínio. Mas, principalmente, como fator para conseguir as melhores posições no Google. 

Fato é que os backlinks são um grande diferencial competitivo. Mas nesse cenário todo cuidado é pouco. O tipo de backlink que você conquista pode determinar o sucesso ou o fracasso da sua estratégia de SEO. 

E a principal dúvida costuma ser: como definir essa qualidade?

Antes de responder a essa pergunta, vamos a um exemplo:

Suponhamos que eu fabrique bijuterias artesanais e queira conquistar backlinks de qualidade. Você consideraria comprar meus produtos se ele fosse indicado pela Rita Lobo ou pela Giovana Ewbank?

A Giovana Ewbanck trabalha com moda, é conhecida por ser fashionista e tem uma ampla base de seguidores interessado nesse assunto.

A Rita Lobo também é ótima e tem milhares de seguidores, mas com outro foco. Logo a opinião dela tem pouco peso para o meu negócio, mas seria importantíssima se eu produzisse quentinhas.

Percebe a diferença?

Dessa maneira, um backlink de qualidade é aquele que:

  • Vem de um site verificado e com boa autoridade de domínio no seu mercado de atuação
  • Vem de um site de alta qualidade
  • Está alinhado ao contexto da postagem (nada de pedir um backlink para brincos grandes num conteúdo sobre looks minimalistas!)
  • De preferência, é Dofollow.

Confira aqui 5 características de um link de qualidade.

Como saber se um backlink é prejudicial?

Durante muito tempo, um dos grandes temores de quem buscava conquistar backlinks era ser punido pelo Google. Com o amadurecimento do buscador, as punições manuais, ou seja, aquelas que tiravam o site dos motores de busca passou a ser menos comum.

Por outro lado, o Google passou a ignorar muitos tipos de backlinks. O que significa que você pode estar realizando um trabalho de conquista de links que, no final, não irá trazer nenhum tipo de benefício, apenas desperdício de tempo e de dinheiro. 

Por isso, vale evitar alguns tipos de fontes de backlinks. 

Confira neste post mais informações sobre as punições do Google.

O backlink ruim é aqueles que:

  • Vem da troca de links aleatória com outros sites. É muito comum a tentativa de fazer acordos com outros sites, mas esse tipo de estratégia é facilmente detectada pelos algoritmos. 
  • Vem de um site de baixa qualidade e pouca autoridade de domínio.
  • Está com o atributo nofollow ou sponsor.
  • É comprado por meio de ferramentas de automação ou em ofertas em sites como o Mercado Livre. 
  • Vem de um site com pouco ou nenhum conteúdo original
  • É descontextualizado.
  • É obtido por meio de disparador de notícias.

Você também pode seguir um passo a passo sobre como conseguir os primeiros backlinks para um site.

Onde conseguir backlinks de qualidade?

vetor de uma lupa em uma página de um site
fonte: freepik.com

A tarefa de construir backlinks para o seu site leva tempo e esforço. O primeiro passo é traçar uma estratégia. Lembre-se daquele velho clichê: “quando não se sabe onde se quer chegar, qualquer caminho vale”.

Dessa forma, o primeiro passo é definir seus objetivos, ou seja, entender o que você pretende com sua estratégia digital. Coisas como:

  • Melhorar o ranqueamento de páginas e palavras-chave específicas.
  • Fortalecer a marca e o domínio.
  • Conquistar tráfego e visibilidade.
  • Melhorar a autoridade da marca entre outras.

Para cada um desses objetivos será preciso um tipo de plano de ação diferente. É importante ter isso bem definido para a construção de um planejamento mais assertivo.

O segundo passo é elencar os diferenciais do seu negócio. Em que você se destaca e pode oferecer conteúdos de qualidade? É possível apresentar dados inéditos ou surpreendentes? Um produto ou serviço com qualidade acima da média ou que seja uma inovação no mercado? Uma equipe com nomes de sucesso em determinado nicho?

Com isso em mente vai ficar mais fácil seguir para a próxima etapa para obtenção de backlinks de qualidade que é: conquistar credibilidade e relacionamento sólido.

O que isso significa? Que você vai precisar mapear o seu mercado para encontrar empresas, sites e pessoas alinhadas ao seu produto ou serviço e, então, ser capaz de oferecer razões para que elas vejam seu conteúdo como importantes para serem linkados.

Além disso, esses parceiros precisam tratar de temas similares aos seus e possuir personas semelhantes. Analisando o perfil você ainda vai precisar identificar possibilidades de linkagem.

Para se aprofundar mais neste tópico, leia nosso artigo:

https://www.expertamedia.com.br/link-building/backlinks-de-qualidade/

Links não caem do céu

Após o momento do planejamento, é preciso colocar a mão na massa, mas sempre com o conhecimento de que a principal recomendação do Google é para que os backlinks cheguem de forma natural. Entretanto, John Mueller, Webmaster do Google sugeriu em uma das suas lives que os sites promovam seus conteúdos para que eles possam ser vistos e reconhecidos como importantes para serem linkados. 

Se você estiver iniciando sua estratégia e ainda não possui recursos para investir em uma equipe ou agência, você pode começar com alguns passos:

  • Investigue onde seus concorrentes estão conseguindo links de qualidade.
  • Entre em contato com sites que podem se interessar pelo seu conteúdo. 

Aqui vale um alerta importante. Cuidado com os guest posts. Eles geralmente são uma das principais estratégias para quem está começando a criar backlinks, mas nem sempre garantem bons resultados. Se quiser saber mais sobre essa polêmica, acesse o post:

Guest post é recomendado para link building?

É importante você saber que uma estratégia de conquista de backlinks exige tempo e planejamento. Por isso, algumas empresas preferem investir em equipes especializadas.

Saiba mais como funciona uma agência de backlinks.

Seu site precisa de backlinks?

A resposta é sim. Principalmente porque os links ajudarão o seu site ser indexado. A questão que você se atentar é sobre a quantidade de backlinks necessários e para quais páginas eles devem apontar.

Há um tendência natural da maioria das pessoas em enviar links apenas para a home do site. Contudo, é importante lembrar que um website é composto por várias páginas e cada uma delas possui objetivos diferentes e, consequentemente, potencial para ranquear para diferentes palavras-chave. 

A depender do nicho e da dificuldade das palavras-chave que você deseja ranquear, você precisar de um número maior ou menor de backlinks. 

Apensar de os backlinks serem importantes para conquistar boas posições na SERP, é possível ranquear páginas que não possuem backlinks. Isso ocorre porque o Google entende que aquele site possui autoridade suficiente para tal. 

Algumas dicas bônus

Independentemente do seu objetivo, alguns fatores podem te ajudar na construção de uma boa rede de parceiros:

  • Produza conteúdo interessante e de alta qualidade para o seu público-alvo. Certamente ele servirá como referência para o seu setor, ganhando menções e compartilhamentos, e isso é uma grande vantagem para o SEO.
  • Um bom conteúdo visual também capta a atenção das pessoas e, muitas vezes, com mais facilidade do que um longo texto. Cada vez que alguém compartilha seu conteúdo, você recebe um backlink. Portanto, pense em produzir infográficos, diagramas e outros tipos poderosos de imagens que sejam “compartilháveis”.
  • Sempre que fizer uma postagem nas mídias sociais, inclua links direcionando os seus seguidores ao seu site. Isso também pode gerar compartilhamentos, o que despertará o interesse de outros públicos pelo seu site.
  • Faça uma pesquisa no Google, inserindo as palavras-chave que pretende trabalhar no seu conteúdo. Identifique a postagem que esteja melhor classificada na página de resultados. Você pode melhorar e expandir esse tema, produzindo um conteúdo mais completo e com informações mais atualizadas, cobrindo todos os ângulos do tópico.
  • Crie conteúdo que agrade o público como “listas”, “passo a passo”, “como fazer”, “guias práticos”, por exemplo. Você pode também fazer postagens com vídeos ou podcasts incorporados. Esses formatos geralmente são atrativos, o que pode gerar mais backlinks para o seu site.
  • Você também pode começar a fazer pesquisas de backlinks dos seus concorrentes. Para isso, você pode utilizar ferramentas de link building como SEMrush, Ahrefs, Monitor Backlinks, Link Research Tools, entre outras. Elas podem te ajudar a entender e melhorar o seu portfólio de backlinks.

Para saber mais estratégias de como conseguir backlinks para o seu site, confira nosso artigo:

https://www.expertamedia.com.br/primeiros-backlinks-para-um-site/

Ferramentas para verificar backlinks

ilustração de notebook com uma lupa na tela representando busca
fonte: freepik.com

Da mesma forma que você pode ter uma noção do que os seus concorrentes estão fazendo, as ferramentas que citamos são úteis para examinar em detalhes os backlinks do seu site.

Manter a atenção aos links que você recebe é muito importante. As diretrizes para webmasters do Google recomendam que você se desfaça de linkagens de sites mal-intencionados, removendo os links tóxicos que apontam para o seu site.

Se não o fizer, o Google poderá penalizá-lo algoritmicamente ou manualmente, o que implica no banimento do mecanismo de pesquisa. O trabalho de remoção de links ruins pode ser feito por meio de uma ferramenta do Google Search Console chamada “disavow”.

Ferramentas como SEMrush dispõe de uma seção para auditoria de backlinks que permite encontrar todos os links apontados para o seu site. É a ferramenta “Backlink Audit”, que verifica todos os backlinks e classifica os que são tóxicos.

print da função Backlink Audit do SEMrush
fonte: SEMrush

O mesmo pode ser feito com o Ahrefs, por meio do “Site Explorer”, no qual, além de checar várias informações sobre o seu site, você pode visualizar os backlinks, identificando os que podem ser prejudiciais.

print da função Site Explorer do Ahrefs
fonte: Experta Media

No Search Console você também encontra uma área para visualizar seus backlinks

Existe uma quantidade ideal de backlinks?

ilustração de um ponto de interrogação vermelho
fonte: freepik.com

Respondemos esse questionamento aqui:

https://www.expertamedia.com.br/quantos-backlinks-para-ranquear/

Mas a resposta, assim como quase tudo no mundo do SEO, vai ser depende. Descobrir qual a quantidade de backlinks ideal para o seu site não depende apenas de você, mas do comportamento dos seus concorrentes e da dificuldade da palavra-chave.

Existem páginas que conseguem ranquear sem um único backlink, mas caso seus concorrentes comecem a ser citados por outros sites relevantes, provavelmente, provavelmente o recebimento de backlinks vai fazer falta. 

Neste artigo, quisemos mostrar que os backlinks têm extrema importância para que os mecanismos de pesquisa descubram o seu conteúdo, ajudando a gerar mais tráfego orgânico para o seu site.

Como já dissemos gerar backlinks de qualidade para o seu site requer estratégia, tempo e esforço. Caso não conte com recursos – seja tempo ou profissional especializado na equipe – contar com uma agência de link building pode ser a melhor opção.

Se você tem dúvidas sobre isso, acesse nosso post que explica as vantagens de contar com uma agência de link building.

Se precisar de ajuda para começar a sua estratégia, faça contato e conte com a gente!

Guest post é recomendado para link building?

Quem acompanha o universo do SEO pôde observar que, nas últimas semanas, a polêmica sobre guest post como estratégia de link building foi retomada entre os principais especialistas de todo o mundo.

O motivo foi um novo serviço lançado pelo SEMrush – um dos mais conhecidos softwares de SEO do mercado – com o objetivo ajudar sites a ganharem backlinks. Vale ressaltar que depois de toda polêmica, a iniciativa foi descontinuada. Neste post nós falar sobre:

  • A polêmica sobre guest posts que envolveu os principais especialistas da área.
  • A razão pela qual os guests post não são uma boa estratégia para link building.
  • As diretrizes do Google para definir a qualidade dos links.
  • Links naturais x links não naturais
  • Como conseguir backlinks de qualidade.

A polêmica em torno do novo serviço lançado pelo SEMrush começou nas redes sociais.  Aqui está o Tweet que originou toda discussão, com a seguinte pergunta do @Lockedown_: SEMrush está vendendo links agora

 

tweets do usuário @Lockedown_ sobre a venda de links, novo serviço da SEMrush

Não demorou muito, John Mueller, webmaster do Google, fez um alerta reforçando que esse tipo de estratégia não é natural e por isso seria importante que os links oferecidos por este serviço fossem marcados com o atributo rel=nofollow ou rel=sponsored, ou seja, os links deveriam ser nofollow.

resposta de John Mueller ao tweet de John Locke (@Lockedown_) sobre o novo serviço da SEMrush de venda de links

É importante frisar que a utilização dos guest posts como estratégia para ganhar links  com certa frequência volta a ser motivo de debate. Em janeiro de 2014, Matt Cutts, que fazia parte do time de qualidade do Google, já havia publicado um artigo no qual alertava sobre a ineficácia dos mesmos.

“Se você estiver usando o guest blogging como uma maneira de obter links em 2014, provavelmente deve parar. Por quê? Porque, com o tempo, tornou-se uma prática cada vez mais spam e se você está fazendo muitos guests posts, está se tornando uma empresa ruim.”

Entretanto, é muito comum nos dias de hoje, em pleno 2020, profissionais ainda utilizarem os guest posts como estratégia para conseguir backlinks para seus sites.

Nós já falamos sobre isso por aqui, para conferir, acesse nosso post Mitos do link building.

Mas afinal, o que são guest posts?

De forma resumida, os guest posts são publicações que você realiza em sites de terceiros ou vice-versa. É comum que esse tipo de publicação seja assinada e conte com um breve descritivo sobre o autor e autora, acompanhado de um link para o site que ele ou ela representa.

Aqui está um exemplo de guest post da Experta Media no site do E-commerce Brasil. 

print do artigo "Estratégias de backlinks como diferencial competitivo em tempos de pandemia" publicado no site E-commece Brasil, por Flávia Crizanto

Guest posts são perigosos?

De forma alguma. Caso contrário, não estaríamos utilizando um exemplo do nosso guest post no Ecommerce Brasil. Desde sempre, grandes portais, jornais e revistas convidam pessoas para colaborar com seus conteúdos. São o que chamamos de colunistas. A grande questão passou a ser o objetivo com o qual os guests posts passaram a ser utilizados pelos profissionais do Marketing Digital. A prática acabou sendo banalizada como um recurso exclusivo para ganho de backlinks. Para que você entenda melhor, faça agora uma busca no Google utilizando os termos “o que é guest post”. Você perceberá que existem dezenas de conteúdos ensinando como executar a técnica em em escala (por favor, não as utilize). O motivo para não usar essa ferramenta como forma de obter backlinks está em um outro alerta dado por Mueller e compilado em uma matéria do Search Engine Journal.

“A outra coisa é que, como isso é muito antigo, temos muitos dados para  treinamento dos nossos algoritmos. Eu não ficaria surpreso se a maior parte desses links fosse ignorada automaticamente.”

Dessa forma, podemos concluir que o problema não está nos riscos de se obter backlinks vindos de guest posts, mas no fato de gastarmos tempo e energia em uma estratégia que provavelmente irá gerar pouco ou nenhum impacto na construção de uma boa autoridade e no ranqueamento no Google. Isso porque o Google classifica os links de guest posts como não naturais.

O que é um link não natural?

Existe uma ampla discussão sobre links considerados naturais pelo Google. De forma geral, a empresa diz que são aqueles inseridos de forma espontânea e contextualizada por sites terceiros, quando um conteúdo é relevante. Entretanto, para quem executa estratégias de link building, a preocupação deve estar em perceber quando um link não é natural. No manual de diretrizes de qualidade do Google,  a empresa ressalta que um link passa a não ser natural quando tem a intenção de manipular o page rank, ou seja, a classificação de sites na página de resultados de pesquisas no Google. “Todos os links criados para manipular o PageRank ou a classificação de um site nos resultados da Pesquisa Google podem ser considerados parte de um esquema de links e uma violação das diretrizes para webmasters do Google. Isso inclui comportamentos que manipulam links para seu site ou links que direcionam os usuários a páginas externas”. Mas aqui cabe uma observação feita pela especialista em link building Julie Joyce. “Eu acho que muitas vezes algumas pessoas assumem que todos os links pagos são ruins e todos os links não naturais são pagos, quando esse não é o caso”. Assim, percebemos que nem todos os links ruins são necessariamente pagos e mesmo que links recebidos sem algum tipo de recompensa financeira podem ser perigosos para um perfil de links de um site. Normalmente, o que os links não naturais têm em comum é o objetivo de manipular os mecanismos de pesquisa. Isso geralmente é visto na escolha do texto-âncora usado para os links, bem como no local do posicionamento do link no artigo. Tudo soa muito artificial. Outra característica comum de um link não natural é o fato de ele não ser conquistado, o que de forma geral todos os especialistas concordam é que é fundamental garantir a qualidade dos links.

Como o Google identifica um guest post?

Na matéria do Search Engine Journal que citamos acima, o autor afirma que John Mueller respondeu que é fácil identificar artigos de postagens de convidados. Porém, é mais difícil identificar artigos que não são rotulados como patrocinados e são publicados como artigos normais.

Como conseguir backlinks de qualidade

Aqui na Experta Media levamos a sério as diretrizes do Google e acreditamos que bons links só podem ser conquistados por meio de alguns fatores básicos:

  • Conteúdo de qualidade e atrativo em primeiro lugar.
  • Análises de SEO.
  • Entendimento do que é um bom site para conquistar links.
  • Conhecimentos sobre como as páginas do Google interpretam as buscas.
  • Relacionamento.

Em um mercado competitivo, é importante que o seu site seja lembrado por veículos que precisam de informação e o tenha como referência quando precisarem referenciar um dado ou contextualizar um link. Ou seja, trabalhe na produção e conteúdo relevante, útil e informativo e invista em relacionamento com bons veículos. Assim você obterá backlinks de qualidade que não ferem as diretrizes do Google. Bons links!

Uma conversa realista sobre link building

O universo do link building é repleto de mitos e assuntos tratados como tabus. A verdade é que a maioria dos profissionais tem muito receio de abrir as metodologias que utilizam para angariar links de qualidade. Um dos motivos para isso é a preponderância da ideia de que links só devem ser obtidos naturalmente.

Entre tantas questões, existe um ponto inquestionável: links são fundamentais para que o seu site possa conquistar as melhores posições nas páginas de Google. E não são poucos os estudos que comprovam isso. 

Para saber mais, confira o nosso post que aborda uma pesquisa realizada pelo Backlinko:

https://www.expertamedia.com.br/o-impacto-dos-backlinks-no-ranqueamento-no-google/

Conhecer a fundo a realidade sobre link building pode te ajudar a sair na frente dos concorrentes, que muitas vezes estão passos atrás nessa questão técnica

Mas voltando ao processo do link building. Será que todos os nichos têm o mesmo potencial de obter backlinks? E os sites novos? Eles devem ser considerados? Devo ficar observando meu concorrente obtendo links enquanto não consigo emplacar um conteúdo que comece a receber links?

Neste post, vamos ser transparentes e mostrar como essa ideia de ganho natural de backlinks pode te impedir de disputar as melhores posições. 

Confira alguns tópicos que você irá desvendar durante a leitura:

  • Nem todos os sites estão interessados no seu conteúdo
  • Alinhamento dos objetivos de marketing com os objetivos do link building
  • Link building é complexo
  • Link building não é barato
  • Marketing de conteúdo não é link building

Grandes sites geralmente não querem linkar para você

Recentemente, o Google fez uma importante alteração nos atributos dos links, ou seja, mudou as regras de como a autoridade é passada de um site para outro.

Para entender os detalhes sobre essas mudanças, confira este post especial:

https://www.expertamedia.com.br/links-nofollow-sponsored-e-ugc/

Uma das novidades que mais chamaram a atenção foi o fato de os links “nofollow”, que anteriormente não passavam autoridade, se tornarem uma dica para o Google.  Isso significa que, em alguns casos, eles podem sim ser considerados.

O que queremos destacar neste artigo é o motivo pelo qual o Google fez essas alterações. De acordo com especialistas de SEO, grandes sites e veículos de notícia adotam como padrão o uso do atributo nofollow para os links externos . O excesso desse uso acabou prejudicando o rastreamento das páginas pelos robôs do Google. 

Apesar de, a partir de agora links com atributo nofollow passarem a ser considerados como dica para o Google levar em conta os sites para os quais os links apontam, esse cenário nos diz mais. A verdade é que a maioria dos sites de notícias, conteúdos e grandes blogs não estão interessados em passar autoridade para o seu site. Mesmo que o seu conteúdo seja incrível.

Se você está em um cenário competitivo, backlinks provenientes de grandes portais e blogs são um diferencial. Um dos motivos é bem óbvio.  A maior parte deles possui uma excelente autoridade. 

Neste momento você deve estar se perguntando: se esse tipo de site não quer me passar autoridade, será que realmente vale a pena investir tempo produzindo um conteúdo relevante para no final não ser reconhecido?

A resposta é: sempre vale. Atualmente, ainda mais, já que os links nofollow passaram a ser contados como dicas. O maior problema vai ser se esses veículos decidirem marcar os links com o novo atributo, rel=sponsored. Nesse caso, retornaremos ao problema inicial.

Além disso, existe um outro desafio, que é rodar o processo de link building com recorrência. Ou seja, para que o processo de construção de autoridade seja efetivo, é preciso fazer com que uma página ou site sempre esteja recebendo bons backlinks.

A solução:

As agências de link building estão ganhando mais espaço no mercado. Uma das razões se deve ao amadurecimento do mercado digital e dos profissionais de conteúdo, que passaram a aprofundar os conhecimento de SEO, especialmente os jornalistas e assessores de imprensa.

Esses profissionais investem parte dos seus esforços em relacionamento. Por isso, conseguem conquistar uma quantidade backlinks dofollow com recorrência e em sites com boa autoridade. 

As agências sabem exatamente o tipo de conteúdo que devem produzir para garantir os melhores links para seu site, mesmo nos nichos mais difíceis. Além disso, elas contam com equipe e ferramentas para executar e mensurar resultados.

Entenda quais são os objetivos de link building e quais são seus objetivos de marketing

O link building pode te ajudar em duas frentes: 

  • conquistar as melhores posições nas páginas do Google para as palavras-chave que realmente importam para seu negócio. 
  • Obter reconhecimento de marca por meio da divulgação dos seus produtos e serviços em bons veículos de notícias.

Entretanto, você precisa compreender qual é a sua prioridade para começar. Caso seja o ranqueamento, é importante ter em mente que o foco de quem é responsável pelo seu processo de link building deverá ser encontrar veículos com autoridade. Muitas vezes, esses veículos podem não corresponder à sua expectativa por não serem do ‘mainstream’.

Se o seu objetivo for o reconhecimento de marca, o foco da equipe estará em distribuir pautas para veículos mais nichados e influenciadores. 

Muitas vezes, as publicações não serão inseridas em sites com grande autoridade, mas irão dialogar com seu público-alvo.

É possível mesclar as duas estratégias?

O ideal é que sim. Mas tenha em mente que, em um momento ou outro, uma delas irá sobressair. Por isso é tão importante contar com uma equipe capaz de mensurar e acompanhar os resultados de forma eficaz e realista.  

Se você quer fazer link building com recorrência, precisa ter uma equipe pensando, planejando e executando. 

Como explicamos acima, um dos maiores desafios do link building é fazer com que os links não parem de chegar às suas páginas. 

Links devem ser monitorados todo o tempo. O impacto deles no tráfego deve ser cruzado com o ranqueamento das palavras-chave que realmente impactam no seu negócio.

Além disso, detalhes como os textos-âncora e a naturalidade com que eles aparecem nas publicações precisam ser checadas regularmente para que não coloquem a sua estratégia em risco. Além disso, todo o seu conteúdo precisa ser relevante e contextualizado.

É importante ressaltar que se você não tomar cuidado, seus links podem ser vistos de forma negativa pelo Google.

Acho que aqui já fica nítido que você vai precisar de uma equipe para te ajudar com todos esses passos. Você também pode dedicar uma parte do seu tempo para traçar esse processo.  O importante é não deixar de fazê-lo.

Com o link building você pode ter resultados a curto, médio e longo prazo, mas nada é garantido

Ao conversar com dezenas de pessoas que nos procuram para implementar uma estratégia de link building, um dos pedidos mais frequentes que recebemos é para dizer “quais são os resultados garantidos”.

Se você realmente deseja encontrar empresas e profissionais que realizem um trabalho sério e seguro, fuja daqueles que te oferecem esse tipo resposta:

“Garantimos as melhores posições no Google.”

“Garantimos a primeira posição no Google.”

“Garantimos aumento no tráfego do seu site.”

O que podemos afirmar até o momento é: os links tem um forte impacto na maneira como o Google seleciona os sites que ocuparão as melhores posições nas suas páginas.  

Entretanto, também sabemos que são inúmeros os fatores que determinam essa seleção e os links são apenas alguns deles. 

Além de todos os fatores on-page, é importante lembrar que você também tem concorrentes e eles estão trabalhando. Talvez, até mais do que você. 

A mescla de todos esses itens é o que nos impede de dizer em quanto tempo você obterá os resultados que deseja. Mas com nossa experiência, podemos dizer que existem empresas que conseguem excelentes resultados tanto a curto, médio e, principalmente, a longo prazo.

Link building não é barato

Link building é estratégia. Por isso, exige-se que nela estejam englobadas ações de SEO, assessoria de imprensa, jornalismo e marketing de conteúdo.

Além disso, a implementação do trabalho exige colocar em prática uma série de conhecimentos especializados para subsidiar a tomada de decisões. 

Por estes motivos, um projeto de link building deve ser valorizado. Desconfie das ofertas que prometem uma grande quantidade de links a preços módicos.

Marketing de conteúdo não é link building

Este é um ponto que pode fazer muitos profissionais do marketing torcerem o nariz. Isso porque existe uma repetição da ideia de que produzir conteúdo de qualidade para o seu site irá automaticamente fazer com que ele receba links.

Sabemos que os próprios representantes do Google costumam divulgar essa informação. Mas nos sentimos seguras em dizer que:

Somente produzir conteúdos  incríveis para o seu blog não será suficiente para obter links com recorrência.

E podemos dizer mais. Marketing de conteúdo é uma excelente estratégia para atrair visitas para o seu site, mas nem sempre será suficiente para atrair tráfego qualificado.

Por mais que você produza os conteúdos mais interessantes de acordo com o seu nicho, ranquear nas primeiras páginas do Google para as palavras-chave que realmente importam, vai exigir um esforço maior. O link building e o SEO devem estar incluídos nessa tarefa.

Saber divulgar seu conteúdo para os jornalistas e influenciadores certos, apontando links para as páginas que realmente importam para o seu negócio, pode ser o diferencial que você procurava para ter uma estratégia com resultados ainda mais relevantes.

A importância do relacionamento para uma estratégia de link building

Ter o link do seu site em um veículo de destaque com certeza te dá vantagens em relação ao seus concorrentes. Mas chegar a este resultado exige uma estratégia de link building baseada em relacionamento

A velha estratégia de enviar um e-mail pedindo para ter o seu link inserido em um artigo ou texto on-line faz com que você pense igual ao seus concorrentes.

Digo isso pois esta é uma prática comum, principalmente nos meios do marketing de busca e da assessoria de imprensa digital.

O processo de construção de relacionamento exige esforço. Por isso alguns optam pela contratação de agências

E é justamente nesse meio em que se fala bastante sobre “networking”. Mas nem sempre fazer contatos e construir relacionamentos é o que vemos na prática. Mesmo sendo essa estratégia fundamental para o processo de construção link building do seu site.

Link building pode ser grátis?

free

Neste artigo você irá conhecer as boas práticas do link building em uma estratégia eficaz, de forma que seu link começará a ser incluído em outros sites naturalmente.

 

Crescer nos ciclos sociais é semelhante a crescer no link building 

 

O termo link building e seu significado já devem ser familiares para você. Se não for, tudo bem. Você pode entender melhor sobre ele e sua importância no SEO neste nosso outro artigo.

Mas vamos a uma breve analogia usando um exemplo do off-line para entendermos o contexto online. Em nossa vida social, todos começamos do mesmo ponto: construindo relacionamentos aos poucos.

Começa na infância com as pessoas de convivência mais próxima, como vizinhos, depois com colegas e professores na escola, e assim vamos construindo nossas relações. Algumas com, outras sem conexões.

Mas no final, acabamos tendo uma rede de contatos de diferentes meios que frequentamos algum dia ou continuamos fazendo parte. 

Sabemos que existem as pessoas influentes e populares, muitas vezes também são poderosas por consequência de sua visibilidade.

influencer

Imagine quantas pessoas já tiveram a oportunidade de se apresentar para esses outros indivíduos que estão “no topo da cadeia alimentar” e quantas quiseram ou pediram para ser apresentadas. 

Dentro dessa rede de relações, desse networking, certamente já aconteceu da própria pessoa importante ir se apresentar e criar conexões.

Por outro lado, há as pessoas comuns, anônimas, que buscam uma oportunidade de ter mais destaque na vida profissional, pessoal, familiar, ou outra área que desejam.

A forma como criam contatos e estabelecem conexões é a mesma que o outro grupo influente

A diferença é que pessoas comuns acabam conhecendo outras pessoas comuns, de maneira geral. Mas isso não é uma regra.

Afinal, deve-se começar de algum lugar, certo? Estar no topo da cadeia alimentar hoje indica que tudo começou lá de baixo, na base.

Consegue pensar nesse cenário dentro da sua estratégia de link building? Vou te ajudar a desenvolver esse pensamento.

A estratégia mais usada nem sempre é a recomedada

estratégia
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Assim como em nossa vida social, existem algumas regras de etiqueta para sermos bem vistos e crescermos na estratégia de link building.

Uma delas é não enviar e-mails solicitando a veículos, sites e/ou blogs que seu link seja inserido na página de algum deles. 

Isso geralmente não funciona, já que um grande volume de mensagens semelhantes chegam nas caixas de entradas das pessoas importantes e que podem dar visibilidade a domínios através de link building. 

É como se uma celebridade recebesse em sua rede social centenas de mensagens por dia de fãs e admiradores, com aqueles dizeres quase que padrão que todo mundo tem vontade de expressar para seu ídolo.

É algo tão comum na rotina daquela celebridade que é difícil mensagens assim chamarem a atenção dela. 

No fim das contas, a “caixa de entrada” da rede social da personalidade famosa se torna igual a da pessoa influente do veículo de mídia: cheia de mensagens “clichês” ignoradas.

Como conquistar links naturalmente

linkagem interna
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O melhor a se fazer é buscar ir conhecendo aos poucos pessoas que trabalham onde você gostaria que seu site fosse linkado. A partir disso, cultivando boas relações e estando presente nos canais certos, você irá crescendo e chegando nas pessoas mais influentes. 

É importante conhecer as pessoas desde a base da pirâmide da “cadeia alimentar” até o topo. Dessa forma você tem mais chances de ter o seu domínio recomendado para outras pessoas. Com isso, seu link pode começar a ser inserido de maneira orgânica em outros sites. 

Você pode começar a fazer este networking indo a eventos em que as empresas que você deseja alcançar estejam presentes.

Como nem sempre é possível ir a eventos, ainda mais no período de quarentena que estamos vivendo devido a pandemia do Covid-19, aposte no LinkedIn.

Busque fazer contatos de qualidade e não apenas ter quantidade de contatos na sua rede.

Depois, invista em se tornar mais próximo de contatos estratégicos e dos sites que você gostaria de ter seu domínio linkado.

Em seguida você pode oferecer para eles um conteúdo original, produzido de forma exclusiva para ser publicado no blog de cada um.

Agência de link building

Agência de link building

Para algumas pessoas todo esse processo pode soar como extremamente trabalhoso, seja pela quantidade de tempo investido ou pela urgência em se obter backlinks.

Estudos mostram que a variedade e a qualidade das fontes de links são fundamentais, o que exige um processo de relacionamento seja ininterrupto. 

É por isso que algumas agências de conteúdo, como a Experta Media, são especialistas em link building e assessoria de imprensa digital.

Elas investem a maior parte dos seus esforços na construção de um processo de relacionamento. Assim é possível ofertar o serviço em um grande volume para diferentes segmentos. 

Quer conhecer um pouco mais do nosso trabalho? Chame a gente. Vamos adorar bater um papo com você!

Guia de SEO para jornalistas e produtores de conteúdo

De forma geral, as tecnologias digitais trouxeram muitas transformações para jornalistas, assessores de imprensa, relações públicas e produtores de conteúdos. Esse é o motivo pelo qual achamos de extrema importância falar de SEO para jornalistas, profissionais responsáveis por apurar e levar notícias para o público.

Se você desejar, é possível navegar pelos tópicos deste guia de SEO usando o índice ao lado.

Quer guardar o conteúdo para ler depois? Baixe-o em formato de e-book!

baixar guia SEO

SEO no contexto da mídia

Em uma ponta, há um intenso debate que envolve a sobrevivência dos veículos de comunicação e da própria profissão. O furor é acompanhado  das crises nos setores tradicionais da mídia, como televisão, rádio e jornais impressos.

Existe ainda uma outra ponta que afirma que a crise passou e que, agora, há grandes oportunidades para quem deseja explorar os recursos trazidos pela digitalização de conteúdos na internet. 

Mais do que dizer se há ou não oportunidades, é importante entender um pouco da história da comunicação e sua relação com o produção da informação. Após a Revolução Francesa, essa missão ficou resguardada aos jornalistas e, em seguida, aos conglomerados da comunicação.

Assista ao Webinário SEO para jornalistas e produtores de conteúdo!

No webinário, discutimos capítulos importantes do e-book. Não deixe de conferir os dois conteúdos.

Na década de 70, mudanças nas redações e no fazer jornalístico começaram a ser percebidas. O principal fator de influência foi a entrada das tecnologias e a crescente imaterialidade da produção.

No começo deste século, as transformações foram acentuadas pela velocidade com que novas tecnologias foram  integradas, mais facilmente disponibilizadas e distribuídas em toda sociedade.

As fontes de produção de conteúdo se diversificaram em uma escala surpreendente. Produtores independentes, também chamados criadores, ganharam espaço. Milhares de pessoas (jornalistas ou não) se beneficiaram das facilidades e do maior acesso aos recursos tecnológicos, como os celulares por exemplo. 

Conteúdo produzido em escala

A verdade é que, no fim, muitas vezes, essas pessoas conseguem  maior destaque e alcance do que os profissionais especializados, que investem tempo e esforço em conteúdos mais elaborados e apurados. 

No livro A saga da dos cães perdidos, o pesquisador e professor Ciro Marcondes Filho cita um outro autor – Ramonet – que alerta para o fato de que alguns jornalistas continuam a acreditar que sua profissão é a única a produzir informações, enquanto todas as instituições e organizações da sociedade se colocam freneticamente a fazer a mesma coisa.

O resultado é uma frequente aparição de materiais de baixa qualidade sobrepostos aos conteúdos produzidos por jornalistas e seus respectivos veículos. E um dos locais nos quais  esse processo ocorre é nas páginas do Google, o mecanismo de pesquisa mais utilizado pelos usuários da internet. 

Em muitos casos, podemos afirmar que essa sobreposição e perda de espaço ocorre porque o jornalista não sabe como destacar a notícia, mesmo quando ela atende a todos os cuidados de apuração e valores jornalísticos. 

SEO para quem produz conteúdo digital

Por isso,  o objetivo deste guia é fazer com que cada vez mais jornalistas tenham conhecimento sobre como utilizar fatores técnicos do SEO (Search Engine Optimization) para que a suas informações continuem a fazer parte dos debates da esfera pública. Debates esses fortemente ameaçados pela crescente produção de notícias falsas. 

A importância de  ranquear um conteúdo no Google deve-se ao fato  de que a maior parte dos leitores que procura por algum tipo de informação começar a sua busca por esse canal. Pesquisas realizadas por diferentes empresas indicam que mais de 60% dos consumidores iniciam a sua jornada pelo motor de busca. 

infografico site bem posicionado no google
Entenda com dados o que os números mostram sobre os benefícios que sites bem posicionados obtém

Se você produz conteúdo on-line, divulga notícias ou está mergulhando no universo das reportagens para portais digitais, deve estar sempre se perguntando como produzir um material otimizado e amigável, não só para o Google, mas também para seu leitor. 

Pensar em SEO é também pensar em comunicação. Mesmo que o jornalista ou o produtor não seja o responsável pelas implementações técnicas, é muito importante a compreensão sobre o funcionamento e a integração do processo de produção de conteúdo dentro desse novo contexto. 

Para te ajudar nessa tarefa, fizemos esse guia. Além disso, neste material, também listamos algumas estratégias e ações práticas para você começar a aplicá-las hoje mesmo e alcançar excelentes resultados.

Esperamos que, com esse guia, o SEO torne-se o seu aliado para dar mais alcance a conteúdos de qualidade, pautados na boa apuração e no compromisso com a verdade.

1 – SEO On-page: conheça a parte técnica do seu site

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como funciona o google

Pensar e conhecer a parte estrutural de um site é extremamente importante se você deseja ranquear bem suas notícias e conteúdos no Google. Isso não significa que você precisa saber programar. É apenas um mergulho nos itens que o Google analisa, que podem ser checados e, muitas vezes, você nem sabe que existem. Dentro do universo do SEO, a avaliação tecnológica do seu site é chamada de on-page. O importante nesse processo é saber identificar cada item, entendê-los e, quando você notar que não estão corretos, pedir ajuda a alguém que consiga executar as ações.

Fatores SEO on-page

  • Title
  • Velocidade de carregamento
  • URLs amigáveis
  • Redirecionamentos de URL
  • Alt Tag da imagens
  • Robots.txt
  • Otimização dos conteúdos e seus headings
  • Categorização
  • Linkagem interna]
  • Backlinks
  • Sitemap.xml

Vamos falar sobre todos os fatores no decorrer deste guia. Mas agora vale destacar o sitemap.xml e o robots.txt

O que é sitemap?

Trata-se literalmente do mapa do seu site, no qual você indica aos crawlers do Google quais páginas deverão ser indexadas. Neste link  você fica sabendo como criar e enviar o seu sitemap ao Google.

Checar se um site possui sitemap é muito fácil: basta digitar a URL do site no qual você publica seus conteúdos e ao final acrescentar /sitemap.xml

Exemplo:

seusite.com.br/sitemap.xml

Um arquivo semelhante ao abaixo será gerado:

arquivo mostrando um sitemap de um site

Se ao executar esse comando você não encontrar o seu sitemap, procure alguém responsável pela parte tecnológica do site e cheque a razão.

Em alguns casos, é possível que o endereço do sitemap tenha sido configurado de forma diferente. O importante é que você tenha certeza de que um sitemap existe e foi enviado ao Google. 

Seu sitemap deve ser atualizado à medida que novas notícias são publicadas. Você não deve criar novos sitemaps para cada artigo. Em vez disso, você deve atualizar o existente.

De forma geral, se o seu site estiver com esse fatores bem estruturados, e você publicar conteúdos com regularidade, o Google tenderá a rastrear mais o seu site. Assim, as suas chances de ter conteúdos bem ranqueados aumentarão.

O que é o Robots.txt?

O robots.txt é um arquivo .txt que também deve ser inserido na raiz do seu site. A função dele é indicar para os robôs do Google e de outros buscadores que visitam seu site quais páginas não devem ser acessadas. 

Como um profissional de conteúdo com foco em SEO, a sua preocupação deve estar em saber se o site no qual você está publicando o seu conteúdo possui esse arquivo. Isso pode ser realizado de forma bem simples.

Como este é um arquivo localizado na raiz do site, basta digitar a url e no final inserir /robots.txt.

Exemplo:

seusite.com.br/robots.txt

Como resultado, você terá uma página com uma informação semelhante a esta.

User-agent: *
Disallow: /
Allow:
sitemap: https://seusite.com.br/sitemap.xml

O resultado poderá variar de acordo com o que o desenvolvedor do site definiu como o que pode ou não ser acessado pelos robôs do Google. Caso não encontre o arquivo robots.txt ao executar essa ação ou note algo que não esteja de acordo, peça um suporte técnico. 

2 – Entenda como o Google funciona

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Entenda a serp do Google

Para otimizar qualquer site, é imprescindível que você entenda como os mecanismos de busca funcionam.

É importante lembrar que o Google é apenas um deles. Existem outros menos utilizados, mas que nem por isso devem ser ignorados. Dentre eles, podemos citar o Bing, Yahoo, ask.com, Baidu, duckduckgo, entre outros.

Neste guia, nosso foco estará no Google, já que esse é o mecanismo de busca mais utilizado na maior parte do mundo.

A função de um mecanismo de busca é, a cada pesquisa, conectar você às páginas e documentos distribuídos pela web. De forma simplificada, o que o Google faz é rastrear todos esses dados, organizá-los, classificá-los e exibi-los.

O processo é realizado da seguinte maneira:

  • Rastreamento: os robôs do Google, também chamados de spiders ou crawlers, começam o processo de rastreamento, visitando as páginas, documentos e imagens disponíveis na web.
  • Indexação: todas as informações do rastreamento são salvas em um grande banco de dados, chamadas de index. O index é atualizado sempre que os robôs do Google retornam a um site e encontram uma nova informação. A periodicidade com que os bots vão até um site depende do quão relevante o Google o considera. Enquanto uma página pode receber mais de uma visita por dia, outras precisam esperar semanas.
  • Classificação: após indexar todas os sites, os mecanismos de busca podem exibi-los em suas páginas de resultados, também conhecidas como SERPs (Search Engine Results Pages). É aí que entra um grande processo de decisão definido pelos algoritmos. São eles que irão definir quem ocupa as primeiras posições e quem será distribuído nas demais páginas. Descobrir os fatores que o algoritmo leva em consideração para ranquear bem um site é um grande desafio para os profissionais de SEO. Isso porque trata-se de um processo dinâmico: os fatores mudam de acordo com as atualizações feitas nesses algoritmos. O importante é ter em mente que para definir as regras utilizadas, o Google prioriza sempre a experiência do usuário.

É importante você saber que a qualidade do seu site pode fazer com que seja mais fácil ou mais difícil para o Google fazer o rastreamento.

Existem maneiras ainda de impedir que os robôs visitem as páginas de um website. Mas isso é algo que deve ser feito com muito cuidado, somente quando há a certeza de que não se quer que uma página seja indexada e não apareça nos resultados de busca.

Como o Google encontra o seu site?

A importancia dos links na indexação
Os robôs do Google, também conhecido como “spiders” são representados na imagem pela figura da aranha

A melhor maneira para o Google encontrar o seu site é por meio de links oriundos de outros sites – que já estejam indexados – e que apontem para o seu.

De forma lúdica, imagine o robô chegando em um site e encontrando uma ponte para um outro. O link exerce a função de conexão e passagem.

Após o robô do Google encontrar o seu site, ele o colocará em no index e, posteriormente, poderá considerá-lo para aparecer nos resultados de pesquisa da SERP.

Esse exemplo nos ajuda a entender o quão importantes são os links para determinar a importância de um site. De forma geral, o Google leva em consideração o número de links recebidos de diferentes fontes (e a qualidade deles) para definir a importância de uma página.

GUARDE ESTA INFORMAÇÃO: O nome que damos aos links recebidos de outros sites é backlinks.

Os backlinks devem ser encarados como votos. Existem links que possuem mais autoridade do que outros. De forma geral, obter links de um site que também recebe muitos links de qualidade tem mais peso do que recebê-los de um com poucos links.

3 – Entenda como funciona a SERP do Google

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Serp do google
Ícone criado pelo Pixel perfeito de www.flaticon.com

Depois de entender como o Google funciona, é hora de saber como seus algoritmos organizam e classificam os sites indexados e exibidos nas suas páginas.

Ilustração de uma página do Google

A primeira coisa que você deve saber é que cada resultado é chamado de snippet.

Entretanto, existem vários tipos de snippets mostrados pelo Google e que podem ser divididos em três grupos.

1 – Snippets regulares

São os resultados mais comuns na SERP que levam para as páginas vinculadas à consulta do usuário.

Um snippet regular possui três componentes principais:

exemplo de snippet da Experta Media na SERP do Google
  • URL: mostra o endereço do site.

  • Título (Title tag): extremamente importante, pois é uma das primeiras coisas que o usuário vê na página do Google.

  • Meta descrição: é um texto resumido que tem a intenção de mostrar o assunto da página ranqueada. É muito relevante pois, muitas vezes, irá determinar se o usuário se interessará pelo assunto e se clicará ou não na sua página.

Para quem usa WordPress, alguns plugins, como o YoastSEO, permitem fazer a edição do título e da meta description. A URL também pode ser editada em um item chamado slug.

2 – Featured snippets ou snippets de destaque

São um tipo de snippet que geralmente aparece no topo da página do Google. Normalmente, seu intuito é responder a uma pergunta ou servir como uma fonte de informação diretamente na SERP. Nos snippets de destaque também contêm um link para a página que indexou.

É importante não confundir rich snippets com featured snippets.

Os featured snippets aparecem no topo da página do Google.

exemplo de featured snippet em parágrafo

Rich snippets podem aparecer em outras posições da página do Google, mostrando informações extras de um snippet, como preço e classificação.

Exemplo de rich snipet

3 – Caixa única de resultados

Geralmente também são exibidos na SERP em forma de resposta a uma busca, mas não linkam para nenhum resultado externo.

ATENÇÃO!

Cada um desses três grupos de snippets citados possuem diversos formatos. Procure conhecê-los e sempre observe como estão sendo exibidos, que tipo de resposta eles tendem a levar ao usuário e por qual mídia (imagem, áudio, vídeos, etc).

Entender como o Google entrega uma resposta pode te ajudar a pensar o seu conteúdo ou a reestruturá-lo.

Faça um teste.

Escolha algumas palavras-chave de seu interesse ou de interesse do seu negócio, pesquise-as no Google e identifique os snippets exibidos.

4 – Crie estratégias para se destacar nos snippets

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google news

Você aprendeu neste guia que, ao realizar uma busca no Google, alguns snippets possuem destaque maior. São os chamados “featured snippets”. Essa classificação também é conhecida como “posição 0” ou “caixa de respostas”.

De acordo com um relatório do Hubspot, conteúdos que aparecem nos snippets em destaque contam com uma taxa de cliques duas vezes maior e, consequentemente, podem levar mais tráfego orgânico para suas notícias.

Para aumentar as chances de seus conteúdos estarem nessa posição, é importante pensar em como eles podem ser úteis para as buscas e para a solução dos problemas dos seus usuários. Pense em responder às perguntas que eles costumam ter durante a jornada de pesquisa.

Como escrever conteúdos para featured snippets

Dedique também parte dos seus esforços a escrever posts e conteúdos que respondam às perguntas típicas de um lide de uma matéria. A diferença é que você irá criar um conteúdo para responder cada item e não colocar tudo em um único parágrafo.

  • O quê?
  • Quem
  • Quando?
  • Como?
  • Onde?
  • Por quê?

Uma outra forma de aumentar suas chances de aparecer na “posição 0″ é observando os termos de pesquisa relacionados. Eles geralmente ficam no final da página de busca e mostram quais termos as pessoas estão usando enquanto procuram por notícias ou informações.

Abaixo segue um exemplo de perguntas relacionadas quando pesquisamos o termo “link building“. Use essas ideias para otimizar ao máximo o seu conteúdo.

5 – Envie seu site para o Google News

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google news

O Google Notícias tem se mostrado uma das principais fontes de tráfego para os veículos de informação. A ferramenta é responsável por filtrar diariamente centenas de notícias das mais diferentes editorias e exibi-las aos usuários, tanto no desktop quanto no celular.

Essa seção do mecanismo de busca permite ainda a personalização de recebimento das notícias de acordo com as preferências dos usuários, que podem indicar se estão ou não satisfeitos com os conteúdos selecionados pelos algoritmos. Isso só reforça a importância da produção de conteúdos de qualidade.

Para que seu site de notícias apareça no Google Notícias, é necessário fazer uma solicitação on-line e usar o console de pesquisa para verificar a propriedade do site de notícias e inserir todos os detalhes, como URLs e etiquetas da seção de notícias antes de enviar para uma revisão.
Para fazer o cadastro do seu site no Google Notícias você deve acessar o endereço abaixo:

https://publishercenter.google.com/publications

Quando um usuário acessa o Google Notícias, ele pode classificar as notícias com base em categorias. Por isso, é essencial que você marque a categoria correta para as notícias publicadas, a fim de aumentar suas chances de aparecer em destaque. Se o Google aceitar sua inscrição, você encontrará seu site como “incluído” na seção Google Notícias.

Em 2016, houve uma mudança na maneira como o Google exibe as notícias. O buscador passou a destacar no topo da página as mais recentes e as que ele considera relevantes. Essas informações são marcadas como “notícias principais”.

exemplo de featured snippet de notícias em carrosel

Para aumentar as chances de ranquear bem nessa área, é muito importante que seu site tenha uma estrutura de SEO on-page bem trabalhada, além oferecer uma cobertura recorrente e factual.

6 – Otimize seu site para celulares

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otimizar parar celular
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Em novembro de 2016, o Google anunciou uma atualização de indexação para dispositivos móveis. O comunicado ocorreu em um momento no qual as pesquisas feitas pelo celular ultrapassaram as realizadas via desktop.

Assim, sites responsivos e amigáveis para o celular passaram a ser considerados mais aptos a conquistarem as melhores posições. É o que chamamos de Mobile First.

Para acompanhar essa demanda, leve em consideração que a indexação para dispositivos móveis está em pleno desenvolvimento. Quando precisar, você checagens por meio de uma ferramenta chamada Google Search Console.

Para manter os seus sites em versões mobile ou formato responsivo, é essencial que jornalistas e editores andem de mãos dadas com desenvolvedores e profissionais responsáveis pela tecnologia

Uma dica importante: nem sempre o profissional de conteúdo ou SEO será o responsável pelas implementações tecnológicas. O que interessa é saber quais itens são fundamentais para que um site possa ser considerado como otimizado para o Google.

7 – Conheça mais sobre o formato AMP

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Logo amp

O Accelerated Mobile Pages (AMP) é um formato de página otimizada para um carregamento simplificado. O objetivo é atender ao conceito de Mobile First, no qual a arquitetura e o desenvolvimento são direcionados aos dispositivos móveis e, em seguida, aos desktops.

Este foi um formato bastante promissor porque permite um carregamento de página muito mais rápido. Por outro lado, também exige uma adaptação das páginas do site para o formato AMP.

Entretanto, neste ano de 2020, o Google afirmou que o AMP não é um fator de ranqueamento. Por que então estamos inserindo esse formato no guia? A razão é o fato de o AMP permitir entregar conteúdos com características amigáveis para o celular.

O AMP Stories é um formato que tem ganhado as primeiras posições no Google nos dispositivos móveis e que possui uma narrativa muito parecida com a que é usada pelo Instagram e Facebook

AMP Stories/Web Stories

Em 2019, o Google lançou o AMP Stories, um formato de entregas de notícias visualmente ricas que podem ser avançadas pelo toque. Esse recurso é bem semelhante aos Stories do Instagram.

O resultado visual do AMP Stories, ao ser aplicado em um site, se parece com o que se vê no link abaixo – o a experiência será muito mais legal ser você acessar do celular:

https://revista.magtab.com/storytelling-usando-videos-e-animacoes

O diferencial dos stories do Google é que eles não desaparecem após um determinado período de tempo. Vale reforçar que, normalmente, quem deseja trabalhar com esse formato deve valorizar vídeos e imagens.

Como criar um AMP Stories / Web Stories

Para criar um AMP Stories você precisa seguir alguns passos e usar códigos. Nesse caso, vale a pena contar com a ajuda de um desenvolvedor.

Para nossa alegria, o Google fez parte do trabalho e fornece um padrão de códigos abertos que podemos editar e colar. Para ter acesso, basta acessar este link:

https://amp.dev/documentation/components/amp-story/?referrer=ampproject.org

De forma geral, para executar projetos em AMP Stories você vai precisar:

  • Conhecimento básico de HTML, CSS e JavaScript
  • Uma compreensão básica dos principais conceitos do AMP
  • Um navegador da sua escolha
  • Um editor de texto à escolha
  • Em seguida, acesse este passo a passo.

Plugin para wordpress: Google Word Stories

O WordPress é um dos CMS (Sistema de gerenciamento de conteúdo) mais populares para a construção de sites. Uma das suas grandes vantagens é a facilidade que oferece para pessoas leigas realizarem ajustes on-page devido à simplicidade da instalação de plugins.

Os plugins funcionam como pequenos módulos que são inseridos no site para executar uma determinada função, sem que haja a necessidade de saber programar.

Neste ano de 2020, o Google anunciou que está desenvolvendo um plugin para o WordPress que tem o objetivo de ajudar os produtores de conteúdo a utilizarem os recursos do Web Stories.

Fique de olho!

8 – Produza conteúdo de qualidade

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produzindo conteúdo no computador

Para um jornalista que foca em SEO, além de saber da importância dos fatores técnicos on-page, é muito importante que priorize conteúdos de qualidade.

“Relevância e originalidade são fundamentais para conseguir destaque nas primeiras páginas do Google.”

Cuidado com a qualidade e a veracidade dos títulos para que eles não sejam entendidos como click baits, os chamados caça-cliques. Esse tipo de conteúdo tende a aumentar a taxa de rejeição do seu site, já que, muitas vezes, o usuário se depara com informações falsas ou de baixa qualidade.

Conteúdos evergreen

Quando você decide produzir conteúdos que também visam receber tráfego proveniente do Google, é importante investir em conteúdos que não possuam uma vida útil curta. No universo do jornalismo, esse tipo de conteúdo é conhecido como matéria fria. No marketing de conteúdo, ele é chamado de conteúdo evergreen.

Para ser considerado como tal, ele precisa ter uma relevância que permanece com o passar do tempo. Assim, ganha boas posições e torna-se fonte permanente de tráfego. Por isso, além das matérias factuais, tenha um plano para manter a produção não só das matérias frias, como também dos conteúdos de utilidade pública e de serviços. Sim! Lembre-se de que informações como: “o que abre e o que fecha no feriado” em um site têm uma função muito importante para o seus visitantes em determinadas épocas.

Outro aspecto ao qual você deve estar atenta e atento é quanto à atualização dos conteúdos: avalie sempre aqueles que podem ser aprimorados. É muito comum algumas notícias ou blogposts perderem ranqueamento com o tempo e, ao serem atualizados, recuperarem boas posições.

Não deixe suas matérias frias morrerem

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No SEO, atualização de conteúdo tem muito valor. As suas notícias podem ser melhoradas com informações novas, acrescentando palavras-chave ou sendo vinculadas a outras notícias mais recentes. Aproveite também para inserir recursos de áudio ou vídeos. No jornalismo, usamos o conceito da Pirâmide Invertida na construção um texto, ou seja, as informações mais importantes vão sendo desenvolvidas primeiro. Mas se você busca se destacar na web, considere aplicar novos estilos e técnicas de redação de conteúdo. Esse é um ponto que você deve considerar quando busca trabalhar SEO no universo jornalistas.

9 – Otimize cada página de conteúdo

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dicas de conteúdo

Muitos ainda acreditam que atualizar uma notícia para SEO é apenas inserir algumas palavras-chave estratégicas. Mas a verdade é que conseguir as melhores posições no Google exige um esforço maior. Já comentamos sobre os fatores onpage que devem trabalhados dentro do site. Neste tópico, abordaremos de forma mais específica alguns fatores onpage que devem ser trabalhados dentro de uma página.

Títulos e manchetes

Escrever títulos com foco em SEO exige ir além de apenas redigir um bom texto. É importante pensar em como o usuário irá encontrar a sua notícia. Quais termos ele ou ela costuma buscar para  informar-se sobre o assunto que você está publicando?

A partir desse ponto, tente inserir de forma natural as palavras-chave de busca utilizadas pelo seu leitor no título ou manchete.

URL

A maior parte dos jornalistas ainda não está habituada a observar pequenos detalhes técnicos ao concluírem a redação de uma notícia. A tendência é focar apenas na qualidade do texto.

Entretanto, para os jornalistas que desejam que seus conteúdos sejam encontrados no Google, a revisão também precisa passar pelas URLs. De forma geral, a URL gerada pela página tende a ser semelhante ao título que você criou para a notícia, o que pode gerar URLs bem grandes.

De forma geral, o Google tem se mostrado mais apto a valorizar URLs mais curtas. Por isso, antes de publicar, tente criar uma URL mais direta e concisa.

ATENÇÃO

A edição da URL deve ser realizada antes da publicação da notícia. Caso alguma modificação seja feita posteriormente, você pode mudar o endereço da URL da sua matéria e fazer com que o seu conteúdo não seja encontrado.

Se decidir fazer essas modificações, tenha certeza de que os redirecionamentos serão realizados da forma correta.

Title (título) e meta description

O title, também chamado de título, e a meta description são marcações HTML que fazemos no conteúdo e que irão definir como a informação aparecerá nas página de resultados de busca do Google.

exemplo de title e meta description

Quando você não se preocupa em configurar seu title e meta description, os mecanismos de busca fazem essa seleção automaticamente. Quando não editado, de forma geral, o title é extraído do título e a meta description é extraída de uma parte aleatória do seu conteúdo.

Foque na edição prévia desses dois elementos. É importante que o title tenha a principal palavra-chave usada pelos seus leitores quando buscam pelo assunto que você está abordando. 

Além disso, apesar da meta description não ser um fator de ranqueamento considerado pelo Google, ela pode ser fundamental na decisão do usuário em clicar ou não no seu conteúdo.

Tanto para o title quanto para a meta description há um limite de caracteres a serem utilizados. Atualmente, o title deve ter menos de 60 caracteres e a meta description não deve passar dos 156 caracteres. De tempos em tempos, o Google modifica esses valores, por isso, recomendamos que sempre verifique essa informação.

Alt text das imagens

Quando você insere uma imagem na sua matéria, existe um atributo chamado “alt text” (texto alternativo)  que deve ser observado com atenção. Como os robôs do Google ainda não fazem uma leitura muito precisa de imagens, eles utilizam o alt text para identificá-las.

Esse fato faz com que seja fundamental nomear a sua imagem corretamente e não com ‘IMG001’, ‘IMG002’. Ao subir uma imagem, não se esqueça também de creditar o fotógrafo.

Além disso, as descrições feitas no alt text são muito importantes para as pessoas com deficiência visual. O texto inserido neste campo é usado como referência para que elas saibam sobre o que se refere a imagem.  Você pode escrever por exemplo algo como: “Uma mulher sentada em uma cadeira vermelha com um notebook preto no colo, navegando pela internet.”

Para saber mais sobre otimização de imagens no SEO, confira nosso artigo:

https://www.expertamedia.com.br/seo/seo-uso-de-imagens-na-otimizacao-de-sites/

E pesquisa de palavras-chave?

chave e lupa sob uma página de site
Palavras-chave também são conhecidas como “keywords”

Uma das tarefas recorrentes de quem trabalha com SEO é realizar pesquisas de palavras-chave. O objetivo da tarefa é descobrir os principais termos buscados dentro um tema ou segmento. 

Atualmente, existem muitas ferramentas no mercado que podem te ajudar a encontrar o volume de buscas para os termos que você está utilizando, assim como a sua sazonalidade.

A pesquisa de palavras-chave também é uma excelente aliada para buscar novas ideias para produzir conteúdo. Ela pode te ajudar a entender sobre o que o seu público está querendo se informar ou o quão interessadas as pessoas estão em um tópico que você pretende abordar. 

A pesquisa de palavras-chave também pode te ajudar a tomar pequenas decisões do tipo: devo colocar no meu título o termo “malhar” ou “treinar”? Em uma rápida pesquisa, você pode checar quais das duas opções conta com o maior volume de buscas. 

Após executar uma pesquisa de palavras-chave, é hora de adaptar os termos trabalhados em suas title tags. Caso seja possível inseri-los na manchete de forma natural, o faça. Nas headings, você pode trabalhar alguns sinônimos ou derivações dos termos mais buscados. 

10 – Organize categorias e tags

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Antes de falarmos sobre as  otimizações de SEO que podem ser feitas pelos jornalistas, é importante entender a diferença entre categorias e tags.

  • Categorias: correspondem a um amplo agrupamento de postagens. No caso dos veículos de notícia, podem ser comparadas às editorias. As categorias existem para ajudar a identificar o que realmente é o seu blog ou site e, assim, guiar os seus leitores para o tipo certo de conteúdo. As categorias são hierárquicas e também podem ser subdivididas em subcategorias.
  • Tags: tendem a destacar detalhes específicos da sua postagem ou matéria. As tags não são hierárquicas e, por isso,  são consideradas como elementos independentes dentro do site.

Como exemplo, podemos usar

  • Economia (categoria)
    • Mercado financeiro (subcategoria)
      • Ações (Tag)
      • Renda fixa (Tag)

Um erro muito comum cometido por jornalistas e produtores de conteúdo é definir categorias e tags aleatoriamente dentro de um site. Isso pode fazer que seus conteúdos comecem a competir entre si, o que chamamos de canibalização.

Faça um planejamento e crie um padrão para tags e categorias. Caso esteja em dúvida sobre quais tags utilizar, prefira não usá-las.

11 – Use o protocolo HTTPS

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Desde 2014, o Google adotou o protocolo HTTPS (Hyper Text Transfer Protocol Secure) como um fator de ranqueamento.

Mas o que o que é o HTTPS?

O HTTPs é um protocolo de segurança que permite a troca de informação de um site com o servidor.  A indicação deste protocolo pode ser vista na barra de endereço dos sites por meio de um desenho de cadeado. exemplo do site Experta Media com HTTPS

Em alguns casos você verá um cadeado, em outros não. Quando você não encontrar esse cadeado, no lugar do HTTPS estará o HTTP, que era bem mais comum até bem pouco tempo atrás.

O Google valoriza os sites que possuem o HTTPS porque eles oferecem segurança ao usuários, principalmente quando compartilham dados pessoais, como os dados de cartão de crédito, por exemplo.

Caso o seu site não tenha o HTTPS, você poderá instalá-lo. Verifique se seu servidor de hospedagem oferece o recurso gratuitamente. Caso não, é possível providenciar certificados gratuitos por meio de plataformas como o Let’s Encrypt.

12 – Faça a linkagem interna das páginas do seu site

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linkagem interna
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Quando falamos de links internos, estamos nos referindo a links que apontam para outras páginas do mesmo site. Os links internos colaboram para estabelecer a arquitetura do site e aprimorar sua navegabilidade.

Lembra-se de que no item 2  falamos sobre as visitas que os robôs do Google fazem ao nosso site? As linkagens internas facilitam a navegação desses crawlers. Dizemos que uma página está “órfã” quando ela não recebe e nem envia links para as outras páginas do mesmo site.

Texto-âncora

Ao realizar qualquer tipo de linkagem, você seleciona uma palavra ou expressão para receber o link. Este termo é o que chamamos de “texto-âncora” ou “anchor text”.

Cuide para selecionar textos-âncora que ofereçam uma noção do tópico que você deseja referenciar. Além disso, na medida do possível, utilize variações de textos-âncoras, evitando trabalhar sempre com as palavras-chave exatas.

Em nosso artigo Mitos do Link Building falamos mais sobre a utilização do texto-âncora:

https://www.expertamedia.com.br/mitos-do-link-building/

13 – Trabalhe o link building e os backlinks de qualidade

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Jornalistas e sites de notícias geralmente oferecem muita resistência em inserir links para outros sites em seus textos. Entretanto, isso não deveria ser um problema, já que o seu site e a sua matéria também vão precisar de backlinks para melhorar o posicionamento no Google.

baixar infográfico o impacto dos backlinks no ranqueamento do Google
Confira dados que comprovam o impacto dos backlinks no ranqueamentos do Google

Se houver um link relevante que agregue valor aos leitores, por que não incluí-lo? Dessa, maneira você também poderá contribuir com a autoridade de outros sites. O Google enxerga os links de um site para outro como votos de confiança.

Por isso, você também deverá trabalhar para receber links de outros sites com boa autoridade. Divulgar a sua notícia é fundamental para que esse processo ocorra de forma natural e espontânea.

Leia nosso artigo sobre como obter backlinks de qualidade.

Links dofollow, nofollow, sponsored e UGC

Um detalhe importante deve ser reforçado: links também possuem atributos e os mais conhecidos são dofollow, nofollow, sponsored e UGC. Esses atributos servem para o Google filtrar os backlinks naturais dos backlinks pagos.

Para entender mais sobre atributos de links, leia nosso artigo aqui:

https://www.expertamedia.com.br/links-nofollow-sponsored-e-ugc/

Caso o Google considerasse qualquer tipo de link para avaliar a autoridade de um site, bastaria investir em banners de anúncios e conteúdos com links pagos para que um site conseguisse um bom ranqueamento. Mas não é o que ocorre.

Por isso, quando queremos indicar para o Google que um link não é natural ou que estamos trabalhando uma linkagem que envolve uma publicidade, precisamos inserir o atributo “nofollow” ou “sponsored”,  o que pode ser feito no código HTML, como no exemplo abaixo:

<a href=”http://www.example.com” rel=”nofollow”>Example</a>

<a href=”http://www.example.com” rel=”sponsored”>Example</a>

Conclusão

Fazer SEO é muito mais do que realizar uma pesquisa de palavras-chave e inseri-las ao longo de um texto. Boa parte dos jornalistas ainda pensa que a função da aplicação do SEO é de responsabilidade dos desenvolvedores ou profissionais ligados à tecnologia, o que não é verdade.

Este pensamento representa não só uma limitação como também a perda de uma oportunidade de ampliação do foco da profissão. Jornalistas e produtores de conteúdo que se dedicam a entender e a aplicar os conceitos de SEO conseguem não só maior projeção dos seus conteúdos como melhores oportunidades no mercado de trabalho.

Para sites e veículos de notícias, também é fundamental a presença de profissionais que estejam preparados para monitorar e pensar estratégias de SEO.

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Quer falar mais sobre SEO e link building na sua empresa? Entre em contato. Estamos prontas para te atender!

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4 coisas para saber antes de comprar backlinks

Link building ajuda a criar boas referências do seu domínio para que o Google leia de forma positiva. Sendo assim, fazer link building da forma certa pode ser uma das melhores maneiras de otimizar seu ranqueamento no Google.

Mas construir um perfil de backlinks de qualidade não é uma tarefa tão fácil. E existem alguns pontos que você precisa saber antes de começar a sua estratégia de conquista de links. Neste processo podem surgir dúvidas como:

Para acabar de vez com com toda confusão e desinformação, preparamos esse pequeno manual com quatro coisas que você precisa saber sobre link building. Afinal, sem seguir os passos básicos, você corre o risco de prejudicar o seu site e, em casos extremos, ter o seu site penalizado pelo Google.

Você realmente precisa de backlinks?

ilustração de uma mulher pensativa trabalhando em seu laptop sob uma escrivaninha
fonte: freepik.com

A resposta mais direta é: sim. Muitas pessoas ouvem falar sobre backlinks, mas não tem a noção do que são e sobre o impacto deles em uma estratégia de SEO.

Apesar de o Google não revelar como funciona seu algoritmo e os critérios de ranqueamento, ele sempre reforçou a importância dos links. É inegável o peso que eles possuem na decisão do buscador  para classificar os sites em suas páginas da SERP.

Pesquisas feitas por empresas renomadas como MOZ e Ahrefs mostram que os sites que o Google busca ranquear bem são aqueles que possuem boa autoridade. Por isso, ele considera cada backlink como um voto para seu site.

Assim, podemos dizer que quanto mais links vindos de sites com boa reputação você conquista, mais chances de ser considerado como uma boa fonte de reputação você tem.

Esta é uma forma resumida de dizer que se você deseja obter as melhores posições no Google, principalmente em segmentos muito competitivos, você vai realmente precisar de uma estratégia de link building.

Você será penalizado por construir backlinks?

 

ilustração de duas páginas de um site conectadas pelo símbolo de link, como se fosse um elo de uma corrente, representando link building
fonte: freepik.com

Essa é uma das principais dúvidas e mitos do link building. Entretanto, o Google geralmente penaliza sites que constroem links de forma artificial. Podemos citar uma estratégia muito comum e pouco recomendada:

  • PBN  (Private Blogs Network) – trata-se de uma rede privada de blogs e sites feitos com o único intuito de levar links para um site.

Não use esse tipo de estratégia!

Outro cuidado que você pode ter é o de evitar ganhar vários links de fontes duvidosas em um único dia. Outro aspecto importante sobre link building e riscos de punição são os textos-âncora.

Lembrando que texto-âncora (ou anchor text) é o grupo de palavras ou expressões na qual você insere o link para uma página. De forma geral, as pessoas tendem a colocar a palavra-chave que deseja ranquear no texto-âncora. Mas se você exagerar, o Google pode entender como manipulação.

Para prevenir que isso ocorra, varie as palavras e expressões que você usa como texto-âncora. Inclua também frases naturais, o nome da marca, além de expressões como “clique aqui” ou “saiba mais”.

Quais tipos de links você deve obter?

 

Ganhar links não é uma fórmula tão simples. Isso porque existe uma grande diversidade de tipos de links. Aqui na Experta Media já testamos vários deles e selecionados  aqueles que trazem mais resultados, de forma segura e duradoura.

Podemos falar de dois tipos que são muito importantes para basear uma estratégia.

  • Links de sinais sociais ou de base: são links fáceis de conquistar porque podem ser obtidos por meio da criação de perfil nas redes sociais, comentários em blogs e pelo Google Meu Negócio, por exemplo. Esse tipo de link não irá impactar diretamente no ranqueamento das palavras-chave que você deseja, mas irão funcionar como um sinal para mostrar ao Google que o seu negócio é real. O que também é um sinal de autoridade.
  • Links em conteúdos ou in-content: são os links encontrados dentro de textos em sites que direcionam para um outro site. É o que ocorre quando um site de jornal ou artigo de blog menciona a sua empresa e envia um link para ela.

Quando esse processo de menção envolve sites relevantes e respeitados e você usa como texto-âncora os termos para os quais deseja ranquear, o Google entende como uma dica a ser levada em consideração na hora de decidir qual página colocará nas primeiras posições.

Uma das maneiras de obter bons backlinks em sites de qualidade é distribuindo conteúdo relevante, útil e contextualizado para veículos que tenham afinidade com a temática que você está abordando no seu negócio.

Assim, você aumenta as chances de conseguir ranquear o seu site para palavras-chave que realmente importam para sua marca e para a conversão das suas vendas.

Como você pode começar a comprar backlinks?

ilustração de uma mão tocando em uma tela de computador com uma página de site aberta
fonte: flaticon.com

Tomar a decisão de investir em um projeto de ganho estruturado e recorrente de backlinks é uma das principais questões que rondam a cabeça dos profissionais de marketing.

Entretanto, é muito importante ter em mente que se você não conquistar links, provavelmente terá um projeto menos competitivo e sem um desempenho efetivo nos mecanismos de busca.

Não importa qual estratégia você irá escolher para começar o seu projeto de link building. O importante é que ele seja construído de forma natural e que realmente leve o seu site a ganhar autoridade.

Quando você decide comprar links por meio da contratação de uma agência de distribuição de conteúdo ou de assessoria de imprensa digital, é fundamental que você cheque a experiência da equipe em SEO e Marketing de Conteúdo.

Dessa forma, você terá a chance de ter resultados mais assertivos e que te permitem competir por um bom posicionamento nas palavras-chave que realmente importam para seu negócio.

Caso você deseje se aprofundar mais sobre o assunto, confira o artigo a seguir sobre as vantagens de contar com agências que fazem este tipo de trabalho especializado com link building :

https://www.expertamedia.com.br/vantagens-agencia-de-link-building/

A Experta Media é especializada neste tipo de serviço e estamos prontas para ajudar. Entre em contato conosco caso tenha alguma dúvida ou queria entender mais sobre nosso trabalho.