Marketing de Conteúdo

Produção de conteúdo para web, o que considerar?

Atualmente todos nós somos ao mesmo tempo produtores e consumidores de conteúdos no universo digital.

Mas produzir um texto, vídeo ou áudios para a internet não é uma tarefa meramente intuitiva. Há muito trabalho por trás dessa atividade.

Pode não parecer, mas um artigo como este que você está lendo requer muitas etapas para chegar onde se quer: estratégia, pesquisa e muito estudo são apenas alguns dos aspectos a serem considerados.

Neste artigo vamos falar sobre:

  • Estratégia da produção de conteúdo
  •  As etapas dos processos de produção de conteúdo
  • Mensuração de resultados

Importância da estratégia na produção de conteúdo

ilustração de pessoas interagindo com papel, lápis, livros e uma lupa, representando Principais elementos e definições
fonte: freepik.com

A produção de conteúdo é uma parte importante da estratégia de comunicação dentro de uma empresa. É por meio de canais como blogs, podcasts, e-books, vídeos e posts nas redes sociais que a empresa se comunica com o seu público.

Dessa forma, precisa seguir um planejamento estratégico para que o resultado almejado seja alcançado. Para isso precisa seguir um passo a passo que precisa ser revisitado com frequência.

Uma boa estratégia precisa seguir o seguinte roteiro: planejamento, definição de pautas, redação, revisão, testes, análises e reestruturação.

O primeiro passo do planejamento estratégico é a definição do objetivo daquele conteúdo. Em nível macro precisamos saber qual i resultado você espera com essa ação.

Gerar visibilidade? Gerar renda? Aumentar o número de seguidores? Aumentar o engajamento?

São muitas as possibilidades que um conteúdo pode oferecer. Uma empresa nova, por exemplo, pode querer apenas visibilidade, enquanto outra que já possua uma boa base de seguidores pode querer melhorar a conversão de leads (vendas).

E para cada tipo de objetivo será preciso um tipo de conteúdo específico.

Além disso, também é preciso pensar, a cada conteúdo, para qual etapa do funil de vendas aquele material será destinado. Explico: o funil de vendas considera a jornada do usuário.

Essa jornada começa quando o cliente em potencial descobre que tem um problema a ser resolvido, passa pela consideração das diversas formas possíveis de resolvê-lo até chegar à decisão final de como vai resolver a sua questão inicial.

Para que uma estratégia de marketing de conteúdo seja eficiente é preciso que a produção contemple todas essas etapas considerando: formato, linguagem e o tipo de material a ser produzido (blog post, vídeo, áudio etc.).

Vale lembrar que embora os canais de You tube e os podcasts estejam em franco crescimento, os blog posts são ferramentas úteis para qualquer etapa da jornada de busca. Portanto, jamais deve ser desconsiderado dentro da estratégia.

A maior parte do que você produz precisa ter como objetivo resolver um problema do usuário, não falar sobre o seu produto. Já falamos aqui no blog que o marketing de conteúdo não é sobre a sua empresa, mas sobre seu cliente.

Sendo assim, o próximo passo do planejamento é a definição de temas, ou seja, quais os assuntos serão tratados nos textos produzidos para os canais da companhia.

Para isso, será preciso passar por:

  • Análise de concorrência
  • Definição de personas
  • Pesquisa de palavras-chaves

Definição de pautas

ilustração de um escritório com pessoas trabalhando
fonte: freepik.com

As pautas são um direcionamento dado ao produtor de conteúdo. Ela deve ser produzida com base na definição dos temas e da estratégia necessária para a divulgação de determinado material.

Tudo começa pela pesquisa de palavras-chaves. São palavras relacionadas ao negócio que podem gerar um bom tráfego para o site ou blog. Cada palavra-chave é um potencial texto para ser produzido.

Ela precisa considerar a intenção de busca do usuário, por isso, é importante o conhecimento aprofundado da persona, ou seja, do “consumidor ideal” do seu produto e/ou conteúdo. Isso e feito por meio de pesquisas criteriosas aplicadas pelos profissionais do marketing digital.

Redação de conteúdo

ilustração de um texto em uma tela de computador
fonte: flaticon.com

Quando falamos em redação para a web não podemos esquecer do SEO (Search Engine Optimization). Trata-se de um conjunto de técnicas cujo objetivo é melhorar a performance do conteúdo perante os motores de busca.

Um conteúdo que utiliza dessas ferramentas consegue ter muito mais destaque nas páginas iniciais do Google, Bing e outros sites especializados em oferecer respostas às buscas dos usuários.

Para saber mais sobre a importância do SEO na produção de um conteúdo, veja esse artigo.

Além de pensar em clareza, objetividade e na gramática, é preciso criar um conteúdo que seja suficientemente convincente para levar o leitor a interagir de alguma forma com o conteúdo e, consequentemente, converter em vendas.

A redação dentro da estratégia de produção de conteúdo precisa ser construída de forma a convencer o usuário de que o seu produto é o melhor para atender as dores dele.

Para isso é preciso que o redator conheça bem sobre a empresa e o cliente para que o texto venda a mensagem que a empresa quer passar para o seu público de forma realmente eficiente.

Para isso, é preciso que o texto possua uma boa escaneabilidade. O que isso significa?

Que a leitura dinâmica seja facilitada, ou seja, é preciso que em uma simples “passada de olhos” pelo conteúdo, o usuário consiga entender sobre o que será tratado.

Para isso é importante se atentar a alguns pontos:

  • Cuidar dos H’s
  • Evitar parágrafos com mais de três ou quatro linhas
  • Focar em construções diretas
  • Usar recursos gráficos como imagens, tabelas, infográficos e até GIFs animados (caso a análise de persona permita)

Se você se interessou no que foi exposto e deseja se aprofundar em técnicas de SEO, convidamos você a conhecer nosso Guia de SEO para jornalistas e produtores de conteúdo.

Mensuração de resultados

ilustração de uma mulher pensativa trabalhando em seu laptop sob uma escrivaninha
fonte: freepik.com

Quando todas as etapas estiverem rodando do jeito que você quer será preciso avaliar os resultados.  Só será possível fazer isso quando você entender os seus KPI’s (Indicadores de performances).

Esses indicadores estão diretamente ligados aos objetivos traçados no início do planejamento estratégico. E todos eles precisam ser mensuráveis.

Um bom KPI deve ser: importante, simples de se entender, mensurável e capaz de levar a alguma ação positiva.

De forma resumida, não podem ser KPIs resultados como autoridade, reconhecimento, felicidade do cliente ou cooperação com o time de vendas. Nada disso pode ser medido.

Para ficar mais fácil, vamos tomar como exemplo um estúdio de pilates que pretenda virar autoridade no assunto. Um bom KPI que indique se esse resultado está sendo alcançado é a quantidade de menções em redes sociais e as visitas no site ou página da empresa.

Conclusão

A produção de conteúdo digital é fundamental para um bom desempenho de uma empresa no mercado.

Um produto que é útil, fabricado dentro do que determina a lei, com alto padrão de qualidade aliado a uma estratégia de comunicação sólida só tem a ganhar com a produção de conteúdo que siga os critérios mencionados acima.

No entanto, é preciso ter em mente que o planejamento precisa ser revisitado com frequência para garantir que a estratégia atinja os resultados pretendidos.

Jornada do consumidor: mais confusa do que você imagina

Esse é um teste para você que trabalha com Marketing de Conteúdo ou Inbound Marketing.

Diga quais são as etapas da Jornada do Consumidor (antes de responder, é melhor ler até o final).

Para começar essa conversa, vale reforçar que qualquer pessoa que trabalhe com Marketing precisa entender a Jornada do Consumidor, que nada mais é do que o mapeamento do caminho percorrido pelo cliente até a tomada de decisão de compra.

No vídeo abaixo do nosso curso de SEO para jornalistas, você pode pode ouvir uma breve explicação.

A base está toda aí. Se você quer refletir e aprender mais sobre esse processo, vai encontrar neste artigo:

  • Modelos de mapeamento da jornada do consumidor no Marketing;
  • As etapas da jornada do consumidor mais utilizada atualmente;
  • O novo modelo de jornada do consumidor trazido pelo Google;
  • A importância da economia comportamental na elaboração da jornada do consumidor.

Entretanto, podemos começar por pensar que se não atualizarmos nosso pensamento sobre o percurso do consumidor, vamos acabar explicando o comportamento do século 21 com modelos do século 20.

Agir assim não daria certo simplesmente porque com o aumento do universo de escolhas – trazido principalmente pela internet – e com uma maior complexidade nas tomadas de decisão, houve uma mudança profunda no cenário do comportamento do consumidor.

Jornada do consumidor

Jornada de compra seu processo histórico de construção de modelos

Não é de hoje que os profissionais do Marketing buscam entender qual é a trajetória de seus clientes até a decisão de compra. Estamos aqui, neste momento, nos perguntando: será mesmo um conjunto de etapas lineares como costumamos propagar por aí?

Essa é uma questão que tem desafiado profissionais desde o século XIX.

Em 1898, um primeiro modelo – muito utilizado até hoje – foi criado pelo publicitário Elmo Lewis, o AIDA. Nele, Lewis destacou os estágios cognitivos pelos quais um indivíduo passa durante o processo de compra de um produto ou serviço.

A: Atenção

I: Interesse

D: Desejo

A: Ação.

Modelo AIDA no Marketing

Se você atua em Marketing ou Publicidade e nunca ouviu falar desse modelo, volte uma casa e comece essa pesquisa já.

Mais aprendizados e descobertas sobre a jornada do cliente

 

Desde o surgimento do modelo AIDA, o conceito foi se desenvolvendo e se adaptando às novas realidades sociais. Veio a ideia de funil (William Townsend, 1924), o Momento da Verdade (Jan Carlzon, 1986) e algumas outras propostas como:

  • DAGMAR (1964): Russell Colley adicionou um importante estágio de pré-consciência ao modelo de funil.
  • ATR-N (1997): modelo criado por Ehrenberg que enfatiza a importânica da experiência e interação pós-compra.
  • Primeiro e segundo momento da verdade (2005): A.G. Lafley se baseia no modelo de Jan Carlzon. Ele distinguindo entre olhar para o produto e então usá-lo e define como primeiro e segundo momento da verdade.
  • A jornada do consumidor McKinsey (2009):  o chamado estágio de “avaliação ativa” da McKinsey atualiza a tomada de decisão, refletindo como um processo menos linear e ativo. O modelo apresenta o “ciclo de fidelidade”.
  • ZMOT (2011): O Google amplia os conceitos de Carlzon e Lafley e traz o momento zero da verdade, que é quando começamos a aprender sobre um produto ou serviço.

Não podemos deixar de lado as pesquisas do pai de Marketing, Philip Kotler. Ele foi responsável por elucidar melhor os conceitos de:

  • Marketing 1.0: centrado no produto.
  • Marketing 2.0: centrado no consumidor.
  • Marketing 3.0: centrado no ser humano (colaboração, cultura e espiritualidade).
  • Marketing 4.0: centrado na conexão.

A partir da constatação que as nossas decisões não tomadas só com bases em nossas decisões, mas também influenciadas por nossas relações, Kotler desenhou destacou a trajetória dos caminhos do consumidor em um mundo conectado, que conta com as seguintes etapas:

  • Assimilação: os consumidores são passivamente expostos a informações.
  • Atração: os consumidores processam as mensagens, criando memória de curto prazo ou ampliando as memórias de longo prazo.
  • Arguição: os consumidores pesquisam ativamente, obtendo informações adicionais de amigos, familiares, mídia e/ou direto com as marcas.
  • Ação: os consumidores decidem comprar e interagir.
  • Apologia:  os consumidores podem desenvolver uma sensação forte de fidelidade à marca, comprando novamente ou se tornando advogados da marca.

Todos esses estudos e pesquisas nos ajudaram a chegar em uma estrutura que se popularizou bastante nos últimos anos entre os profissionais de Marketing de Conteúdo e Inbound Marketing.

E, por isso, aqui volto a perguntar?

Quais as etapas da Jornada do Consumidor quando elaboramos uma estratégia de Marketing de Conteúdo?

Basicamente, quando falamos sobre Inbound Marketing e Marketing de Conteúdo usamos um modelo de jornada com 3 etapas:

Etapas da jornada do consumidor

  • Conhecimento/descoberta: o momento em que o seu potencial cliente está enfrentando ou expressando sintomas de algum problema ou questão.  Por causa disso, ele inicia uma pesquisa educativa para tentar ter uma compreensão mais clara do que está acontecendo para enquadrar e dar nome ao seu problema.
  • Consideração: a fase da consideração é quando o consumidor claramente definiu qual o seu problema ou oportunidade e está disposto a pesquisar todas as possibilidades e métodos para resolver o problema ou oportunidade definida
  • Decisão: etapa na qual o consumidor está decidido quanto à estratégia, método ou abordagem da solução. Neste momento, ele geralmente lista todos os fornecedores disponíveis ou produtos aptos a resolver a questão. Para tomar uma decisão, ele continuará a pesquisar, até conseguir checar todos os fatores necessários para decidir onde e como realizar a sua compra

Atenção! Cabe ressaltar que você pode encontrar variações com mais etapas, mas ideia central é a mesma.

Os caminhos mutáveis da jornada do seu cliente

Após mergulharmos em todos os modelos acima, tendemos a pensar em um percurso de jornada e inferir que ela ocorre sempre dentro do mesmo processo. É aí que corremos o risco de de cair na armadilha de colocar tudo dentro de caixinhas fixas, quando planejamos e executamos uma estratégia de Marketing de Conteúdo.

O que não faz nenhum sentido, já que uma certeza que temos é de que estamos em uma estrutura de rede e muita fluida. Podemos navegar por diferentes espaços, em um constante ir e vir.

Concentrar-se somente na jornada, pode resultar em uma lista de pontos de contato que as pessoas atingem ao longo do caminho para a compra. “Mas, enquanto essas listas oferecem informações valiosas sobre os lugares que as pessoas vão durante sua jornada on-line, elas podem não abordar uma questão igualmente importante, que é entender por que um comprador acabou tomar a decisão que tomaram.” (Decoding Decisions –  Making sense of the messy middle –  Think With Google)

Aceite, a jornada é  mais complexa e confusa do que imaginamos

Marketing in the messy middle

Em agosto deste ano, o Think With Google divulgou uma pesquisa na qual Alistair Rennie e Jonny Protheroe, que trabalham na equipe de insights da companhia, mostraram como as decisões de compra são mais complexas do que imaginamos e se parecem com a imagem abaixo:

A complexa jornada do consumidor

Os pesquisadores chamaram de um processo de marketing em um meio bagunçado (Marketing in the messy middle). E um ponto importante que deve ser destacado é: mais do que saber o caminho trilhado pelo consumidor, devemos responder a uma outra pergunta: como os consumidores decidem o que querem comprar e de quem querem comprar?

O processo se parece muito mais com isso aqui:

Modelo de jornada do consumidor do Google - Jornada complexa messy middle

O estudo mostrou que as pessoas tomam decisões de maneira confusa e as etapas de compra estão muito longe de serem um processo linear. Em meio a essa complexidade, duas formas de o consumidor se comportar se destacam:

a exploração, que é uma atividade expansiva, e a avaliação, uma atividade redutiva.

De acordo com os pesquisadores, as pessoas circulam entre esses dois modos até tomarem uma decisão de compra, muitas vezes influenciadas por vieses cognitivos.

  1. Análises heurísticas: Descrições curtas de especificações-chave dos produtos podem simplificar as decisões de compra.
  2. O poder do agora: Quanto mais tempo a pessoa espera por um produto, mais fraca se torna a proposta.
  3. Confirmação social: Recomendações e comentários de outros podem ser bastante persuasivos.
  4. Viés de escassez: Quanto mais se reduz o estoque ou a disponibilidade de um produto, mais desejável ele se torna.
  5. Viés de autoridade: Ser convencido por um especialista ou uma fonte confiável.
  6. O poder do gratuito: Um presente gratuito junto de uma compra, mesmo que sem qualquer relação, pode ser um grande motivador.

(Fonte: Think With Google)

Cada um desses vieses tendem a impactar o consumidor que está todo o tempo exposto a diferentes estímulos. E mais do que isso, indo e voltando nessa jornada sem começo, meio e fim.

Conclusão

Não dá para pensar o Marketing de Conteúdo sem olhar para os processos de tomada de decisão sob a ótica das ciências comportamentais. Mais do que nunca, elas são ferramentas poderosas para conquistar seu consumidor em essa jornada tão confusa.

Modelos e fórmulas prontas podem nos ajudar em um primeiro momento. Mas, muitas vezes, nos deixam apenas na superfície. Para conseguir resultados significativos para sua estratégia será necessário entrar na caótica mente do cliente.

Por isso, volto a perguntar:

Qual a jornada do seu cliente?

Como aplicar SEO nas estratégias de Marketing de Conteúdo

O mundo da comunicação vem sofrendo uma série de mudanças ao longo dos tempos. Cada vez mais essa é uma área que requer estratégias bem específicas para alcançar resultados. Uma das que não pode ficar de fora é o Marketing de Conteúdo que, apesar de muito popular, ainda é usado com pouca estratégia e sem pensar em SEO.

Mas antes de chegar nesse ponto, cabe ressaltar que foi-se o tempo em que para divulgar uma marca bastava aliar um bom planejamento de vendas, uma campanha publicitária na TV em horário nobre.

As demandas sociais mudaram, especialmente nos últimos meses marcados pelo uso da tecnologia na mediação de todas as relações humanas.

Comunicar nunca foi tão importante. Mais ainda: comunicar usando a web. Até então restrita a negócios pontuais, a web tornou-se vital para a sobrevivência de todo tipo de empresa.

Não estar na internet é como não existir.

Os novos tempos trouxeram outras formas de se mostrar ao mundo. O padrão de consumo mudou completamente e cada vez mais pessoas “compram” pessoas e pagam por experiências mais do que por produtos.

Sendo assim, a divulgação de marcas, produtos e pessoas (sim, precisamos nos “vender” digitalmente) também mudou.

Neste guia você vai entender como funciona esse novo universo em que expressões como “marketing de conteúdo”, “SEO”, “jornada do cliente”, “experiência do usuário”,     “palavras-chaves” e “produção de conteúdo” circulam em todas as redes sociais.

Aqui você vai aprender:

  1.  O conceito de marketing de conteúdo
  2. A importância dos blogs
  3. A definição de SEO
  4. O que é intenção de busca do usuário e sua importância
  5. Como escrever um texto otimizado para SEO
  6. A importância dos backlinks para uma estratégia de SEO
  7. Como usar a assessoria de imprensa como aliada do marketing de conteúdo
  8. O que não fazer numa estratégia de SEO

E se ainda restar alguma dúvida você pode acessar nosso dicionário de SEO para deixar o assunto mais fácil.

1. Marketing de conteúdo: o que é e como fazer

ilustração de uma mulher pensativa trabalhando em seu laptop sob uma escrivaninha
fonte: freepik.com

Engana-se quem pensa que o Marketing de Conteúdo é uma novidade ou apenas aplicável o ao marketing digital: ele existe há décadas. Um grande exemplo é o Guia Michelan, publicado pela primeira vez em 1900.

De forma resumida trata-se de produzir conteúdo relevante e útil. Parece com publicidade, mas não é. Muito pelo contrário. Para deixar mais fácil, vamos usar o conceito do pai do Marketing, Philip Kotler:

Marketing de Conteúdo é uma abordagem que envolve criar, selecionar, distribuir e ampliar conteúdo que seja interessante, relevante e útil para um público claramente definido com o objetivo de gerar conversas sobre esse conteúdo. O Marketing de Conteúdo também é considerado outra forma de branding journalism (jornalismo de marca) e branding publishing (publicações de marca) que cria conexões mais profundas entre marcas e consumidores.

Em suma, o conteúdo produzido não é sobre uma marca ou produto específico é sobre o interesse dos clientes em potencial.

Confuso?

Suponhamos que eu tenha uma escola e opte por criar uma estratégia de marketing de conteúdo. Ao invés de eu escrever um post com um título como:

“Minha escola tem a melhor infraestrutura da cidade”

Eu escreveria:

“Saiba como escolher a melhor escola para o seu filho”

Percebe a diferença?

No primeiro eu falo sobre mim, no segundo eu atendo uma demanda típica do meu público. E é assim que se faz um bom Marketing de Conteúdo.

Por que investir em Marketing de Conteúdo?

São muitas as respostas para essa pergunta. De forma resumida, uma boa estratégia de Marketing de Conteúdo vai:

  • Expor a marca ao público
  • Fidelizar clientes
  • Educar o mercado
  • Diminuir custos
  • Gerar negócios
  • Criar relacionamento

Não é pouca coisa, não é mesmo?

Mas também não é magia. Marketing de Conteúdo é marketing, logo tem: objetivos, processos, documentação e mensuração de resultados.

O que significa que requer planejamento estratégico. E o primeiro passo para isso é responder três perguntas básicas:

  • Por que você faz o que você faz?
  • Para quem você faz?
  • Como você faz?

Com essas respostas será possível traçar objetivos e definir quais serão os indicadores de performance que serão considerados na hora de analisar os resultados. Isso é o que chamamos de KPI (Key Performance Indicator).

Podem ser KPIs interessantes: número de visitas no seu site, número de menções à sua marca nas redes sociais, quantidade de vendas realizadas etc.

Com isso definido é hora de entrar no território mais importante: o conhecimento do seu público. Como fazer isso?

Definindo a persona do seu negócio, ou seja, um personagem fictício que representa o seu “consumidor ideal” e vai guiar a sua estratégia de produção de conteúdo.

Esse personagem é criado por meio de dados obtidos de pesquisas, que podem ser on-line ou presenciais, a depender dos objetivos do seu negócio.

Outro ponto importante do marketing de conteúdo é a definição dos canais (redes sociais, e-mail, panfletos, blog etc.) e formatos (vídeo, texto, imagem, áudio etc) que o seu conteúdo usará para chegar ao público-alvo.

Isso também é definido com base na pesquisa de persona.

2. A importância dos blogs para o Marketing de Conteúdo

ilustração de uma tela de computador com uma página aberta e duas mulheres na frente interagindo com a cena
fonte: freepik.com

Quando escutamos falar em blogs logo imaginamos aquele formato inicial em que as pessoas (geralmente adolescentes) escreviam sem critério algum, apenas para expor seus sentimentos e pensamentos sobre a vida.

Mas, assim como tudo no Marketing de Conteúdo, essa relação também mudou. Os blogs hoje são vistos pelos especialistas em produção de conteúdo como peça fundamental na estratégia.

Isso porque eles permitem que você tenha total controle e crie sua própria audiência, permite que sua página seja reconhecida e indexada pelos algoritmos dos motores de busca.

Falaremos mais sobre isso adiante, mas você pode entender melhor a importância de criar e abastecer um blog neste material.

3. SEO: o que é e para que serve?

pesquisa do termo seo em um buscador online
fonte: freepik.com

Agora que você já sabe como funciona o marketing de conteúdo, seus objetivos e relevância vamos entender o famoso SEO (Search Engine Optimization).

De forma bem simplificada, o SEO é um conjunto de protocolos e técnicas que têm por objetivo fazer com que seu conteúdo seja encontrado pelos motores de busca e, consequentemente, melhore o seu desempenho.

Ou seja, utilizando os recursos de SEO on –page (conteúdo e parte técnica) e off-page (conquista de backlinks) será possível aparecer em uma boa classificação na SERP, a página de busca do Google.  E é assim que vamos construindo a autoridade do seu site.

Neste material falamos mais detalhadamente sobre o SEO.

4. Conhecendo a intenção de busca do seu cliente

ilustração de uma mão segurando lupa em uma tela de computador com uma página de site aberta e outras ao redor, exemplificando a relação do link building com SEO
fonte: freepik.com

Já falamos aqui que o marketing de conteúdo não é sobre você ou sua empresa, mas sobre o seu cliente, também chamado de usuário pelos especialistas.

Isso porque é nele que o Google está focado. Quanto melhor fora a experiência do usuário que acessa o seu site, mais o buscador gostará de você e mostrará seu conteúdo para um número maior de pessoas.

Compreender melhor como funcionam os algoritmos do Google é importante, mas por ora você precisa entender como funciona a jornada de busca do usuário, composta por três etapas: descoberta, consideração e decisão.

1 – Descoberta

A fase de descoberta é aquela em que o usuário descobre que tem um problema e quer saber mais sobre como resolvê-lo.

Pegaremos o exemplo citado no item 1, o conteúdo “como escolher a melhor escola para o seu filho” seria ideal para o topo do funil de vendas dessa escola.

A pessoa precisa de uma escola, mas ainda não sabe bem o que procura.

Estamos a léguas da conversão em vendas ainda, mas esse tipo de conteúdo traz visibilidade para a marca.

Os formatos mais indicados nesse caso seriam: vídeos, blogs posts e redes sociais, sem cobrar nada do usuário pela aquisição daquele conhecimento.

2 – Consideração

Na etapa seguinte, após pesquisar, o usuário já sabe que vai precisar de ajuda para resolver o problema que descobriu.

No nosso exemplo, seria a hora em que nosso cliente em potencial encontraria artigos como:

“O que considerar na hora de escolher a escola”

“Conheça as diferentes metodologias de ensino”

O foco desses conteúdos já é a conversão e podemos contar com a presença de formulários para acessar conteúdos mais elaborados como e-books ou webinários, por exemplo.

Blog posts e vídeos ainda são bem vindos nessa etapa de meio de funil.

3 – Decisão

Após ter contato com diferentes tipos de conteúdos, o usuário já sabe como resolver o problema e o que precisa. Agora é hora de escolher o melhor produto.

E é aqui que entram os conteúdos mais publicitários, que podem ser enviados pelo e-mail fornecido na etapa anterior em forma de newsletter ou apresentação de cases de sucesso.

No caso da escola, seria a hora de apresentar a metodologia adotada, a infraestrutura que oferece, os diferenciais.

Uma sugestão de título seria “Veja como nossos ex-alunos conseguiram ir longe”

“Conheça a melhor infraestrutura educacional da cidade”

Essa é a hora da decisão, o foco tem que ser na qualificação do produto e no convencimento de compra. Para apresentar seu produto valem também: blog posts, o próprio site da empresa, os descritivos do produto ou serviço oferecido, webinars e cursos sobre como usar o seu produto etc.

Vale ressaltar que este também é um momento de contato mais pessoal, como uma telefone, por exemplo.

5. Como escrever um texto otimizado para o SEO

ilustração de um laptop com uma folha com texto na frente e uma mulher sentada
fonte: freepik.com

Sabemos que o SEO deve fazer parte do planejamento de qualquer estratégia de produção de conteúdo. É ele quem vai garantir a conquista de backlinks e o consequente bom posicionamento na SERP (páginas do Google).

E quando falamos do SEO on-page relacionado ao conteúdo, não falamos apenas de um amontoado de palavras-chaves jogadas no texto de qualquer jeito.

Os algoritmos já são capazes de avaliar contextos e artimanhas para melhorar o ranqueamento sem conexão com o que está sendo tratado.

Sendo assim, é fundamental usar critérios bem definidos tanto para a escolha das palavras-chaves relacionadas ao seu negócio como para a elaboração de titles, meta description, intertítulos. Aqui você encontra mais informações detalhadas sobre esse tópico.

De toda forma, é importante você saber que uma boa classificação nos motores de busca é uma publicidade on-line gratuita de grande valor.

Além de aumentar a publicidade da sua marca, isso contribui para gerar uma audiência mais qualificada para o seu site. E quanto mais tráfego relevante, maiores as chances de converter em vendas.

6. A importância dos backlinks para a estratégia de SEO

ilustração de personagens com características femininas e masculinas interagindo com símbolos de elementos do universo digital
fonte: freepik.com

Não dá para falar em estratégia de marketing de conteúdo sem falar nos backlinks. São eles quem vão indicar aos motores de busca que o seu site existe e produz conteúdos interessantes.

Isso porque cada vez que um usuário realiza uma pesquisa na internet, os robôs dos motores de busca fazem um rastreio rápido em busca de links de qualidade.

Quanto mais links apontando para o seu site, melhor. Cada link é visto como um voto de confiança naquele conteúdo e isso conta para que o Google classifique a sua página ou o seu site.

Portanto, estabelecer um bom relacionamento com outros sites que produzem conteúdos geograficamente e semanticamente relacionados ao seu negócio, é fundamental.

Isso é o que chamamos de link building, uma importante ferramenta do Marketing Digital para garantir a autoridade de um site.

Para conquistar backlinks de qualidade o melhor caminho é contar com uma assessoria especializada, formada por profissionais capazes de identificar e as melhores oportunidades de inserção para o seu site.

Isso porque não basta receber links aleatórios. No SEO o contexto é fundamental para o sucesso de uma estratégia.

7. Como usar a assessoria de imprensa como aliada do SEO

ilustração de pessoas interagindo em um escitório representando uma assessoria de imprensa
fonte: freepik.com

E por falar em ajuda especializada, um serviço bem tradicional em grandes companhias que pode ser muito útil para o Marketing de Conteúdo é a assessoria de imprensa.

Além de contribuir para a presença digital da marca e cuidar da sua reputação, a assessoria de imprensa, quando trazida para o universo digital, também pode ajudar a melhorar o seu ranqueamento no Google.

Para melhor entender esse assunto, temos esse material mais detalhado.

8. O que não fazer numa estratégia de SEO

ilustração de uma mão com o polegar apontado para baixo, indicando um sinal negativo
fonte: flaticon.com

A essa altura você já deve estar se perguntando: mas se conquistar autoridade e um bom ranqueamento é tão trabalhoso, como está cheio de “oportunidades de ouro” na internet?

De fato, há muitos profissionais oferecendo “muita banana por um tostão”, ou seja, garantindo mais seguidores, boa classificação na SERP e tudo mais que leva tempo e investimento para acontecer.

Pode parecer realmente uma boa oportunidade de construir a sua imagem, porém, isso tem um preço. E não estamos falando do valor irrisório que se cobram por essas táticas conhecidas como “black hat”.

Nesse artigo você vai entender porque essa não é uma boa alternativa para conquistar o reconhecimento tanto do público quanto dos motores de busca.

Além de não ajudarem na credibilidade do seu site, essa estratégia pode levar, inclusive, a penalidades perante os motores de busca na internet, correndo o risco até de perder o domínio.

Produção de conteúdo para blogs: por que você deve começar agora mesmo

Com tanta atenção voltada aos conteúdos de vídeos, podcasts, transmissões ao vivo, infográficos e outras ferramentas usadas no ambiente virtual para alcançar e converter leads, você pode pensar que os blogs estão ultrapassados. Mas isso é um engano, pois a produção de conteúdo para blogs é uma solução indispensável para as estratégias de marketing de conteúdo e deve ser a base online para o seu negócio.

Se você ainda acredita que o blog não é essencial para o seu marketing de conteúdo, continue lendo este artigo.

Falaremos sobre os seguintes tópicos:

  • os aspectos favoráveis dos blogs para que agências, marcas pessoais e empresas analisem o assunto;
  • por que incluir a produção de conteúdo para blogs na sua estratégia de conteúdo.

Boa leitura!

3 vantagens de investir em produção de conteúdo para blog

O formato de artigo é o mais utilizado neste canal, mas nada impede que outros formatos possam ser explorados para enriquecer o conteúdo. Por isso o blog é e continuará sendo um plano essencial para atingir seu público, já que é bem versátil.

Confira outras vantagens e veja porque você deve envolver o blog em suas estratégias:

  • O blog é uma tática de marketing de conteúdo relevante. Segundo a Content Trends 2019, pesquisa que analisa as tendências de marketing de conteúdo no Brasil, os posts em blogs respondem por 64,5% das táticas de Marketing de Conteúdo mais utilizadas nas agências, perdendo apenas das redes sociais, com 87,4% da preferência. Para deixar mais claro os números desse estudo, os vídeos têm uma parcela de 52,8% de adesão.
  • Você tem uma chance maior de ter uma boa classificação nos mecanismos de pesquisa (SERPs) se apresentar um blog como parte do seu site;
  • As empresas que usam blogs como parte de seu mix de marketing de conteúdo obtêm mais leads do que aquelas que não usam. O blog corporativo pode ser um canal de alta performance para estreitar o relacionamento das empresas com seus clientes.

10 motivos pelos quais os blogs devem fazer parte da sua estratégia de conteúdo:

ilustração de uma mão fazendo sinal positivo
fonte: flaticon.com

1. Os blogs são importantes para o detalhar e fornecer informações

ilustração de personagem com características masculinas sentado em uma escrivaninha interagindo com 4 telas um páginas de sites abertas
fonte: freepik.com

A publicação de conteúdo de forma longa tem um desempenho sistemático. Isso tem valor para o usuário, especialmente porque o próprio Google indica que até 10% das necessidades diárias de informações de suas pesquisas envolvem aprendizado sobre um tópico amplo.

2. Um blog pode ser a melhor e mais confiável fonte de informação online

ilustração de um texto em uma tela de computador
fonte: flaticon.com

O conteúdo escrito traz a personalidade de uma marca ou serviço e é o espaço onde uma empresa pode identificar os problemas e preocupações do seu público. Através do blog é possível saber quão agradável é sua marca e o que o diferencia da concorrência.

3. Os blogs direcionam tráfego para o seu site

ilustração de uma página de um site em uma tela de computador com elementos de link building ao redor
fonte: freepik.com

Uma vez que contenha artigos com palavras-chave do seu nicho, valiosos para qualquer campanha de otimização de mecanismo de pesquisa (SEO). Este ponto fundamental para o SEO (Search Engine Optimization) deve, inclusive, ter uma abordagem de destaque.

As palavras-chave são o meio pelo qual os usuários conseguem encontrar respostas para suas buscas no Google. Quanto mais seu conteúdo aparecer nos resultados dos mecanismos de pesquisa, mais tráfego obterá o seu site e mais leads será gerado para o seu negócio.

E você pode chegar lá usando palavras-chave no conteúdo do seu blog. Portanto, saber usar as palavras-chave é metade do caminho para ter um blog de sucesso e elencar seu site nas buscas do Google.

4. Os blogs incentivam os backlinks

ilustração de laptop conectando a 3 páginas suspensas
fonte: freepik.com

As empresas que contam com postagens em um blog vinculado ao seu site recebem mais links do que aquelas que não o fazem. Essa é uma estatística bastante impressionante. Inbound links (hiperlinks que retornam ao seu conteúdo) são a força vital de qualquer site. Eles são os bens mais valiosos da Internet, pois backlinks de alta qualidade apontados para o seu site conferem a você uma classificação mais alta nos resultados dos mecanismos de pesquisa (SERPs).

Quanto mais conteúdo de valor você posta em seu blog, maiores são as chances de você obter backlinks de qualidade de sites externos.

5. Uma postagem exclusiva e atual no seu blog é uma ótima oportunidade para gerar comentários e discussões com os leitores

ilustração de um laptop com uma folha com texto na frente e uma mulher sentada
fonte: freepik.com

Portanto, além das mídias sociais, você pode se valer dele para a interação com os seus clientes e seguidores.

Para isso, é interessante ter uma seção de comentários aberta. Isso permite que seu público-alvo comente e dê feedback sobre assuntos do blog. Incentive seus leitores a compartilhar uma postagem que eles achem interessante. Isso pode ser ativado com opções para compartilhamento nas mídias sociais ou o envio por e-mail. Se as seções de comentários não forem uma opção viável, a vinculação a um fórum permitirá discussões sobre tópicos relacionados.

6. Os blogs são essenciais para o sucesso nas mídias sociais

mãos ilustradas segurando celulares e likes e simulação de comentários na saindo das telas
fonte: freepik.com

Embora essas duas ferramentas da Internet já tenham sido vistas com diferença – os blogs eram onde se encontrava o conteúdo sério e de formato longo, enquanto na mídia social o conteúdo ganhava um tom mais descontraído –, agora isso não é mais relevante. O seu blog é promovido nas mídias sociais, enriquecendo a experiência de seus seguidores através dos artigos publicados nele.

7. O seu blog pode funcionar como a melhor ferramenta de publicidade

ilustração de uma mulher interagindo com um rank em uma tela de celular
fonte: freepik.com

A maioria dos clientes usam o blog da empresa para descobrir mais sobre um produto ou serviço, com resultados muito melhores do que um banner na Web. Sem um blog para promover seu negócio nas redes sociais, você está perdendo uma oportunidade de criar envolvimento de alta qualidade com seu público.

8. Os blogs evoluíram para muito mais do que um simples porta-voz da empresa para a agenda de marketing

ilustração de uma tela de computador com uma página aberta e duas mulheres na frente interagindo com a cena
fonte: freepik.com

Agora, os leitores esperam encontrar histórias francas e transparentes em seu blog, em conteúdos que forneçam informações valiosas. Portanto, concentre-se na produção de conteúdo valioso e aprofundado no seu blog, fazendo dele parte da sua estratégia de marketing digital.

9. Pense que o maior benefício do blog é que todo tráfego que você consegue gerar depende só de você

ilustração de mulher em uma régua manuseando uma espécie de régua de pontuação em uma parede
fonte: freepik.com

Sua audiência não ficará refém de outra plataforma, como acontece nas redes sociais. O simples fato de fazer uma boa postagem impulsiona o tráfego do seu site. Para as equipes de marketing de conteúdo, os blogs também são muito mais gerenciáveis ​​e acessíveis do que outros tipos de conteúdo.

10. As postagens do blog ajudam a construir um conteúdo que resiste ao teste do tempo

ilustração de um relógio representando tempo
fonte: flaticon.com

Você apenas precisa mantê-lo atualizado aos olhos do seu leitor e do Google. Para isso, existem ferramentas que você pode utilizar para encontrar as postagens que estão perdendo tráfego de pesquisa e classificações. Atualize essas postagens com informações recentes, novas imagens ou mais palavras, editando seu conteúdo regularmente.

Existem muitos outros tipos de conteúdo que você pode criar, mas os blogs suportam todas as suas estratégias de marketing. Por quê? Porque o blog é como um “hub” de conteúdo. Você pode usá-lo para compartilhar os outros tipos de conteúdo que está criando, como um podcast, um vídeo do Youtube, um infográfico, um guia, entre outros. Sem um blog de alta qualidade, você perde a chance de aumentar sua marca, aumentar o tráfego do site e promover suas ofertas.

Tem alguma dúvida sobre a elaboração de uma estratégia de conteúdo para o seu blog? Sinta-se à vontade para falar na seção de comentários abaixo.

Se você deseja contar com ajuda profissional em relação a blog posts para a sua estratégia de conteúdo, fale conosco!