Marinella Souza

Marinella de Souza é jornalista e apaixonada por escrita desde que se entende por gente. É entusiasta da comunicação e entende o marketing de conteúdo como uma incrível ferramenta de colaboração e acredita demais na construção coletiva de conhecimento. | https://br.linkedin.com/in/marinella-de-souza

10 Erros de SEO para você não cometer

SEO (Search Engine Optimization) é uma ferramenta bastante útil para fazer um conteúdo ser visto pelos motores de busca. Isso é indiscutível.

No entanto, há muitos ruídos entre a teoria e a prática dessa técnica.  E não se atentar aos detalhes pode ser um verdadeiro tiro no pé na sua estratégia de marketing digital.

Neste artigo elencamos 10 dos principais erros que devem ser evitados em uma estratégia de SEO. São eles:

1. Ausência de linkagem

vetor link quebrado
fonte: freepik.com

Pode parecer estranho que o bom desempenho de conteúdo esteja atrelado aos links que compartilhamos, mas não é difícil de entender.

Em nosso Guia de SEO para jornalistas e produtores de conteúdo explicamos bem como funcionam os motores de busca.

baixar guia SEO

Os hiperlinks são a ponte que os robôs utilizam para encontrarem os conteúdos que sejam relevantes e atendam a determinada demanda do usuário.

Não utilizar-se desse recurso pode fazer com que você demore muito mais a obter os resultados que deseja.

Quer ser visto pelo Google? Use links internos (que conectem diferentes conteúdos no seu site) e externos (que direcionem a outras páginas com conteúdos complementares à sua abordagem).

O Google foca sempre na experiência do usuário, logo, ao agregar informações que completem o sentido e tragam novos dados para enriquecer a sua narrativa, ele vai entender que você também se preocupa com o seu leitor.

E a recompensa pelo seu bom comportamento será um lugarzinho especial na SERP, a página de resultados de busca.

2. Excesso de backlinks e/ou links de baixa qualidade

vetor de um notebook ligado a outras páginas de sites
fonte: freepik.com

Backinks (aqueles links que apontam para o seu site) são ótimos, mas é preciso lembrar-se daquele conselho da vovó: até água em excesso faz mal, né?!

Assim, antes de sair por aí pedindo links a torto e a direito é preciso analisar, cuidadosamente, cada site parceiro. É imprescindível verificar se eles são indexados pelos motores de busca, se têm boa autoridade e se estão com o SEO on-page em dia.

Tudo isso é importante para garantir que o resultado seja positivo. Lembre-se: marketing digital pode parecer intuitivo, mas estratégia é a palavra de ordem.

Em resumo, uma estratégia de link building, ou seja, que trabalha com backlinks, precisa ser feita com cautela e de forma bastante segura para que o resultado não seja o oposto do esperado e o seu conteúdo acabe sendo penalizado.

Confuso?

A gente explica: ao longo do tempo os algoritmos dos motores de busca foram ganhando corpo e novas habilidades. Hoje eles já são capazes de captar tentativas de manipulação com eficiência.

Isso significa que links inseridos aleatoriamente no texto sem contexto, com textos âncora aleatórios podem ser entendidos como má-fé do produtor de conteúdo.

Ou seja, os robôs vão entender que você está apenas querendo ser visto e não apresentar informações relevantes para o seu leitor. E uma vez que eles identificam isso o resultado pode ser o rebaixamento e até o banimento do seu conteúdo da SERP.

Se quiser saber mais sobre como fazer um processo seguro de construção de links, acesse nosso post melhores estratégias de link building.

3. Palavras-chaves erradas

chave e lupa sob uma página de site
fonte: freepik

Se você já teve contato com o marketing digital e SEO em algum momento já sabe que a escolha das palavras-chaves de um negócio é um dos pontos mais importantes desse trabalho, certo?

É por meio delas que seu negócio será identificado e indexado pelos motores de busca. Por exemplo, se eu estou com um problema na minha geladeira eu tenho dois caminhos:

  1. Ou eu digito o problema específico no Google para tentar solucionar por conta própria
  2. Ou pesquiso por profissionais que façam o serviço por mim

E se você é uma empresa que presta serviços técnicos de conserto de eletrodomésticos, precisa ter conteúdo para as duas situações. No mínimo, as palavras “geladeira” e “eletrodomésticos” precisam estar na sua lista de palavras-chaves.

Deu para entender?

A ideia é pensar em tudo que o seu cliente em potencial pode vir a procurar em relação àquele assunto abordado pelo conteúdo em questão.

Porém é importante ressaltar que as pessoas buscam de formas diferentes. Há quem busque, por exemplo, “conserto de geladeira” e haverá que digite no Google “consertar geladeira”. Portanto, é muito importante fazer uma pesquisa de palavras-chave para saber como o seu consumidor busca e então produzir conteúdo direcionado para estes termos.

4. Excesso de palavras-chaves

tela representando busca de palavra-chave em buscador online
fonte: freepik

Há quem pense que quanto mais uma palavra-chave aparecer no texto, melhor, pois facilitaria o trabalho do Google na hora de compreender os objetivos do nosso texto.

Mas não é bem assim. Pelo contrário.

Claro que elas precisam aparecer em vários momentos (de preferência no título e nas 100 primeiras palavras), mas como já dissemos, tudo em excesso faz mal.

Aqui também é preciso estratégia para não jogar palavras-chaves ao léu e acabar tendo seu conteúdo ou o seu site penalizado em função disso.

Lembra que falamos que os algoritmos já estão bem espertinhos? Então, eles também já percebem a sutileza dessa estratégia de manipulação por meio do uso indiscriminado de palavras-chaves. Essa tática equivocada tem nome: keyword stuffing (em português algo como preenchimento com palavras-chave) e é altamente desaconselhada.

O refinamento da inteligência artificial faz com que os algoritmos já sejam capazes de “pescar” as entrelinhas e as correlações semânticas entre as palavras-chaves.

Ou seja, isso faz com que não precisemos ficar repetindo sempre os mesmos termos. Sinônimos são muito bem vindos e fazem parte de uma boa estratégia de SEO.

5. Problemas com o Robots.txt

robot txt
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Muita gente não sabe, não conhece ou não dá importância ao Robots.txt. Mas ele é fundamental para o seu site. Trata-se de um arquivo presente no seu servidor que serve como uma espécie de autorização para os robôs passarem ou não pelo site e indexá-lo.

Qualquer falha de configuração nesse arquivo pode resultar em um problemão para o seu desempenho perante os motores de busca.

Você pode, por exemplo, ter páginas privadas aparecendo nos resultados enquanto aquelas de conteúdo, que realmente precisam ser indexadas, não aparecem na SERP.

Portanto é importantíssimo checar isso por meio de ferramentas específicas para testar o robots.txt. Caso não tenha conhecimento para fazer essa checagem, peça um suporte técnico, mas não ignore em hipótese alguma esse item.

6. Sitemap

sitemap
fonte: freepik.com

Esse é outro ponto crucial de uma estratégia de SEO que tende a ser negligenciado por muitos profissionais.

O sitemap. xml é um arquivo,  um mapa do site que organiza o conteúdo e mostra para os robôs aquelas páginas que você quer armazenar e indexar no servidor.

Esse é um recurso extremamente útil que facilita a vida do Google na hora de entender a estrutura do seu site e encontrar os resultados que você deseja que ele encontre.

O grande inconveniente é que ele precisa ser atualizado com frequência, sempre que a estrutura do site for alterada, para surtir o efeito desejado.  Mais uma vez, se não consegue checar o seu sitemap, procure ajuda especializada. Assim você garante que todas as URLs do seu site que você deseja indexar sejam consideradas pelo Google.

7. LSI

escrevendo texto para blog
fonte: freepik.com

 

Latent Semantic Indexing (Indexação Semântica Latente) está diretamente relacionada ao que falamos no item 4.

Esse é um fator muito considerado pelos algoritmos na análise de conteúdo. A atenção precisa ser em manter uma correlação entre os termos utilizados ao longo do texto e as palavras-chaves elencadas na URL e no título.

A dica é usar sinônimos, jargões específicos do nicho em questão e deixar o conteúdo mais humanizado possível para que o Google possa interpretar corretamente a sua intenção com aquele conteúdo.

8. Conteúdo desatualizado

ilustração de uma tela com uma folha escrita saindo de uma página
fonte: freepik.com

Esse é um problema comum em blogs mais antigos na web. Esses canais costumam ter conteúdos que trazem bom tráfego, porém, muitas vezes, foram produzidos muitos anos atrás. Isso é um ponto que não agrada ao Google.

O buscador prioriza conteúdos mais recentes com dados mais atualizados porque essa é uma preferência do usuário.

Ninguém gosta de procurar informações sobre determinado aplicativo, por exemplo, e encontrar uma informação de 2015 que desconsidera as atualizações que ele sofreu, certo?

O mundo parece estar girando mais rápido e as coisas mudam em frações de segundos. Seu conteúdo precisa seguir esse fluxo se você quiser se destacar.

Analise os conteúdos de melhor tráfego do seu site e traga dados novos, mude a estrutura do texto, confira novo frescor sem perder a essência da mensagem.  Isso fará com que o Google entenda que aquele conteúdo é tão importante para a sua audiência que você cuida dele com bastante carinho, revisando-o e renovando-o com frequência.

9. Conteúdo duplicado

conteúdo duplicado
fonte: freepik.com

Se o foco, como já dissemos, é a experiência do usuário, esse item não precisa de muita explicação, não é mesmo?

Ao copiar um conteúdo você está deixando de lado uma das coisas mais importantes para o público em geral: a originalidade e autenticidade.

O marketing digital é feito de conexões entre pessoas. E produzir um conteúdo original, que priorize a sua audiência é uma forma de demonstrar seu cuidado e preocupação com ela.

Quando o Google percebe um conteúdo duplicado, vai priorizar aquele que foi publicado primeiro.

Porém as coisas não são tão simples no SEO. Um site pode ter seu conteúdo duplicado sem saber.

Como assim?

Uma URL com e sem o www significam dois sites diferentes para o buscador. O mesmo ocorre com as páginas com Http e Https que também são consideradas como páginas diferentes pelo Google.

Para resolver isso basta acrescentar uma canonical tag para indicar qual o conteúdo principal e que deve ser indexado pelo Google.

10. Black Hat

ilustração de uma página com sinal vermelho de proibido
fonte: freepik.com

Aqui tocamos num ponto bastante sensível do SEO. A web está repleta de promessas milagrosas que garantem um ótimo engajamento e o topo da SERP.

Porém, muitas vezes são estratégias desonestas que buscam manipular o buscador por meio de redes de blogs que linkam entre si.

A essas práticas de manipulação dá-se o nome de SEO Black Hat. Atualmente, elas são facilmente identificadas pelo Google, e podem resultar em penalizações graves.

Além das já citadas nos itens 2 e 4 tem outras como os spams, comentários  publicados em blogs e fóruns com o único intuito de divulgar um produto e fazer o site ser visto pelos motores de busca. Essas táticas foram muito utilizadas nos primórdios da produção de conteúdo digital, mas não fazem mais sentido atualmente.

É bom ficar atento!

Conclusão

O SEO é um dos principais pontos de uma boa estratégia de marketing digital. Embora não seja um bicho de 7 cabeças, está longe de ser algo que possa ser feito a toque de caixa.

SEO requer pesquisa, estratégia e atenção minuciosa a detalhes técnicos para que o efeito seja realmente positivo. Negligenciar o SEO é perder a chance de ter o seu negócio no topo das páginas de resultado dos principais motores de busca.

Conheça 50 fatores que o Google considera para o ranqueamento

O ranking do Google é praticamente uma obsessão dos profissionais que trabalham com o marketing digital. Todo mundo quer que o seu cliente esteja nas primeiras colocações no Google, não é mesmo? Não é de espantar, pois há vários estudos que mostram que as pessoas tendem a clicar nas páginas que aparecem nos primeiros resultados quando fazem alguma busca na internet.

E, como sabemos, cliques são sinônimos de possibilidades de negócios fechados, que é o que todos queremos no fim do dia. Porém, não é simples chegar lá. Há muito o que se considerar, além do conteúdo bem escrito e útil, que é um pré-requisito. 

Neste artigo você vai entender de uma vez por todas os principais fatores que o Google considera quanto a:

  1. Página
  2. Conteúdo
  3. Domínio

Antes de começarmos, no entanto, é importante entender que o Google usa um algoritmo complexo cujos fatores não são revelados pelo buscador na sua integralidade.

vetor da logo do Google
fonte: freepik.com

Essa lista baseia-se em estudos já realizados por empresas especializadas em SEO (Search Engine Optimization) e algumas revelações que a própria empresa já fez. A ideia é chamar a sua atenção para alguns detalhes que podem passar batido na sua estratégia.

Iremos abordar muitos termos de SEO durante neste artigo. Por isso, se você ainda não está familiarizado(a) com o tema, confira nosso Guia de SEO:


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Vamos lá?

Fatores de página

 

ilustração de um notebook com páginas saindo da tela
fonte: freepik.com

Embora muita gente não tenha familiaridade ou não se lembre deles na hora de produzir um conteúdo, os fatores on- page são fundamentais para que o Google identifique e priorize o seu conteúdo.

Sim! Estamos falando do SEO, conjunto de técnicas que nos ajudam a melhorar o desempenho do nosso site nos buscadores. Os fatores de página são o que chamamos de seo on -page.

Na prática o seo on-page nada mais é do que a parte técnica do site: códigos-fonte, URL, HTML e afins.

Nesse sentido, é importante saber no que, exatamente, o Google está de olho:

  1. Velocidade de carregamento: esse fator começou a ganhar destaque em 2010 e de lá para cá tornou-se um dos principais pontos considerados pelo Google na hora de ranquear uma página, portanto, é importante checá-lo.
    vetor de um laptop em carregamento com medidor de velocidade
    fonte: freepik.com
  2. AMPs (Accelerated Mobile pages): esse recurso permite que as páginas sejam carregadas mais rapidamente em celulares e dispositivos móveis. Ainda que o Google não admita o AMP como um fator de ranqueamento direto, sabe-se que páginas que utilizam essa ferramenta aparecem primeiro nas buscas realizadas nesses aparelhos e ainda recebem um selo especial. Assim, sua relevância é indiscutível. 
  3. Mobile Friendly: o fator ganhou relevância em 2015 e é cada vez mais importante que os sites apresentem layouts responsivos (ou seja, adaptados para dispositivos móveis), oferecendo uma experiência mais interessante ao usuário.
    vetor mobile
    fonte: freepik.com
  4. Mobile First Index: essa é a prova de que os fatores relacionados ao melhor desempenho das páginas nos dispositivos móveis merecem atenção especial. Desde 2016 o Google considera primeiro a versão mobile das páginas para indexação em suas página de resultados.
  5. Canonical tag: esse recurso sinaliza ao Google – quando há mais de uma página com o mesmo conteúdo – qual é a principal, evitando penalizações por conteúdo duplicado. Vale ficar atento!
  6. Links quebrados: quando há essa falha, a experiência do usuário fica prejudicada porque ele é direcionado ao erro 404. Se for algo recorrente em um site, o Google pode rebaixá-lo por não oferecer uma experiência agradável de navegação para o internauta.
    vetor link quebrado
    fonte: freepik.com
  7. Erros de HTML: esse é um ponto bastante grave, pois uma falha no código HTML pode levar ao mau funcionamento dos recursos do site ou fazer com que uma página não carregue corretamente. Aí você está sujeito ao mesmo problema do item anterior: frustra a expectativa do usuário, logo, pode sofrer uma penalização, que se traduzirá em rebaixamento ou até eliminação do ranking.
    vetor construção de páginas
    fonte: freepik.com
  8. Categoria da página: o seu conteúdo deve estar categorizado de forma que faça sentido para o usuário. No caso do estúdio de pilates, por exemplo, a categoria deve ser algo como “saúde e bem-estar”, “life style”, “atividade física” e outras relacionadas.  Jamais devemos, por exemplo, categorizá-lo como “comunicação e marketing” porque isso ira confundir o usuário e a consequência, você já sabe.
  9. Idade da página: esse ponto é importante para páginas que trazem conteúdos não datados, como aqueles sobre fatos históricos e legislação, por exemplo. A longevidade de uma página, nesse caso, indica ao Google que a autoridade dela está mais solidificada dado o tempo de existência.

Fatores de conteúdo

ilustração de uma tela com uma folha escrita saindo de uma página
fonte: freepik.com
  1. Palavra-chave na title tag: esse é um dos principais fatores on-page. A title tag – ou tag de título-  é a marcação que diz ao Google sobre qual assunto o site ou a página vai tratar. Colocar a palavra-chave neste elemento é deixar bem claro a que o seu conteúdo veio.
  2. Palavra –chave no início da title tag: quando fazemos isso sinalizamos ao Google que esse termo é importante para o nosso site. E ele gosta de ter o trabalho facilitado.
  3. Palavra-chave na meta description: trata-se de um texto resumido que tem por objetivo apresentar o assunto da página ranqueada. Não é considerado necessariamente um fator de ranqueamento, mas é muito relevante pois, muitas vezes, irá determinar se o usuário  clicará ou não em sua página/site.
    chave e lupa sob uma página de site
    fonte: freepik
  4. Palavra-chave no H1: Os Hs são os intertítulos e são muito importantes para o SEO, pois ajudam a hierarquizar os temas em um conteúdo, ajudando o Google a lê-lo. Considerando a hierarquia das heading tags, colocar a palavra-chave logo no título (H1) evidencia a sua importância.
  5. Palavra-chave no H2 e H3: essa estratégia é importante, mas não precisa ser necessariamente a palavra-chave literal. Sinônimos e correlações semânticas já contribuem para deixar clara a sua relevância para a página.
  6. Palavra-chave no conteúdo principal: os robôs são feitos para identificar minúcias e a posição da palavra-chave na página é uma delas. Quanto mais para cima, melhor. Mas isso não deve ser feito de forma artificial. Lembre-se você precisa fazer um conteúdo natural e com contexto.
  7. Palavra-chave no início do texto: seguindo o mesmo conceito do item anterior, se ela vier nas primeiras 100 palavras do texto, é ainda mais eficiente para fins de melhorar o ranqueamento no Google.
  8. Palavra-chave na URL: embora não seja um fator de extrema importância no ranqueamento, manter a palavra-chave na URL é uma boa prática.
  9. Palavra-chave nas imagens: o Google não lê imagens, apenas textos. Assim, para que a imagem faça sentido dentro de um conteúdo, é preciso que a palavra-chave esteja no nome do arquivo, no texto alternativo e no seu entorno.
  10. TF – IDF: Trata-se de cálculo utilizado pelo mecanismo de busca para entender a importância dos termos no conteúdo das páginas de um site. Portanto, antes de otimizar seu conteúdo, vale a pena fazer uma análise TF-IDF para identificar os termos e palavras-chave mais relevantes. O Seobility é uma ferramenta que permite esse trabalho. Lembre-se: mais do que palavras-chave exatas, o Google considera termos relacionados, sinônimos e variações.
  11. Google Hummingbird: esse é o nome do algoritmo do Google que permite que o buscador foque nos sentidos e nas intenções de busca de usuário, se desviando um pouco da correspondência exata das palavras-chave.
  12. Coocorrências: também chamadas de palavras-chave relacionadassão termos ou expressões que aparecem junto com a palavra-chave também são consideradas pelo Google.
  13. Termos semânticos nos conteúdos: permite a utilização de palavras dentro do campo semântico da palavra-chave como sinal de relevância da expressão para aquele conteúdo. O Google já chegou ao grau de sofisticação de entender o contexto do que está sendo buscado, para além da palavra-chave exata. Para isso, utiliza sinônimos e corrige palavras com erro de digitação. 
  14. Termos semânticos nas tags, URLs e imagens: segue a mesma linha do uso das palavras-chave, podendo ser explorado também nesses itens.
  15. Intenção de busca: entregar resultados que correspondam à intenção de busca do usuário garante o bom desempenho na SERP.
    ilustração de notebook com uma lupa na tela representando busca
    fonte: freepik.com
  16. Especialidade, autoridade e confiabilidade do autor: esses fatores mostram que o conteúdo foi produzido por quem entende do assunto e é referência no seu nicho de atuação.
  17. Profundidade do conteúdo: um material que aprofunda em determinada questão, abordando seus diferentes aspectos, tende a ser recompensado com um bom posicionamento na SERP.
  18. Comprimento do conteúdo: quantidade de palavras também é um fator considerado pelo Google. Mais palavras indicam mais profundidade, mas é preciso focar na qualidade. Lembre-se: 600 palavras que tenham coerência, retidão gramatical, originalidade e relevância, valem mais do que mil que trazem mera “encheção de lingüiça”.
  19. Originalidade conteúdo: esse fator é crucial para o sucesso de um conteúdo na SERP. O Google já consegue identificar plágios e duplicação e a penalização pode ser o banimento do ranking. Não tente manipular os algoritmos!
  20. Autoria do conteúdo: o Google não confirma que esse é um fator de ranqueamento, mas como visto no item 16, é bom colocar atenção a este item.
    vetor produção de conteúdo
    fonte: freepik.com
  21. Conteúdo duplicado: páginas com conteúdos duplicados representam tentativas de manipulação dos algoritmos e prejudica a experiência do usuário, logo, podem ser rebaixadas.
  22. Correção da linguagem: gramática, pontuação e sintaxe precisam ser exemplares, caso contrário, configuram má experiência do usuário o que, sabemos, o Google costuma penalizar sem dó.
  23. Conteúdos “frescos”: para determinados assuntos, que não os listados nos fatores de página, o Google prioriza os conteúdos mais recentes para garantir uma melhor experiência do usuário.
  24. Relevância das atualizações: para garantir o frescor dos conteúdos basta fazer atualizações regulares trazendo dados novos ou reavaliando o formato e linguagem do texto.
  25. Frequência das atualizações: atualizações frequentes tendem a ser mais rastreadas pelo Google, que vai trazer sempre informações novas para a SERP.
  26. Lista de tópicos com link: colocar links em listas de tópicos facilita a leitura dos mesmos e o Google pode transformar cada um deles em: sitelinks ou featured snippets, que atraem mais cliques.
  27. Bullets e listas numeradas: embora não seja um fator direto, contribuem para a escaneabilidade e melhora a experiência do usuário, que responde com engajamento. Isso sinaliza a relevância do conteúdo para o Google.
    vetor computador com lista
    fonte: freepik.com
  28. Qualidade dos links outbound: direcionar leitores para conteúdos externos que podem agregar à compreensão do seu texto é uma boa maneira de avançar casas no ranking por demonstrar seu interesse no usuário mais do que na divulgação do seu conteúdo.
  29. Assuntos dos links outbound: o texto-âncora dos links externos são fundamentais para que o Google compreenda a temática deles e a sua relação com o conteúdo em questão.
  30. Excesso de links outbound: lembre-se de só usá-los quando realmente forem complementares ao seu conteúdo. Caso contrário, poderão ser lidos pelo buscador como spam.
  31. Conteúdo suplementar útil: quando um conteúdo é útil, mas não complementa a informação, pode ser visto com bons olhos pelo Google.
  32. Otimização de imagens: além dos pontos já mencionados no item 9, é preciso também saber comprimir as imagens sem perder a qualidade, pois, elas são as principais responsáveis pela demora no carregamento da página.
  33. Conteúdo multimídia: imagens, vídeos, GiFs, infográficos e demais recursos contribuem para a escaneabilidade e também para a compreensão global do texto. Assim, a página que os utiliza ganha pontos no Google. Mas lembre-se esses recursos devem ser usados de forma adequada para não atrapalhar o carregamento da página.
    ilustração de um notebook com páginas saindo da tela
    fonte: freepik.com
  34. Quantidade, qualidade e texto-âncora de links internos: linkar conteúdos dentro do próprio site mostra para o Google a hierarquia das páginas e relevância dos conteúdos.Vale lembrar que devem seguir princípios de qualidade e contextualização tanto quanto os links externos. Dessa forma, importante também colocar as palavras-chaves corretas no texto-âncora.
  35. Comprimento da URL: prefira URLs mais curtas porque elas facilitam a leitura, logo, podem ser beneficiadas com um bom posicionamento na SERP.
  36. Fontes e referências: importante incluir fontes e referências de estudos, pesquisas, dados ou informações para dar credibilidade ao conteúdo.

Se quiser saber mais sofre fatores de ranqueamento no Google relacionados a conteúdo, acesse nosso dicionário de SEO

Fatores de domínio

Primeiro precisamos deixar claro o que é um domínio. Domínio nada mais é do que o endereço do seu site na internet.

O que o Google considera nesse aspecto:

  1. Idade do domínio: um site mais antigo, naturalmente, teve mais tempo de conquistar relevância, obter backlinks e receber visitantes, logo, é mais fácil para o Google encontrá-lo na web. Porém, essa não deve ser uma preocupação, o importante é tornar-se relevante ao longo do tempo.
  2. Histórico de domínio: ao adquirir um domínio é importante verificar se ele já foi penalizado em algum momento por realizar práticas de manipulação dos algoritmos. Isso conta como ponto negativo para o ranqueamento no Google, mesmo após a troca de donos.
  3. Correspondência exata do domínio: se você tem um site sobre pilates e essa palavra consta no domínio, pode ser que tenha uma vantagem no ranqueamento. Mas é importante que isso aconteça de forma natural porque desde 2012 esse fator passou a ter pouca relevância para o buscador.
  4. Palavra-chave no início do domínio: caso opte por usar a palavra-chave do seu negócio no domínio, prefira fazer isso logo no início. Isso é importante porque quando ela aparece no meio de outras palavras, o Google dará ainda menos relevância para isso.
  5. Palavra-chave no subdomínio: esse é um item de pouca relevância, mas o Google tende, sim, a checar o subdomínio para entender do que se trata o site.

Um ponto importante que você precisa ter sempre em mente: todos esses fatores (página, conteúdo e domínio) precisam ser observados e trabalhados em cada página.

Sabemos que é trabalhoso, mas isso é crucial para o sucesso de uma boa estratégia de SEO. Isso porque, para o Google, cada página é como um site, então, é preciso que você, dono ou responsável por um site, as considere da mesma maneira.

Conclusão

 

Embora negligenciados por muitos profissionais do marketing digital, os fatores on-page são fundamentais numa estratégia de SEO que pretende alcançar um bom posicionamento no ranking do Google.

A análise precisa ser feita de forma detalhada e criteriosa. Dê preferência por profissionais qualificados para essa função.

Lembre-se: a concorrência é grande e cada detalhe importa.

Produção de conteúdo para web, o que considerar?

Atualmente todos nós somos ao mesmo tempo, produtores e consumidores de conteúdos no universo digital.

Mas produzir um texto, vídeo ou áudios para a internet não é uma tarefa meramente intuitiva. Há muito trabalho por trás dessa atividade.

Pode não parecer, mas um artigo como este que você está lendo requer muitas etapas para chegar onde se quer: estratégia, pesquisa e muito estudo são apenas alguns dos aspectos a serem considerados.

Neste artigo vamos falar sobre:

  • Estratégia da produção de conteúdo
  •  As etapas dos processos de produção de conteúdo
  • Mensuração de resultados

Importância da estratégia na produção de conteúdo

ilustração de pessoas interagindo com papel, lápis, livros e uma lupa, representando Principais elementos e definições
fonte: freepik.com

A produção de conteúdo é uma parte importante da estratégia de comunicação dentro de uma empresa. É por meio de canais como blogs, podcasts, e-books, vídeos e posts nas redes sociais que a empresa se comunica com o seu público.

Dessa forma, precisa seguir um planejamento estratégico para que o resultado almejado seja alcançado. Para isso precisa seguir um passo a passo que precisa ser revisitado com frequência.

Uma boa estratégia precisa seguir o seguinte roteiro: planejamento, definição de pautas, redação, revisão, testes, análises e reestruturação.

O primeiro passo do planejamento estratégico é a definição do objetivo daquele conteúdo. Em nível macro precisamos saber qual o resultado você espera com essa ação.

Gerar visibilidade? Gerar renda? Aumentar o número de seguidores? Aumentar o engajamento?

São muitas as possibilidades que um conteúdo pode oferecer. Uma empresa nova, por exemplo, pode querer apenas visibilidade, enquanto outra que já possua uma boa base de seguidores pode querer melhorar a conversão de leads (vendas).

E para cada tipo de objetivo será preciso um tipo de conteúdo específico.

Além disso, também é preciso pensar, a cada conteúdo, para qual etapa do funil de vendas aquele material será destinado. Explico: o funil de vendas considera a jornada do usuário.

Essa jornada começa quando o cliente em potencial descobre que tem um problema a ser resolvido, passa pela consideração das diversas formas possíveis de resolvê-lo até chegar à decisão final de como vai resolver a sua questão inicial.

Para que uma estratégia de marketing de conteúdo seja eficiente é preciso que a produção contemple todas essas etapas considerando: formato, linguagem e o tipo de material a ser produzido (blog post, vídeo, áudio etc.).

Vale lembrar que embora os canais de YouTube e os podcasts estejam em franco crescimento, os blog posts são ferramentas úteis para qualquer etapa da jornada de busca. Portanto, jamais deve ser desconsiderado na estratégia.

A maior parte do que você produz precisa ter como objetivo resolver um problema do usuário, não falar sobre o seu produto. Já falamos aqui no blog que o marketing de conteúdo não é sobre a sua empresa, mas sobre seu cliente.

Sendo assim, o próximo passo do planejamento é a definição de temas, ou seja, quais os assuntos serão tratados nos textos produzidos para os canais da companhia.

Para isso, será preciso passar por:

  • Análise de concorrência
  • Definição de personas
  • Pesquisa de palavras-chave

Definição de pautas

ilustração de um escritório com pessoas trabalhando
fonte: freepik.com

As pautas são um direcionamento dado ao produtor de conteúdo. Ela deve ser produzida com base na definição dos temas e da estratégia necessária para a divulgação de determinado material.

Tudo começa pela pesquisa de palavras-chave. São palavras relacionadas ao negócio que podem gerar um bom tráfego para o site ou blog. Cada palavra-chave é um potencial texto para ser produzido.

Ela precisa considerar a intenção de busca do usuário, por isso, é importante o conhecimento aprofundado da persona, ou seja, do “consumidor ideal” do seu produto e/ou conteúdo. Isso e feito por meio de pesquisas criteriosas aplicadas pelos profissionais do marketing digital.

Redação de conteúdo

ilustração de um texto em uma tela de computador
fonte: flaticon.com

Quando falamos em redação para a web não podemos esquecer do SEO (Search Engine Optimization). Trata-se de um conjunto de técnicas cujo objetivo é melhorar a performance do conteúdo perante os motores de busca.

Um conteúdo que utiliza dessas ferramentas consegue ter muito mais destaque nas páginas iniciais do Google, Bing e outros sites especializados em oferecer respostas às buscas dos usuários.

Para saber mais sobre a importância do SEO na produção de um conteúdo, veja esse artigo.

Além de pensar em clareza, objetividade e na gramática, é preciso criar um conteúdo que seja suficientemente convincente para levar o leitor a interagir de alguma forma com o conteúdo e, consequentemente, converter em vendas.

A redação dentro da estratégia de produção de conteúdo precisa ser construída de forma a convencer o usuário de que o seu produto é o melhor para atender as dores dele.

Para isso é preciso que o redator conheça bem sobre a empresa e o cliente para que o texto venda a mensagem que a empresa quer passar para o seu público de forma realmente eficiente.

Para isso, é preciso que o texto possua uma boa escaneabilidade. O que isso significa?

Que a leitura dinâmica seja facilitada, ou seja, é preciso que em uma simples “passada de olhos” pelo conteúdo, o usuário consiga entender sobre o que será tratado.

Para isso é importante se atentar a alguns pontos:

  • Cuidar dos H’s
  • Evitar parágrafos com mais de três ou quatro linhas
  • Focar em construções diretas
  • Usar recursos gráficos como imagens, tabelas, infográficos e até GIFs animados (caso a análise de persona permita)

Se você se interessou no que foi exposto e deseja se aprofundar em técnicas de SEO, convidamos você a conhecer nosso Guia de SEO para jornalistas e produtores de conteúdo.

baixar guia SEO

 

Mensuração de resultados

ilustração de uma mulher pensativa trabalhando em seu laptop sob uma escrivaninha
fonte: freepik.com

Quando todas as etapas estiverem rodando do jeito que você quer será preciso avaliar os resultados.  Só será possível fazer isso quando você entender os seus KPI’s (Indicadores de performances).

Esses indicadores estão diretamente ligados aos objetivos traçados no início do planejamento estratégico. E todos eles precisam ser mensuráveis.

Um bom KPI deve ser: importante, simples de se entender, mensurável e capaz de levar a alguma ação positiva.

De forma resumida, não podem ser KPIs resultados como autoridade, reconhecimento, felicidade do cliente ou cooperação com o time de vendas. Nada disso pode ser medido.

Para ficar mais fácil, vamos tomar como exemplo um estúdio de pilates que pretenda virar autoridade no assunto. Um bom KPI que indique se esse resultado está sendo alcançado é a quantidade de menções em redes sociais e as visitas no site ou página da empresa.

Conclusão

A produção de conteúdo digital é fundamental para um bom desempenho de uma empresa no mercado.

Um produto que é útil, fabricado dentro do que determina a lei, com alto padrão de qualidade aliado a uma estratégia de comunicação sólida só tem a ganhar com a produção de conteúdo que siga os critérios mencionados acima.

No entanto, é preciso ter em mente que o planejamento precisa ser revisitado com frequência para garantir que a estratégia atinja os resultados pretendidos.

O que é guest post?

Na livre tradução para o português guest post é um post convidado. Ou seja, é quando alguém é convidado a escrever em um blog de terceiros sobre um assunto específico. Guarde bem essa noção.

A ideia é boa, tende a gerar tráfego, mas não é tão simples assim. Há muito mais entre o SEO e os motores de busca do que supõem as estratégias milagrosas dos gurus do Marketing Digital.

Neste artigo vamos esclarecer de uma vez por todas:

  • O que é guest post?
  • Por que não é indicado usar guest post para atrair backlinks?
  • Onde entra o guest post numa estratégia eficiente de link building?
  • Como fazer guest post?

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Entendendo o que é o guest post

ilustração de um laptop com uma folha com texto na frente e uma mulher sentada
fonte: freepik.com

Eu sei que o universo SEO é cheio de termos e regras que parecem complicadas à primeira vista, mas não são. Juro!

O guest post, por exemplo, nada mais é do que escrever posts para outros sites e blogs que não são o seu. Pra quê?

Para conquistar aquele que é o sonho de todo profissional do Marketing Digital:  backlinks.

É como se a gente pegasse emprestada a autoridade de determinada página para mostrar o nosso potencial. A gente escreve o artigo sobre um tema específico, um breve descritivo da nossa trajetória para justificar nosso conhecimento sobre aquele assunto e um link para o nosso site e… voilá! Temos o sonhado backlink!

Parece ótimo, né? Tão ótimo que está cheio de profissional por aí garantindo centenas e milhares de backlinks por meio de guest posts. É só fazer uma busca rápida no Google que você vai encontrar essas “oportunidades de ouro”.

Mas… nem tudo que reluz é ouro. Apostar nessa estratégia como única ferramenta de link building é um baita tiro no pé.

O Google não gosta de guest post em escala

ilustração de personagem com características masculinas sentado em uma escrivaninha interagindo com 4 telas um páginas de sites abertas
fonte: freepik.com

Lá atrás, quando a produção de conteúdo começou, a troca de posts (e links) entre os blogs era bem comum e trazia resultados para estratégias com foco em performance orgânica.

Acontece que o Marketing Digital foi evoluindo e o Google surgiu reorganizando as regras do jogo. E segue fazendo isso sempre que percebe que o PageRank (a classificação das páginas) está sendo manipulado.

E é por isso que os guest posts em escala não são uma boa alternativa. Desde 2014 o Google vem avisando que os algoritmos estão suficientemente inteligentes para identificar links que não sejam naturais e ignorá-los.

Isso mesmo!

Se você está distribuindo conteúdos aleatoriamente para vários sites diferentes achando que os backlinks estão sendo importantes para a construção da sua autoridade, pode estar desperdiçando tempo

Possivelmente esses links estão sendo ignorados pelos robôs do Google. Sei que essa é uma descoberta dolorosa, mas aqui na Experta levamos as diretrizes do Google a sério e precisamos falar sobre isso.

O buscador está sempre em busca de conteúdos de qualidade que atendam às dores do usuário e, para isso, usa links naturais para fazer essa ponte.

Só que ele quer proporcionar a melhor experiência para o usuário, sendo assim, ele vai mostrar apenas conteúdos relevantes e originais. Qualquer sinal de manipulação será punido.

Precisamos ter em mente que backlinks são ótimos quando têm qualidade. A quantidade não é tão importante. Juntar as duas – quantidade e qualidade –  é o objetivo.

Então nunca devemos usar guest post?

ilustração de um escritório com pessoas trabalhando
fonte: freepik.com

Não se trata disso. O guest post, quando usado com responsabilidade, é parte de uma boa estratégia de SEO off-page que tem como foco a marca.

Por meio dele você consegue alcançar uma audiência diferente da sua, pode se posicionar como autoridade na sua área de atuação e aumentar o alcance da sua mensagem.

Nós mesmas, aqui da Experta, já escrevemos para outros sites, mas o intuito não foi a obtenção de links e sim a distribuição de um conteúdo relevante e educativo. Um guest post deve estar próximo do conceito de colunistas, tão comum nos jornais, revistas e portais de informação.

Como usar o guest post com responsabilidade?

ilustração de uma mão fazendo sinal positivo
fonte: flaticon.com

Como vimos, é possível usar guest post dentro de uma estratégia de link building de uma maneira orgânica e eficiente.

O primeiro passo para garantir que o seu conteúdo vai atingir o objetivo é fazer uma lista de sites e blogs que falem de assuntos relacionados ao seu produto ou serviço.

A partir daí é preciso construir um relacionamento. Nada de sair por aí perguntando se pode enviar um guest post na primeira interação. É preciso cuidado e atenção. Comece fazendo comentários nos conteúdos das redes sociais, por exemplo, e vá evoluindo a conversa.

Entender como aquilo que você tem a oferecer se encaixa naquela página e agrega valor àquela audiência é fundamental para conseguir uma parceria por meio de guest post.

Uma vez que essa relação está estabelecida é preciso pensar no conteúdo que será oferecido. E aqui vale uma atenção especial: formato, tema e linguagem precisam estar adequados à linha editorial da página que vai receber o seu conteúdo.

Não dá para usar gírias da moda em uma página cujo público-alvo são empresários conservadores. Adequação é fundamental.

Outro detalhe importante: guest post é conteúdo relevante e não propaganda. Lembre-se de que você não está ali para falar da sua empresa, mas para ser útil para o público daquele site ou blog.

E, por último, por mais tentador que seja linkar todas as palavras-chaves importantes para o seu negócio, não faça isso! Tenha cautela no uso dos links, escolha bem os textos-âncora pensando sempre em como agregar valor ao usuário.

Só assim você poderá aproveitar todo o potencial do guest post na construção da autoridade da sua marca (pessoal ou empresarial).

Conclusão

Embora o Marketing Digital tenha amadurecido bastante ao longo dos anos, esse universo ainda é repleto de mitos e ofertas duvidosas.

Um bom planejamento requer conhecimento, cautela, análise e constante revisão. É preciso considerar não só os fatores on-page como também o que acontece fora da sua página.

Isso significa desenvolver uma estratégia de link building que contemple um bom uso das redes sociais e do guest post como recurso de construção de autoridade genuína.

Manipular o PageRank com a distribuição de conteúdos em escala não só é ruim para a credibilidade da sua marca ou serviço como pode ser penalizado pelo Google.

Como aplicar SEO nas estratégias de Marketing de Conteúdo

O mundo da comunicação vem sofrendo uma série de mudanças ao longo dos tempos. Cada vez mais essa é uma área que requer estratégias bem específicas para alcançar resultados. Uma das que não pode ficar de fora é o Marketing de Conteúdo que, apesar de muito popular, ainda é usado com pouca estratégia e sem pensar em SEO.

Mas antes de chegar nesse ponto, cabe ressaltar que foi-se o tempo em que para divulgar uma marca bastava aliar um bom planejamento de vendas, uma campanha publicitária na TV em horário nobre.

As demandas sociais mudaram, especialmente nos últimos meses marcados pelo uso da tecnologia na mediação de todas as relações humanas.

Comunicar nunca foi tão importante. Mais ainda: comunicar usando a web. Até então restrita a negócios pontuais, a web tornou-se vital para a sobrevivência de todo tipo de empresa.

Não estar na internet é como não existir.

Os novos tempos trouxeram outras formas de se mostrar ao mundo. O padrão de consumo mudou completamente e cada vez mais pessoas “compram” pessoas e pagam por experiências mais do que por produtos.

Sendo assim, a divulgação de marcas, produtos e pessoas (sim, precisamos nos “vender” digitalmente) também mudou.

Neste guia você vai entender como funciona esse novo universo em que expressões como “marketing de conteúdo”, “SEO”, “jornada do cliente”, “experiência do usuário”,  “palavras-chave” e “produção de conteúdo” circulam em todas as redes sociais.

Aqui você vai aprender:

  1.  O conceito de marketing de conteúdo
  2. A importância dos blogs
  3. A definição de SEO
  4. O que é intenção de busca do usuário e sua importância
  5. Como escrever um texto otimizado para SEO
  6. A importância dos backlinks para uma estratégia de SEO
  7. Como usar a assessoria de imprensa como aliada do marketing de conteúdo
  8. O que não fazer numa estratégia de SEO

E se ainda restar alguma dúvida você pode acessar nosso dicionário de SEO para deixar o assunto mais fácil.

1. Marketing de conteúdo: o que é e como fazer

ilustração de uma mulher pensativa trabalhando em seu laptop sob uma escrivaninha
fonte: freepik.com

Engana-se quem pensa que o Marketing de Conteúdo é uma novidade ou apenas aplicável o ao marketing digital: ele existe há décadas. Um grande exemplo é o Guia Michelan, publicado pela primeira vez em 1900.

De forma resumida trata-se de produzir conteúdo relevante e útil. Parece com publicidade, mas não é. Muito pelo contrário. Para deixar mais fácil, vamos usar o conceito do pai do Marketing, Philip Kotler:

Marketing de Conteúdo é uma abordagem que envolve criar, selecionar, distribuir e ampliar conteúdo que seja interessante, relevante e útil para um público claramente definido com o objetivo de gerar conversas sobre esse conteúdo. O Marketing de Conteúdo também é considerado outra forma de branding journalism (jornalismo de marca) e branding publishing (publicações de marca) que cria conexões mais profundas entre marcas e consumidores.

Em suma, o conteúdo produzido não é sobre uma marca ou produto específico é sobre o interesse dos clientes em potencial.

Confuso?

Suponhamos que eu tenha uma escola e opte por criar uma estratégia de marketing de conteúdo. Ao invés de eu escrever um post com um título como:

“Minha escola tem a melhor infraestrutura da cidade”

Eu escreveria:

“Saiba como escolher a melhor escola para o seu filho”

Percebe a diferença?

No primeiro eu falo sobre mim, no segundo eu atendo uma demanda típica do meu público. E é assim que se faz um bom Marketing de Conteúdo.

Por que investir em Marketing de Conteúdo?

São muitas as respostas para essa pergunta. De forma resumida, uma boa estratégia de Marketing de Conteúdo vai:

  • Expor a marca ao público
  • Fidelizar clientes
  • Educar o mercado
  • Diminuir custos
  • Gerar negócios
  • Criar relacionamento

Não é pouca coisa, não é mesmo?

Mas também não é magia. Marketing de Conteúdo é marketing, logo tem: objetivos, processos, documentação e mensuração de resultados.

O que significa que requer planejamento estratégico. E o primeiro passo para isso é responder três perguntas básicas:

  • Por que você faz o que você faz?
  • Para quem você faz?
  • Como você faz?

Com essas respostas será possível traçar objetivos e definir quais serão os indicadores de performance que serão considerados na hora de analisar os resultados. Isso é o que chamamos de KPI (Key Performance Indicator).

Podem ser KPIs interessantes: número de visitas no seu site, número de menções à sua marca nas redes sociais, quantidade de vendas realizadas etc.

Com isso definido é hora de entrar no território mais importante: o conhecimento do seu público. Como fazer isso?

Definindo a persona do seu negócio, ou seja, um personagem fictício que representa o seu “consumidor ideal” e vai guiar a sua estratégia de produção de conteúdo.

Esse personagem é criado por meio de dados obtidos de pesquisas, que podem ser on-line ou presenciais, a depender dos objetivos do seu negócio.

Outro ponto importante do marketing de conteúdo é a definição dos canais (redes sociais, e-mail, panfletos, blog etc.) e formatos (vídeo, texto, imagem, áudio etc) que o seu conteúdo usará para chegar ao público-alvo.

Isso também é definido com base na pesquisa de persona.

2. A importância dos blogs para o Marketing de Conteúdo

ilustração de uma tela de computador com uma página aberta e duas mulheres na frente interagindo com a cena
fonte: freepik.com

Quando escutamos falar em blogs logo imaginamos aquele formato inicial em que as pessoas (geralmente adolescentes) escreviam sem critério algum, apenas para expor seus sentimentos e pensamentos sobre a vida.

Mas, assim como tudo no Marketing de Conteúdo, essa relação também mudou. Os blogs hoje são vistos pelos especialistas em produção de conteúdo como peça fundamental na estratégia.

Isso porque eles permitem que você tenha total controle e crie sua própria audiência, permite que sua página seja reconhecida e indexada pelos algoritmos dos motores de busca.

Falaremos mais sobre isso adiante, mas você pode entender melhor a importância de criar e abastecer um blog neste material.

3. SEO: o que é e para que serve?

pesquisa do termo seo em um buscador online
fonte: freepik.com

Agora que você já sabe como funciona o marketing de conteúdo, seus objetivos e relevância vamos entender o famoso SEO (Search Engine Optimization).

De forma bem simplificada, o SEO é um conjunto de protocolos e técnicas que têm por objetivo fazer com que seu conteúdo seja encontrado pelos motores de busca e, consequentemente, melhore o seu desempenho.

Ou seja, utilizando os recursos de SEO on –page (conteúdo e parte técnica) e off-page (conquista de backlinks) será possível aparecer em uma boa classificação na SERP, a página de busca do Google.  E é assim que vamos construindo a autoridade do seu site.

Falamos mais detalhadamente sobre SEO no e-book Guia de SEO. Você pode fazer o download do nosso material clicando no banner abaixo:

baixar guia SEO

 

4. Conhecendo a intenção de busca do seu cliente

ilustração de uma mão segurando lupa em uma tela de computador com uma página de site aberta e outras ao redor, exemplificando a relação do link building com SEO
fonte: freepik.com

Já falamos aqui que o marketing de conteúdo não é sobre você ou sua empresa, mas sobre o seu cliente, também chamado de usuário pelos especialistas.

Isso porque é nele que o Google está focado. Quanto melhor fora a experiência do usuário que acessa o seu site, mais o buscador gostará de você e mostrará seu conteúdo para um número maior de pessoas.

Compreender melhor como funcionam os algoritmos do Google é importante, mas por ora você precisa entender como funciona a jornada de busca do usuário, composta por três etapas: descoberta, consideração e decisão.

1 – Descoberta

A fase de descoberta é aquela em que o usuário descobre que tem um problema e quer saber mais sobre como resolvê-lo.

Pegaremos o exemplo citado no item 1, o conteúdo “como escolher a melhor escola para o seu filho” seria ideal para o topo do funil de vendas dessa escola.

A pessoa precisa de uma escola, mas ainda não sabe bem o que procura.

Estamos a léguas da conversão em vendas ainda, mas esse tipo de conteúdo traz visibilidade para a marca.

Os formatos mais indicados nesse caso seriam: vídeos, blogs posts e redes sociais, sem cobrar nada do usuário pela aquisição daquele conhecimento.

2 – Consideração

Na etapa seguinte, após pesquisar, o usuário já sabe que vai precisar de ajuda para resolver o problema que descobriu.

No nosso exemplo, seria a hora em que nosso cliente em potencial encontraria artigos como:

“O que considerar na hora de escolher a escola”

“Conheça as diferentes metodologias de ensino”

O foco desses conteúdos já é a conversão e podemos contar com a presença de formulários para acessar conteúdos mais elaborados como e-books ou webinários, por exemplo.

Blog posts e vídeos ainda são bem vindos nessa etapa de meio de funil.

3 – Decisão

Após ter contato com diferentes tipos de conteúdos, o usuário já sabe como resolver o problema e o que precisa. Agora é hora de escolher o melhor produto.

E é aqui que entram os conteúdos mais publicitários, que podem ser enviados pelo e-mail fornecido na etapa anterior em forma de newsletter ou apresentação de cases de sucesso.

No caso da escola, seria a hora de apresentar a metodologia adotada, a infraestrutura que oferece, os diferenciais.

Uma sugestão de título seria “Veja como nossos ex-alunos conseguiram ir longe”

“Conheça a melhor infraestrutura educacional da cidade”

Essa é a hora da decisão, o foco tem que ser na qualificação do produto e no convencimento de compra. Para apresentar seu produto valem também: blog posts, o próprio site da empresa, os descritivos do produto ou serviço oferecido, webinars e cursos sobre como usar o seu produto etc.

Vale ressaltar que este também é um momento de contato mais pessoal, como uma telefone, por exemplo.

5. Como escrever um texto otimizado para o SEO

ilustração de um laptop com uma folha com texto na frente e uma mulher sentada
fonte: freepik.com

Sabemos que o SEO deve fazer parte do planejamento de qualquer estratégia de produção de conteúdo. É ele quem vai garantir a conquista de backlinks e o consequente bom posicionamento na SERP (páginas do Google).

E quando falamos do SEO on-page relacionado ao conteúdo, não falamos apenas de um amontoado de palavras-chave jogadas no texto de qualquer jeito.

Os algoritmos já são capazes de avaliar contextos e artimanhas para melhorar o ranqueamento sem conexão com o que está sendo tratado.

Sendo assim, é fundamental usar critérios bem definidos tanto para a escolha das palavras-chave relacionadas ao seu negócio como para a elaboração de titles, meta description, intertítulos. Esses são alguns dos fatores para ter um bom texto otimizado para SEO.

De toda forma, é importante você saber que uma boa classificação nos motores de busca é uma publicidade on-line gratuita de grande valor.

Além de aumentar a publicidade da sua marca, isso contribui para gerar uma audiência mais qualificada para o seu site. E quanto mais tráfego relevante, maiores as chances de converter em vendas.

6. A importância dos backlinks para a estratégia de SEO

ilustração de personagens com características femininas e masculinas interagindo com símbolos de elementos do universo digital
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Não dá para falar em estratégia de marketing de conteúdo sem falar nos backlinks. São eles quem vão indicar aos motores de busca que o seu site existe e produz conteúdos interessantes.

Isso porque cada vez que um usuário realiza uma pesquisa na internet, os robôs dos motores de busca fazem um rastreio rápido em busca de links de qualidade.

Quanto mais links apontando para o seu site, melhor. Cada link é visto como um voto de confiança naquele conteúdo e isso conta para que o Google classifique a sua página ou o seu site.

Portanto, estabelecer um bom relacionamento com outros sites que produzem conteúdos geograficamente e semanticamente relacionados ao seu negócio, é fundamental.

Isso é o que chamamos de link building, uma importante ferramenta do Marketing Digital para garantir a autoridade de um site.

Para conquistar backlinks de qualidade o melhor caminho é contar com uma assessoria especializada, formada por profissionais capazes de identificar e as melhores oportunidades de inserção para o seu site.

Isso porque não basta receber links aleatórios. No SEO o contexto é fundamental para o sucesso de uma estratégia.

7. Como usar a assessoria de imprensa como aliada do SEO

ilustração de pessoas interagindo em um escitório representando uma assessoria de imprensa
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E por falar em ajuda especializada, um serviço bem tradicional em grandes companhias que pode ser muito útil para o Marketing de Conteúdo é a assessoria de imprensa.

Além de contribuir para a presença digital da marca e cuidar da sua reputação, a assessoria de imprensa, quando trazida para o universo digital, também pode ajudar a melhorar o seu ranqueamento no Google.

Para melhor entender esse assunto, temos esse material mais detalhado.

8. O que não fazer numa estratégia de SEO

ilustração de uma mão com o polegar apontado para baixo, indicando um sinal negativo
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A essa altura você já deve estar se perguntando: mas se conquistar autoridade e um bom ranqueamento é tão trabalhoso, como está cheio de “oportunidades de ouro” na internet?

De fato, há muitos profissionais oferecendo “muita banana por um tostão”, ou seja, garantindo mais seguidores, boa classificação na SERP e tudo mais que leva tempo e investimento para acontecer.

Pode parecer realmente uma boa oportunidade de construir a sua imagem, porém, isso tem um preço. E não estamos falando do valor irrisório que se cobram por essas táticas conhecidas como “black hat”.

Nesse artigo você vai entender porque essa não é uma boa alternativa para conquistar o reconhecimento tanto do público quanto dos motores de busca.

Além de não ajudarem na credibilidade do seu site, essa estratégia pode levar, inclusive, a penalidades perante os motores de busca na internet, correndo o risco até de perder o domínio.

Como fazer um release eficiente para sua estratégia de SEO

O release é a maneira pela qual uma empresa comunica informações sobre o seu negócio para a imprensa. Ele tem o objetivo de servir como guia ou ideia para o repórter elaborar a sua matéria.

Houve um tempo em que as assessorias de imprensa acreditavam que quanto mais um release fosse divulgado na íntegra, melhor para as empresas. Era o que chamamos de exposição positiva (e fica bonito nos relatórios).

Porém, quando ocorreu a digitalização da comunicação, a coisa passou a funcionar diferente. Especialmente depois que o SEO (Search Engine Optimization) entrou em jogo de vez, tornando necessário o uso de técnicas específicas para um texto ser visto pelos motores de busca.

Por mais que usar releases seja uma boa estratégia, o Google, nosso principal buscador, não vê com bons olhos conteúdos excessivamente replicados e com links sempre apontando para as mesmas páginas. Ele é esperto e enxerga essa estratégia como uma tentativa de manipulação de seus algoritmos e como resposta, acaba não indexando aquele conteúdo.

Neste artigo vamos falar sobre:

  • O mito da divulgação a qualquer custo
  • A contribuição do release para o SEO
  • Como escrever um release otimizado para SEO

A evolução do release no universo do Marketing Digital

seo on-page
fonte: flaticon.com

Quando falamos em produção de conteúdo, as opções são inúmeras: artigos, posts para redes sociais, vídeos, podcasts, imagens. São muitas as maneiras de transmitir a mensagem que queremos na sociedade 2.0.

Porém, como tudo que está relacionado à comunicação, é preciso estratégia na elaboração e divulgação de cada um deles. Um dos formatos mais comuns nas assessorias de imprensa tradicionais é o release.

Um texto conciso que apresenta inovações, projetos, novos produtos, meios de produção diferenciados, eventos qualquer coisa que a equipe de comunicação daquela companhia considere relevante divulgar e que tenha potencial para se tornar notícia.

Num passado não muito distante (e isso ainda acontece com mais frequência do que gostaríamos), as empresas tinham metas de divulgação e os assessores faziam isso a qualquer custo.

Bastava enviar o release para os editores, fazer o follow up e rezar para que eles achassem o conteúdo suficientemente relevante para virar uma matéria no jornal, tv ou no rádio.

E, mesmo que não virasse uma reportagem (que era o principal objetivo), o simples fato de ser publicado na íntegra já era considerado suficiente.

Mas hoje não é. A publicação pela publicação já não tem tanto valor. Em tempos de SEO, um release muito bom divulgado na íntegra em um site com baixa autoridade, com on-page ruim, não terá valor.

Além disso, precisamos lembrar que a comunicação de uma empresa, que também tem foco em SEO, precisa passar por uma boa estratégia de link building. É ela quem vai conseguir mapear os sites que vão trazer backlinks de qualidade para o seu negócio.

Então o release morreu?

De forma alguma. Ele está vivinho da silva. Mas precisou se reinventar para se tornar nosso aliado no SEO.

Uma boa assessoria de imprensa digital será capaz de elaborar um conteúdo que seja amigável, original, relevante para a audiência (e não só para a marca), escolher os sites que estão alinhados àquele negócio e ainda apresentam boas métricas.

Um release bem feito que seja usado como base para o desenvolvimento de uma reportagem em um site com boa autoridade de domínio, por exemplo, é excelente para o SEO e, consequentemente, para a reputação da sua marca.

É tudo uma questão de adaptação aos novos tempos. Vivemos na era da colaboração e dentro da comunicação isso é ainda mais frequente.

Assessoria de imprensa, assessoria de imprensa digital e marketing digital são funções que se complementam. Deviam ser premissas para uma boa equipe de comunicação.

Precisamos lembrar que vivemos em um tempo em que colaboração é palavra de ordem. Uma das principais tendências de link building para o próximo ano.

Como fazer um bom release para o SEO?

ilustração de um texto em uma tela de computador
fonte: flaticon.com

Aqui chegamos ao ponto que interessa a todo jornalista que está começando a se aventurar pelo SEO: como fazer um release que seja realmente útil?

A ideia principal de um release continua a mesma. Precisa conter informações relevantes e focar no valor-notícia, ou seja, o primeiro passo é sempre encontrar um bom gancho, aliado a uma boa redação.

Quando inserimos o fator SEO nessa proposta, precisamos entender também o usuário. Por isso, escolher as palavras-chaves se tornou um passo importante. Pergunte-se: como será que o pública busca pelo assunto ou tema que está sendo abordado?

Há muitas ferramentas que fazem isso, como o Ubbersugest, que oferece uma série de serviços gratuitos bem interessantes. Essas ferramentas mostram o volume de buscas de palavras-chave ou expressões.

Não caia na tentação de pensar somente naquelas com um grande volume de buscas. Às vezes, vale mais investir em uma que tenha uma quantidade menor, mas que esteja mais alinhada ao seu negócio.

Aí, entra a parceria da assessoria com o marketing digital: é importante conhecer o nosso público e os profissionais dessa área são ótimos para nos trazer essas informações por meio de pesquisa de personas.

É recomendável que as palavras-chaves estejam no título e apareçam algumas vezes no corpo do texto. Porém, atenção: evite o excesso de palavras-chave jogadas no texto aleatoriamente. É melhor investir em variações.

Nosso amigo Google já é suficientemente inteligente para compreender o contexto. Acredite! Fazendo direitinho ele vai ranquear o seu site.

Os critérios de clareza e concisão do release tradicional continuam valendo para a sua versão digital. Evite muitas perguntas e construções rebuscadas demais e questionamentos.

O jornalista e o usuário querem saber sobre a sua empresa e o que ela tem a oferecer, não pensar em soluções. Muito pelo contrário: eles querem a resposta pronta.

Cuidar dos intertítulos (H’s), incluir imagens com Alt tag e textos-âncora para direcionar o leitor de volta para o seu site e reduzir a quantidade de mensagens promocionais também é importante.

Links contextualizados

ilustração de duas páginas de um site conectadas pelo símbolo de link, como se fosse um elo de uma corrente, representando link building
fonte: freepik.com

É fundamental saber incluir os links de forma estratégica. Linkar só para a home pode não ser uma boa prática.

Precisamos lembrar de que o Google está mirando na experiência do usuário e os links que estão no seu texto precisam fazer sentido dentro daquele conteúdo, precisam agregar valor para o usuário e melhorar a sua experiência na web.

Os releases são excelentes para o link building na medida em que ajudam a construir backlinks de forma rápida e natural. Aqui, na Experta, acreditamos que um bom trabalho de comunicação passa por uma atuação conjunta entre os profissionais de assessoria, SEO e marketing digital.

Conclusão

A produção de release amadureceu ao longo do tempo. A entrada definitiva do SEO no mercado da comunicação fez com que os profissionais dessa área se reinventassem.

A adaptação passa pelo uso de técnicas de SEO om page e off-page  e mais critério na distribuição dos conteúdos, levando em consideração a autoridade de domínio dos sites em relação a um negócio específico.

No entanto, um release bem escrito, que vá direto ao ponto continua sendo fundamental para a construção da reputação de uma marca no universo digital.

O que é link juice?

O link juice é um termo antigo no SEO para se referir à transferência de benefícios (autoridade) por meio de links entre diferentes páginas. Você vai encontrar alguns especialistas que afirmam que o termo está obsoleto.  A razão é que o conceito de link juice se popularizou com a criação da métrica de PageRank do Google (que deixou de ser atualizada em 2013).

Pode ser também que, entre tantos termos, você encontre por aí quem chame o link juice de link equity. A verdade é que todo mundo sabe da influência desse recurso no ranqueamento dos sites no Google. Independente de “estar na moda” (ou não), o que queremos é que você compreenda a razão de o conceito existir e possa decidir quando utilizá-lo.

Para isso, preparamos este artigo para você entender os seguintes tópicos:

  • A influência do Google no conceito de link juice
  • Como funciona o link juice e a relação com a distribuição de links
  • Como funciona o link juice dentro da estratégia de link building.
  • Como usar o link juice nos tempos atuais

Mas, para entender melhor o termo, precisamos dar um passo atrás e destrinchar como funcionam os algoritmos dos motores de busca.

Para saber mais sobre o assunto, você também pode conferir este artigo:

Como o Google vê o link juice?

ilustração de uma mão segurando lupa em uma tela de computador com uma página de site aberta e outras ao redor, exemplificando a relação do link building com SEO
fonte: freepik.com

Toda vez que você acessa as páginas do Google e digita algo no campo de busca, os robôs do Google (do Bing e de qualquer outro motor de busca) fazem uma varredura na web atrás de páginas e arquivos que tenham alguma relação com o que você procura.

Tudo isso acontece em poucos segundos. Para transitar entre esses diferentes sites e endereços web, os robôs usam os hiperlinks como uma ponte. Logo, quanto mais links de diferentes fontes direcionados para o seu site, mais facilmente ele será encontrado pelos robôs.

Entretanto, ao passarem de um site para outro por meio de links, os robôs levam junto alguns benefícios do domínio (site) de origem para o domínio visitado. É o que chamamos de transferência de autoridade (benefícios). Nesse contexto, são os links que vão determinar o quanto de autoridade será passado de um site para o outro.

Mas afinal o que é link juice?

O nome vem do inglês e significa, na tradução literal, suco de link. E essa ideia é fundamental para entendermos o conceito do link juice com clareza.

Pense no seu site como uma jarra de suco. Todo o líquido que tem nele representa a autoridade que ele conseguiu no decorrer do tempo. Ele tem bastante conteúdo e outros atributos que o fazem ter um nível de links, mas está em uma seara repleta de outras jarras com o mesmo suco.

representação de link huice com jarra de suco e copos com tampa e canudinho
por Experta Media

Para se destacar, ele precisa distribuir esse conteúdo em pequenos copos para que o mecanismo sedento do Google se sinta seduzido.

representação de link juice (copos)
por Experta Media

Esses copos são os hiperlinks, que contêm uma boa parte do conteúdo (autoridade) da jarra. Quando os robôs veem esses “copos” espalhados pela web (dentro de um contexto que faça sentido, é bom lembrar) entendem que a fonte de onde vêm aquelas informações é boa.

A primeira maneira que o Google criou para medir a autoridade por meio de backlinks foi o PageRank. Embora ainda tenha a sua importância, ele não é mais o único algoritmo que determina a classificação de um site.

Atualmente, o valor de um link é determinado considerando pontos como:

  • Relevância dos links: isso significa saber se o link está contextualizado com a página que vai recebê-lo, se traz informações adicionais à determinada busca feita pelo usuário.
  • Rastreabilidade dos links: páginas bloqueadas para rastreadores por meio do arquivo robot.txt tendem a ser ignoradas e, logo, não transmitem sua autoridade.
  • Posição dos links: o ideal é que estejam no corpo do texto e não em barras laterais ou no rodapé.
  • Quantidade de links por página: embora não haja regra quanto a isso, quanto mais links dentro de uma página, mais diluído será o link juice.
  • Autoridade do site de vinculação: links recebidos de sites pequenos, recentes são menos relevantes do que aqueles vindos de sites com reputação mais solidificada.
  • Tipo de atributo dos links: links nofollow tendem a não ter a mesma relevância que os dofollow, mas falaremos mais sobre esse ponto a seguir.

Como calcular o link juice na distribuição de links

ilustração de uma mulher pensativa trabalhando em seu laptop sob uma escrivaninha
fonte: freepik.com

Conforme começamos a aprender, os hiperlinks (que podem ser internos ou externos) são os copos que fazem a distribuição dos benefícios. Cabe aqui ressaltar que alguns copos podem estar mais cheio do que outros ou até mesmo não conter nenhum link juice.

Os links internos são aqueles que fazem referências a conteúdos complementares dentro do seu próprio site. Como esse que usamos aí em cima para falar de link building. Já os externos são os que vão linkar para outros sites, levando parte da autoridade para eles.

É nesse ponto que entra a distribuição do link juice. De forma geral:

  • Quanto maior a quantidade de links em uma página, mais diluído o link juice será.
  • Link UGC e Sponsor não passam link juice e os links nofollow agora são vistos como uma sugestão para passar link juice (até 2019 o Google afirmava que não passava).
  • Quanto mais no início da página um link estiver, mas link juice irá passar. (Segundo alguns especialistas essa afirmação não pode ser levada ao pé da letra. Aqui na Experta Media, acreditamos que vale muito mais o contexto do link do que a posição).

Por que e quando linkar para outros sites?

ilustração de laptop conectando a 3 páginas suspensas
fonte: freepik.com

Mas enviar links para outros sites não é dar tiro no pé? Transferir a audiência para outro lugar?

Precisamos ter em mente que os hiperlinks são serviços que prestamos ao usuário. E é exatamente isso que o Google espera dos produtores de conteúdo.

Se você está usando um link externo que faz muito sentido dentro daquele conteúdo e vai agregar valor à experiência do usuário, o buscador recompensa isso.

Agora o bom mesmo é quando o inverso acontece, isto é, quando um site aponta para o seu. Os sonhados backlinks são a cereja do bolo da autoridade SEO.

Não adianta ter todo o SEO on-page rodando direitinho se não houver links apontando para o seu site.

É que Google entende cada backlink como um voto de confiança ao seu site (passando link juice). Sendo assim, é importante traçar uma estratégia bastante sólida para atrair backlinks de qualidade.

Isso porque a autoridade na internet está muito ligada à confiança que as pessoas têm na sua marca – pessoal ou empresarial. E quer voto de confiança maior do que levar a própria audiência para outra página?

Mas atenção: assim como tudo no marketing digital, é preciso estratégia.

Por quê?

Explicamos a seguir.

Direcionando links para o lugar certo

ilustração de pessoas representando nicho de site
fonte: freepik.com

Esse é um dos pontos mais importantes do link juice: saber para onde direcionar os links – sejam eles internos ou externos.

Não adianta colocar links que não tenham relação com o conteúdo porque o Google já consegue perceber isso e, obviamente, o público também.

Portanto, o excesso de links para páginas institucionais (que eram muito comuns) não são mais indicados. Isso podia fazer algum sentido quando a produção de conteúdo para a web começou, mas o uso indiscriminado do recurso o fez cair por terra. O Google percebeu a malandragem e mudou as regras do jogo (foco no usuário, lembra?).

Agora o contexto do conteúdo – e não só a arquitetura do site e hierarquia de links – passou a ser considerado para o ranqueamento da página. Reserve o rel=dofollow para os conteúdos relevantes que realmente respondam às dores dos usuários.

Isso porque são eles que mostram ao Google a relação genuína de confiança e respeito que existe entre o seu site e aquele que está distribuindo o seu link.

Os links dofollow são aqueles votos de confiança sobre os quais falamos acima.

Já os nofollow, o sponsor e o UGC são aqueles em que o site que recebe o link opta por mudar o código html de forma a fazer o Google entender que não é para passar a autoridade do site que enviou o link.

Saiba mais sobre estes atributos de links

Só que mais uma vez, o uso excessivo do recurso fez o Google rever as regras. E, desde março, ele entende o nofollow como uma sugestão para seguir.

Dessa forma, ganhar um nofollow não é de todo ruim, pois, aumenta o alcance da marca, gerando mais tráfego além de facilitar a negociação da publicação do seu conteúdo em sites de terceiros.

Entenda melhor sobre marcar os links como nofollow.

Conclusão

A transmissão de autoridade entre sites é uma importante ferramenta para se obter destaque nas SERPs (Search Engine Results Pages) do Google.

Porém, ocupar as primeiras colocações nos motores de busca não é uma tarefa fácil. É preciso encontrar o equilíbrio perfeito entre os fatores on- page e off- page para garantir o sucesso da empreitada.

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Quanto custa fazer link building no Brasil?

O link building é um dos pilares de uma estratégia de SEO bem estruturada.  Trata-se de um conjunto de práticas para aquisição de links vindos de outros domínios sem as quais é quase impossível gerar autoridade para um site e, consequentemente, alavancá-lo a um bom posicionamento na SERP (páginas de resultados do Google).

Essas práticas requerem conhecimento, estudo de caso e análise. Pode parecer fácil de fazer, mas é igualmente fácil de cair em engodos e táticas furadas que podem ter o efeito inverso ao que você espera.

Os motores de busca penalizam sites que descumprem suas regras básicas. Sendo assim, o ideal é buscar ajuda de profissionais especializados para desenhar o caminho da autoridade do seu site junto com você.

Custa caro fazer link building?

ilustração que representa uma mulher no computador envolvida com gastos
fonte: freepik.com

Essa é a pergunta que não quer calar, mas antes de respondê-la, precisamos entender todo o contexto desse tipo de serviço.

Neste artigo você vai aprender:

  • A importância dos backlinks para o SEO
  • O que é link building
  • Como se faz link building
  • Importância do conteúdo
  • O que não fazer para conseguir backlinks
  • Quanto custa fazer link building

Links: o começo de tudo

Antes de falarmos do link building propriamente dito, precisamos contextualizar. Aliás, tenha em mente que contexto é fundamental para o link building.

Quando tudo na internet era mato, os motores de busca utilizavam apenas o conteúdo e palavras-chaves para classificar um site.

Com o tempo perceberam que os produtores de conteúdo estavam aplicando palavras-chaves ao longo do artigo sem nenhum contexto (olha ele aí), prejudicando a experiência do leitor.

Foi aí que o Google entrou mudando as regras do jogo e passou a usar os links como indicativos de autoridade de um site. Cada link direcionado representava um voto de confiança naquela página.

Funcionava de uma forma bem rudimentar: quanto mais links, mais autoridade. Acontece que essa regra acabou desencadeando uma série de ações desonestas sobre as quais falaremos adiante.

Por ora basta saber que os links foram usados de forma aleatória e o Google trouxe uma nova atualização no seu ranqueamento. Motivado, mais uma vez, pela falta de contexto (eu disse que era importante, né?).

Desde então, os famosos robôs do Google passaram a rastrear a web em busca de conteúdos de qualidade que atendam à demanda do usuário. Para fazer isso ele usa os links como uma ponte entre a pergunta do usuário e os conteúdos disponíveis na rede.

Precisamos lembrar que o Google não quer privilegiar empresas, o foco é sempre na experiência do usuário. E isso precisa ser repetido à exaustão.

Todo produtor de conteúdo precisa ter cravado na mente que tudo na web tem que mirar no usuário. A intenção tem que ser sempre altruísta: ajudar quem está lendo a sanar uma dúvida.

O que é link building, no fim das contas?

ilustração de uma mulher pensativa trabalhando em seu laptop sob uma escrivaninha
fonte: freepik.com

Agora que você já sabe como a coisa toda começou, vai ficar mais fácil entender o que, exatamente, é o link building.

Já sabemos que os hiperlinks são importantes para que o Google veja o nosso site e entenda que ele traz informação de qualidade e que o conteúdo tem relevância, certo?

Acontece que já diz o ditado “precisa ser visto para ser lembrado”. Dessa forma, quanto mais conseguirmos apontamentos para o nosso site, melhor.

Mas…

Não é só conseguir qualquer backlink. Como vimos, essa época já passou.

Precisamos encontrar sites alinhados ao nosso negócio e ao nosso público.

Enfim… Precisamos contextualizar o conteúdo que produzimos. Daí a importância de encontrar profissionais capazes de identificar os melhores parceiros para conquistar backlinks de qualidade.

E é disso que se trata o link building: um conjunto de práticas que visam a conquista de backlinks vindos de sites qualificados e relevantes. Ou seja: é a ponte entre o nosso conteúdo e o robô do Google.

Como se faz link building?

ilustração de laptop conectando a 3 páginas suspensas
fonte: freepik.com

Infelizmente o link building é uma estratégia negligenciada por muitos profissionais de marketing, mas não deveria ser.

A primeira coisa a se ter em mente é que essa é uma ferramenta de comunicação da marca. O que isso significa?

Ao ter um link alocado em determinada página, a marca está passando a sua mensagem para os leitores daquele veículo. E como tudo o que está ligado à comunicação, é um processo de médio e longo prazo.

Não espere vendas imediatas no primeiro backlink qualificado que conseguir. O resultado virá com o tempo e a solidez da estratégia desenvolvida.

Como já sabemos links são a base o link building. Há dois tipos importantes:

  • Sinais sociais ou da base: criação de perfil em redes sociais, comentários em blogs e pelo Google Meu Negócio.
  • In content: aqueles inseridos dentro de textos que direcionam para outro site e que realmente impactarão nos seus resultados de SEO.

Os primeiros sinalizam para os motores de busca que o negócio é real, feito por pessoas de verdade. Já o segundo é o responsável por mostrar que você domina sua área de atuação, que tem Know how naquele assunto.

Para conseguir espaço em veículos que já têm credibilidade será preciso uma pesquisa para definir quais linhas editoriais estão alinhadas ao posicionamento da sua empresa.

Feito isso é hora de se relacionar com produtores de conteúdo, editores, chefes de redação e repórteres desses sites parceiros.

 É o relacionamento aliado ao bom conteúdo que vai lhe ajudar a conquistar parceiros de peso para o seu plano de ação.

Conteúdo: a alma do negócio

ilustração de um laptop com uma folha com texto na frente e uma mulher sentada
fonte: freepik.com

Se você já definiu os veículos ideais para o seu negócio, já fez o relacionamento e acha que é só mandar o link da home do seu site que estará tudo certo.

Calma! Muita calma nessa hora porque não é bem assim.

Para o link building ser bem feito, um bom conteúdo é fundamental.

Estamos em 2020, um tempo em que o jornalismo profissional está em descrédito, as redações estão cada vez mais enxutas e os jornalistas sobrecarregados.

A oferta de um material já pronto, bem escrito, coeso e contextualizado vai parecer um oásis no meio do deserto. E como fazer isso?

Estando atento às notícias do seu setor e às demandas do seu público. O conteúdo oferecido para os sites noticiosos precisam ser originais, bem feitos e relevantes para o leitor.

A linguagem e o tom de voz precisam ser adequados e o texto precisa seguir o formato jornalístico para que tenha uma boa aderência.

Saiba o que não fazer

ilustração de uma mão com o polegar apontado para baixo, indicando um sinal negativo
fonte: flaticon.com

Se você está lendo este artigo porque quer conquistar autoridade para o seu site é importante estar atento ao que o mercado oferece.

Há muito profissional de marketing oferecendo soluções milagrosas como garantir aumento de tráfego, conquista de links etc.

Se um desses se aproximar de você, fuja! É cilada!

Existem algumas práticas que eram muito utilizadas lá nos primórdios da web que continuam sendo vendidas como garantia de resultados, mas já foram banidas pelo Google há muito tempo.

Lembra que falamos lá em cima sobre as mudanças no algoritmo? Então, isso está ligado a essas promessas milagrosas que são baseadas nas seguintes técnicas ultrapassadas:

  • Black Hat: compra automática de backlinks (entre outras práticas)
  • Link Farm: conjunto de sites muito bem elaborados que cobram por posts
  • Guest Post: publicações em sites de terceiros como convidado

Só existe um jeito certo de comprar backlinks , que é contratando uma agência especializada que vai lhe entregar links baseado em planejamento estratégico e técnicas de SEO.

Quanto custa fazer link building?

Se você quiser arriscar apostando nessas estratégias acima pode pagar cerca de R$ 60 para comprar links e entre R$ 100 e R$ 300 se preferir usar de link farms.

Mas, você vai correr o risco de ser penalizado pelo Google. O buscador é bem rígido quanto ao descumprimento de suas diretrizes.

feito por Experta Media

Como vimos, o link building requer cuidado, conhecimento, planejamento e atenção. E tem muito profissional capacitado para fazer esse trabalho de forma honesta e coerente no mercado.

Mas isso tem um custo. Aqui, na Experta, é possível começar um projeto desses por R$ 1.200, por exemplo.

Mais do que nunca a área de comunicação da sua empresa precisa ser considerada como um investimento e não como gasto. Virar essa chave vai lhe ajudar a chegar aonde quer.

Conclusão

O link building evoluiu ao longo do tempo, tornando-se ainda mais importante dentro de estratégias sólidas e seguras de SEO.

Os algoritmos dos motores de busca estão cada dia mais inteligentes e capazes de reconhecer artimanhas artificiais para conquistar backlinks.

Dessa forma, qualquer empresa que deseje ter uma presença forte na web precisa ter conhecimento de marketing digital e de práticas sérias para gerar autoridade.

Conteúdos originais, bem escritos e relevantes são o ponto mais importante do link building, portanto, é preciso um bom repertório, conhecimento das regras gramaticais, adequação ao tom de voz do veículo parceiro, criatividade e comprometimento.

Um bom produto que use a web e as redes sociais para se promover por meio de link building tem tudo para ser sucesso de vendas em longo prazo.