Natasha Caminha

Produtora de conteúdo, formada em Marketing com ênfase em digital e negócios. Colaboradora da Experta Media, fundadora da Red Dot Content, entusiasta do mundo de SEO e grande consumidora de conteúdos, notícias, tendências e cultura pop. https://www.linkedin.com/in/natashascaminha/

SEO para e-commerce: otimize sua loja virtual e se destaque no Google

SEO para e-commerce: otimize sua loja virtual e se destaque no Google

Entenda como técnicas de SEO podem aumentar os acessos ao seu e-commerce e aumentar suas vendas online.

SEO nunca foi tão importante.

Principalmente hoje, no momento em que vivemos: após o início da crise sanitária do COVID-19, o e-commerce brasileiro deu um salto e chegou a quase dobrar de tamanho nos primeiros meses de isolamento social.

Se você possui um site transacional, vende pela internet ou pretende começar um negócio virtual, considere o investimento em tráfego orgânico no Google como um dos mais estratégicos para o seu negócio.

No conteúdo de hoje, explicarei por que SEO é tão importante e como começar a otimizar o seu site, detalhando os principais pontos de atenção a serem otimizados em um site.

Boa leitura!

O que é SEO?

vetor de uma barra de busca com uma lupa
fonte: freepik.com

SEO, ou Search Engine Optimization, é o conjunto de técnicas utilizado para melhorar o posicionamento de sites da web nas páginas de resultado de mecanismos de busca.

As páginas de resultado, chamadas tecnicamente de SERPs — ou Search Engine Results Page —, agrupam hierarquicamente os resultados que um usuário encontra ao fazer uma pesquisa simples no Google, por exemplo.

Estes resultados estão ordenados de acordo com o que o algoritmo do Google julga ser mais relevante para o usuário.

Essas escolhas são feitas com base em uma série de critérios e diretrizes relacionadas, principalmente, ao histórico de navegação daquele usuário na internet, sua geolocalização e à intenção de busca relativa à palavra-chave pesquisada.

Mas, afinal, por que só falamos do Google?

Segundo dados do Net Market Share, o Google é responsável por mais de 90% de todo o tráfego global em buscas, garantindo seu lugar como o principal buscador do mundo.

Por conta desse domínio, quando falamos de SEO, na maior parte das vezes levamos em consideração as diretrizes de melhores práticas divulgadas pelo Google (que, de qualquer maneira, possui uma relação estreita com as diretrizes de outros buscadores).

Ainda assim, o Google não é o único buscador do mundo, e temos hoje outros representantes nesta categoria, como o Bing, que fica com o segundo lugar, e Yahoo, DuckDuckGo e Baidu.

Qual é a importância do SEO para e-commerce?

estratégia de seo para ecommerce
fonte: freepik.com

Em fevereiro deste ano, a Busca Orgânica foi o segundo maior canal de tráfego para o comércio eletrônico nacional, somando 28,1% dos acessos totais, segundo levantamento da agência Conversion.

Perdeu apenas para o acesso direto, ou seja, aquele em que o usuário acessa o site desejado sem intermédio de outros meios, digitando o endereço na barra de navegação. No momento, a busca orgânica se consolida como uma das mais importantes vias de geração de receita para os e-commerces.

A importância do SEO, portanto, é evidente, uma vez que é regra básica de todo negócio estar onde estão os seus clientes. E os seus clientes, hoje, estão no Google.

Como utilizar SEO como estratégia de negócio

ecommerce com SEO
fonte: freepik.com

Engana-se quem pensa que o único objetivo do SEO é levar o usuário do buscador para uma página de vendas, ou de produtos, para que ele conclua uma transação e seja perdido de vista.

Uma estratégia de SEO bem estruturada engloba aspectos muito mais profundos de um negócio, envolvendo uma visão holística e multidisciplinar de todos os setores de uma mesma empresa.

Apesar de ser um importante canal de vendas, o SEO também é um poderoso canal de branding e de construção de autoridade da marca.

Imprimir a sua marca no imaginário do seu público-alvo, ser mencionado por importantes portais do seu mercado, servir de fonte para dados e insights em reportagens jornalísticas de grande alcance: tudo isso também é SEO.

Como começar a trabalhar com SEO para e-commerce

ecommerce com SEO
fonte: freepik.com

Agora que você já está convencido de como o trabalho de otimização de sites é importante para a sua empresa, principalmente se você faz vendas pela internet por meio de um e-commerce, é hora de colocar a mão na massa.

O primeiro passo para começar a aperfeiçoar o SEO do seu site é estipular os seus objetivos. Não é possível traçar um caminho eficiente se não sabemos onde queremos chegar, não é mesmo?

Por isso, o início de tudo é o desenvolvimento de um bom plano de metas, ao qual se seguirá um plano de ações especialmente desenvolvido para as metas estabelecidas anteriormente.

As tarefas a serem realizadas em um site para que esteja de acordo com as diretrizes estipuladas pelos buscadores devem ser divididas em duas categorias: os fatores On-Page e os fatores Off-Page.

Nos próximos tópicos, explicarei detalhadamente a que se referem estas duas categorias de otimização e como adequar as suas páginas a elas.

Vamos lá?

Otimizações que devem ser feitas em e-commerces para melhorar resultados - ou fatores On-Page

vetor construção de páginas

Os fatores de otimização On-Page são aqueles implementados dentro do seu site.

Em outras palavras, são as ações sobre as quais você, ou sua equipe de TI, tem total controle sobre.

Estão inclusos nestes fatores o que chamamos de SEO Técnico, ou os aspectos puramente relacionados ao à estrutura do site invisível ao seu usuário final, ou seu "esqueleto".

Crie bons títulos para as páginas

Para compreender a importância de um bom título, vamos observar a anatomia de um resultado orgânico na SERP:

O primeiro elemento visível é a URL da página exibida. O segundo, logo abaixo, é o título desta página.

Quando pensamos em uma página de resultados, onde o seu site estará competindo pela atenção do usuário com outros 9 sites (mais os anúncios), fica fácil perceber porque um título atrativo é tão importante!

Ele representa uma das poucas chances da sua empresa conquistar o clique do seu potencial cliente, portanto, crie títulos atraentes, que contemplem suas dores mais imediatas e que, de fato, correspondam à sua intenção de busca.

Crie URLs amigáveis

url amigável
fonte: freepik.com

Por mais que possa parecer irrelevante à primeira vista, a construção de URLs amigáveis possui tanto peso para o Google que ele dedica um capítulo inteiro do seu SEO Starter Guide a elas.

Para auxiliar não só o usuário, mas também os crawlers, as URLs do seu site devem seguir uma estrutura lógica relacionada à própria arquitetura do seu site.

Veja o exemplo abaixo, aqui na Experta Media:

Ao analisá-la superficialmente, já podemos identificar que a página de link building, para onde o usuário será direcionado ao clicar no link acima, fica dentro da categoria serviços.

Essa hierarquização facilmente identificável é exatamente o que torna esta URL uma URL amigável, diferente da URL abaixo:

  • siteexemplo.com.br/?dg=764&p=001#

No caso dos e-commerces, essa questão é ainda mais importante, uma vez que como existem muitas categorias e muitos produtos, essas URLs tendem a ficarem imensas quando não otimizadas com os termos corretos.

Capriche na descrição dos produtos

ilustração de um campo de alt text preenchido
fonte: freepik.com

Quando entramos em uma loja física, em um shopping center, por exemplo, logo podemos contar com o auxílio de um vendedor para tirar nossas principais dúvidas sobre um produto.

No ambiente online, porém, essa ajuda (que é muito útil, aliás) se perde e, quando cultivamos muitas dúvidas sobre determinado item, tendemos a desistir da compra antes mesmo de tentar saná-las.

Isso pode acontecer por alguns motivos: ou os canais de comunicação da loja são muito complexos e não oferecem soluções simples ou a descrição daquele produto (e/ou sua ficha técnica) está carente de informações.

As duas opções, no entanto, são questões fundamentais para o oferecimento de uma boa experiência de usuário, um dos mais importantes fatores de ranqueamento do Google.

Descreva seus produtos da melhor maneira possível, com absolutamente todas as informações que possam servir ao seu público.

Inclua, inclusive, nas suas páginas de produtos, reviews de outros usuários. A exposição de experiências prévias de outros compradores pode ajudar o seu usuário a se identificar com aquele produto.

As descrições do seu e-commerce, ou os chamados textos de apoio, também são conteúdos super importantes para os algoritmos, uma vez que os auxiliam a compreender melhor qual é o contexto semântico exato daquela página.

Assim, certifique-se de otimizá-lo sempre com a sua palavra-chave principal.

O exemplo abaixo, utilizado pelo Mercado Livre, é uma ótima opção: comparações de produtos similares.

Faça linkagem interna

linkagem interna
fonte: freepik.com

A linkagem interna é uma estratégia que não somente garante que o seu usuário possa circular pelo seu site através de um trajeto lógico, mas também ajuda os robôs a compreenderem melhor de que maneira as suas páginas se relacionam entre si.

Além de transmitir, entre as páginas, alguma autoridade, a linkagem interna garante mais informações ao seu cliente.

Ela pode ser feita por meio de hiperlinks dentro dos conteúdos informativos do seu site, de breadcrumbs, imagens, etc.

Organize a arquitetura do site

sitemap
fonte: freepik.com

A arquitetura do seu site é um dos mais importantes coeficientes para uma boa experiência de usuário.

Com a chegada do Google Page Experience, nova atualização de algoritmo que chega em maio deste ano e traz UX como fator de ranqueamento, investir em uma navegação de qualidade é absolutamente imprescindível em SEO.

Para começar a esboçar uma boa arquitetura, trace a árvore do seu site de maneira clara e objetiva, garantindo sempre que o seu usuário possa chegar tanto ao seu produto quanto ao seu checkout em apenas 3 cliques.

Para os e-commerces, a estrutura arquitetônica mais comum é a seguinte:

__  Home

___ Departamento

____ Categoria

_____ Produto final

Veja, abaixo, um exemplo prático disso para um e-commerce de itens domésticos:

__  Página Inicial

___ Cama & Mesa

____ Jogo de Lençol

_____ Lençol Percal Azul

Em nível técnico, essa organização também promove, em algum grau, a linkagem interna de um site.

Otimize o texto-âncora dos seus links

texto âncora
fonte: freepik.com

Quando falamos em linkagem, seja ela interna ou externa, estamos falando especificamente sobre hiperlinks e textos âncora.

Se você deseja levar o seu usuário a uma página sobre [toalhas de banho], é importante que o texto âncora deste link seja toalhas de banho, ou quaisquer outros termos relacionados à página de destino.

Velocidade de carregamento

vetor de um laptop em carregamento com medidor de velocidade

Como dito algumas linhas acima, a arquitetura da informação do seu site é de extrema relevância, mas aqui vale dizer que não importa o quão bem estruturada ela está se a velocidade de carregamento do seu site ficar a desejar.

Este é, inclusive, um dos pontos mais cruciais para o Google Page Experience.

A métrica LCP, ou Largest Contentful Paint, que faz parte dos novos Core Web Vitals, veio para avaliar se a velocidade de carregamento de uma página é ou não satisfatória para o usuário.

De acordo com o Google, uma página deve carregar em menos de 2,5 segundos para que sua velocidade seja razoável.

De acordo com dados do próprio Google, inclusive, quando a velocidade de carregamento móvel de um site sobe de 1 para 3 segundos, a taxa de rejeição pode crescer até 32%.

SEO off-page também ajuda a destacar seu e-commerce! Confira 3 dicas

vetor equipe construindo página
fonte: freepik.com

Agora que já circulamos pelos fatores On-Page, chegou a hora de falarmos dos fatores Off-Page, ou aqueles sobre os quais não temos total controle.

O SEO Off-Page, como costumamos chamá-lo, geralmente diz respeito aos aspectos ligados à autoridade de um site.

Em SEO, ter autoridade significa ser compreendido como o melhor site dentro de determinado nicho, mas essa percepção não deve ser somente do usuário, mas também do próprio algoritmo.

Métricas como Domain e Page Authority, ou as autoridades de domínio e página, revelam de que modo os robôs estão reconhecendo a autoridade do seu site.

Abaixo, destrincharei um pouco melhor as maneiras mais eficazes de construir a autoridade do seu site.

Crie um blog para o seu e-commerce

Se você vende, por exemplo, cosméticos capilares, que tal se posicionar como uma marca que tem total conhecimento sobre seu nicho de atuação?

Distribua o melhor conteúdo sobre cabelos, contrate especialistas, interligue suas publicações de blog com redes sociais, faça eventos online, lives, webinários, enfim, não perca nenhuma oportunidade de transmitir à sua audiência o quanto a sua marca é uma especialista neste assunto.

Crie, sempre, o melhor conteúdo e lembre-se de escrever textos otimizados para SEO.

Produza conteúdo que atrai links

ilustração do que são backlinks
ilustração por Experta Media

E, por falar em conteúdo, uma das maneiras mais eficientes de elevar a autoridade do seu site perante os algoritmos é recebendo menções em formato de link.

Mas para que estes links sejam válidos, eles devem ser recebidos espontaneamente, de maneira orgânica e devem fazer sentido dentro de seu contexto.

Uma forma bastante produtiva de atrair estes links, contudo, é a produção de conteúdos virais e com muitas informações.

Infográficos, vídeos, conteúdos épicos (aqueles do tipo Guia Definitivo) e landing pages voltadas à explicação completa sobre determinado assunto, incluindo diferentes formatos de mídia, são alguns conteúdos que tendem a atrair menções.

Link building

vetor de um notebook ligado a outras páginas de sites
fonte: freepik.com

Apesar de possuir uma relevância imensa, o link building sempre foi um assunto que divergiu opiniões em SEO.

Se há alguns anos fazer link building era tão somente executar algumas práticas de guest post, hoje já sabemos que essa estratégia é condenada pelo Google.

Mas, então, de que forma distribuir conteúdo de qualidade e garantir o retorno técnico dos links sem cair em manipulação de algoritmo?

Se você acessa a internet todos os dias, provavelmente tem contato com portais de notícias. Estes sites, além de possuírem autoridade e uma atualização extremamente frequente, alcançam milhões de pessoas diariamente.

A junção destas duas forças de trabalho, o link building e a assessoria de imprensa, deu origem ao que chamamos hoje de assessoria de imprensa digital — a distribuição de conteúdo informativo, orientado a dados, cujo objetivo é o retorno de menções em formato de link.

Este trabalho, muito mais sofisticado que o simples envio de um guest post, gera resultados bastante influentes para os e-commerces, principalmente quando pautas de valor, relacionadas ao crescimento e retração de setores do comércio, são divulgadas.

Confira se você está cometendo esses erros no seu site

Sinal de vetor sinais de alerta de perigo de alta tensão isolado em um fundo branco
fonte: freepik.com

Depois de exibir um panorama geral dos cenários que mais exigem atenção em SEO, chegou a hora de falarmos dos erros mais comuns!

Muitas vezes, na hora de desenhar a nossa estratégia, sabemos exatamente o que devemos fazer, mas dificilmente sabemos o que não devemos fazer, e por isso trouxemos também uma lista com os deslizes mais corriqueiros do mercado.

Conteúdo duplicado

conteúdo duplicado
fonte: freepik.com

Há alguns anos, pensar em conteúdo duplicado era simples: se um conteúdo já existe em uma página da web, ele não deve ser reproduzido em outra. E pronto.

Hoje, sabemos que esse assunto possui desdobramentos mais sutis do que a simples cópia de um conteúdo, e a prova disso são os próprios portais noticiosos, como citamos no tópico acima.

Se uma notícia divulgada por uma agência especializada é divulgada em diversos sites em um mesmo dia, por que então os sites de notícias têm sempre grande autoridade?

No final de janeiro deste ano, John Mueller, Evangelista de Buscas do Google, falou em seu programa semanal sobre search no YouTube que conteúdo duplicado não é um fator de ranqueamento negativo.

A afirmação de John, é claro, deve ser interpretada com parcimônia.

É claro que plagiar o conteúdo de alguém vai ser negativo para as avaliações do seu site (e é também uma infração jurídica, em certo grau).

Mas, no caso de conteúdos informativos e que estejam em mais de uma página ao mesmo tempo porque há uma necessidade contextual e semântica para isso, serão considerados dentro destes parâmetros.

Títulos Repetidos

tela representando busca de palavra-chave em buscador online
fonte: freepik

Se cada página do seu site fala sobre um assunto diferente, por que motivo todas elas possuiriam um mesmo título?

Conforme explicado no início deste conteúdo, a tag title da sua página é uma chance de ouro para a sua empresa atrair a atenção e o clique do seu público-alvo na SERP e, uma vez que cada página corresponde à uma palavra-chave diferente, varie seus títulos e os enquadre à intenção de cada assunto.

Descrição de produtos copiada

descrição de produto duplicada
fonte: freepik.com

A descrição de produtos copiada está relativamente relacionada ao tópico de conteúdo duplicado, mas aqui está um exemplo claro do que não deve ser feito.

As descrições originais, além de atraírem mais a atenção do seu usuário e possuírem características específicas da sua marca, dizem ao Google que o seu conteúdo diz respeito ao seu produto, e a nenhum mais.

É comum vermos produtos iguais, vendidos em diferentes lojas, com descrições idênticas, mas saiba que o algoritmo enxerga isso com maus olhos.

Links quebrados

vetor link quebrado
fonte: freepik.com

Os links de um site, tanto internos quanto externos, são um elemento importante demais para não serem constantemente fiscalizados.

Os links quebrados são aqueles que, ao serem acessados, não funcionam ou enviam o usuário a uma página de erro 4XX.

Eles são uma consequência natural da passagem do tempo e da mudança que alguns sites sofrem, mas isso não significa que não devam ser rapidamente identificados e consertados.

A ferramenta Ahrefs, voltada especialmente ao controle e a manutenção de backlinks, possui um recurso especial para a identificação de links quebrados.

Site não otimizado para o mobile

vetor mobile
fonte: freepik.com

Segundo dados da StatCounter, 52% de todo o tráfego global da internet teve origem em dispositivos móveis.

Este dado nos aponta para um futuro certo: se, hoje, a maior parte dos acessos à internet ocorrem via mobile, em não muito tempo esses acessos serão a maioria esmagadora.

Em março deste ano, inclusive, o Google lançou sua atualização Full Mobile-First Index, cuja maior consequência é a exclusão total da SERP de sites que não possuem versões móveis.

Portanto, se o seu site ainda não está otimizado para o consumidor que compra pelo celular, corrija-se o quanto antes.

Má escolha das palavras-chave

chave e lupa sob uma página de site
fonte: freepik

A pesquisa de palavras-chave é uma etapa bastante importante quando estamos traçando nosso plano de metas de SEO.

Em outras palavras, as palavras-chave para as quais otimizamos nossas páginas estão diretamente ligadas às intenções de busca dos nossos usuários, portanto, devem ser escolhidas minuciosamente.

A má escolha desta listagem pode ter consequências catastróficas nos resultados de uma estratégia de SEO, como por exemplo grande esforço de trabalho jogado fora em palavras que não são utilizadas pelo seu público.

Imagens não otimizadas

ilustração representando uma imagem sendo carregada em uma página da internet
fonte: freepik.com

Apesar de serem frequentemente ignoradas, as imagens também podem ser otimizadas para SEO.

Aspectos como a qualidade da imagem, alt text, dimensões, peso e nome do arquivo são importantes fatores avaliados pelos algoritmos.

Certifique-se sempre de que as imagem estão alinhadas com o tamanho da tela em que serão exibidas e que possuem uma descrição precisa na tag alt — isso é importante, também, porque os softwares de leitura que auxiliam deficientes visuais a navegarem pela internet utilizam essa tag para descrever as imagens.

O nome do arquivo também ajuda os crawlers a identificarem do que aquela imagem se trata, uma vez que eles ainda não são capazes de lê-la imageticamente.

Conclusão

Depois de tanta informação, podemos concluir que, diferente do conceito que tínhamos de SEO há alguns anos, o trabalho de otimização de sites nunca foi tão multidisciplinar quanto é hoje.

Quanto mais complexos e sofisticados ficam os algoritmos, mais exigente o trabalho se torna e, na mesma medida, mais rigoroso o próprio consumidor.

Para mais dicas sobre SEO, continue acessando o blog da Experta Media.

Produtora de conteúdo, formada em Marketing com ênfase em digital e negócios. Colaboradora da Experta Media, fundadora da Red Dot Content, entusiasta do mundo de SEO e grande consumidora de conteúdos, notícias, tendências e cultura pop. https://www.linkedin.com/in/natashascaminha/
Publicado em 7 de abril de 2021 | Atualizado em 28 de abril de 2021
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Google Discover: como funciona?

O Google Discover virou notícia após adicionar, no dia 5 de novembro, uma área destacada com fatos checados para evitar a veiculação de fake news, principalmente durante o período das eleições municipais no Brasil. O Google realizou uma parceria com o Tribunal Superior Eleitoral (TSE), com agências de checagem e veículos tradicionais de imprensa.

A atitude da empresa é importante e chamou atenção: o Google Discover é o meio pelo qual muitas pessoas acessam conteúdos e consomem notícias atualmente. Por isso, a ferramenta tornou-se estratégica para o Marketing de Conteúdo. Mas afinal, você sabe o que é e como usá-la?

Neste post será abordado:

  • O que é o Google Discover;

  • Como funciona o Google Discover;

  • A relação entre Marketing de Conteúdo e tráfego orgânico com o Google Discover;

  • Como aparecer na plataforma.

Produzir ótimos textos ou produtos audiovisuais não adianta se eles não chegarem até o público interessado. De acordo com Gary Vaynerchuk, CEO da VaynerMedia, se você não está colocando conteúdo relevante em lugares relevantes, você não existe. O feed de notícias Google pode ser uma solução para esse problema.

O que é o Google Discover?

vetor da logo do Google
fonte: freepik.com

É o feed de notícias Google para mobile, ou seja, para celulares. Ele apresenta páginas com conteúdos considerados relevantes pelo buscador para um determinado usuário. A ferramenta baseia-se nos interesses demonstrados pelos internautas em pesquisas feitas anteriormente. Por meio dessa ferramenta, o Google adquire uma postura preditiva, em vez de reativa. O feed antecipa a pesquisa do usuário, que não precisa mais ser feita por ele, o que pode melhorar a sua experiência.

Anteriormente, o Google Discover era o Google Feed. Mas, em 2018, após algumas melhorias, a ferramenta deixou o nome. Ela foi então aprimorada, agregando outros tipos conteúdos, uma nova identidade visual e transformada no Google Discover que conhecemos hoje.

Funcionamento do Google Discover

vetor de um smartphone mostrando um feed
fonte: freepik.com

O feed de notícias do Google só está disponível mobile, ou seja, só pode ser acessado por meio de smartphones. Esse acesso acontece pelo aplicativo do Google, pelo navegador ou, em alguns dispositivos, deslizando a tela inicial para a direita.

O antigo Google Feed agora tem um funcionamento muito mais otimizado, podendo ser “rolado” como se fosse o feed de qualquer outra rede social. Todos os conteúdos selecionados pelo buscador estão acompanhados das seguintes informações:

  • Título;

  • Trecho inicial do conteúdo;

  • Imagem;

  • Fonte;

  • Data de publicação.

Na maioria das vezes, os conteúdos que irão aparecer serão atuais, de horas ou dias atrás. Contudo, nada impede que outros mais antigos, ainda relevantes para o usuário, apareçam. Os materiais exibidos podem ser multimídia e sobre diversos assuntos: placares de jogos, valores de ações, previsão do tempo, lançamentos culturais, entre outros, desde que se adequem ao perfil do usuário.

Como o Google seleciona os conteúdos para você?

ilustração de uma mulher pensativa sobre tecnologias
fonte: freepik

O Google Discover “sabe” tudo que você pesquisa no seu buscador. Assim, a ferramenta entende que aquele tipo de conteúdo é de seu interesse. Além disso, se o usuário permitir, o Google pode acessar outras informações sobre os conteúdos com interação na Internet, por meio da sua atividade em apps da plataforma, histórico e configurações de localização.

Essas informações irão alimentar os algoritmos que irá definir, de modo personalizado, os conteúdos que aparecerão no feed de notícias de cada um. Também tem como você personalizar a sua página respondendo se quer receber mais conteúdos daquele tipo ou indo até à configuração “gerenciar interesses”.

Esse acesso aos dados realizado pelo Google também gera críticas quanto à violação da privacidade do usuário. Existem reclamações acerca do Google Discover escolher o que o usuário irá ler. O escritor Jaron Lanier, também músico e cientista da computação estadunidense, critica expressamente qualquer algoritmo, plataforma ou ferramenta que faça isso por motivos específicos, como influenciar comportamentos. Para saber mais, o tema é abordado em seu livro “Dez argumentos para você deletar agora suas redes sociais”.

Importância do Google Discover no Marketing de Conteúdo

ilustração de uma tela com uma folha escrita saindo de uma página
fonte: freepik.com

O Marketing de Conteúdo inclui várias possibilidades, uma delas é o Google Discover. Fazer com que o seu conteúdo apareça no feed de notícias do Google significa mais visibilidade para o seu site ou blog, gerando mais tráfego orgânico. Ou seja, isso irá aumentar os cliques e, consequentemente, mais pessoas irão conhecer a sua marca, serviço ou produto. Ao ser lançado, o anúncio oficial dizia que o Google Discover já ultrapassava mais de 800 milhões de usuários mensais.

Entretanto, um bom Marketing de Conteúdo é baseado na produção de materiais relevantes: isso será essencial para que o Google Discover selecione matérias do seu site. Sendo assim, alinhe os conteúdos com a sua persona. “Conteúdo é qualquer coisa que adicione valor para a vida do leitor”, diz Avinash Kaushik, profissional da área de Marketing Digital do Google.

Outro ponto é que o Google Discover também incrementa o seu Marketing de Conteúdo, pois cria uma relação mais próxima com o usuário. O seu formato é semelhante ao de uma rede social: a pessoa “rola” o feed da ferramenta para ver novos conteúdos e notícias que foram selecionados especialmente para ela. Diferentemente de uma pesquisa, que só é feita caso o usuário queira tirar alguma dúvida ou obter alguma informação específica. Por isso, é muito provável que o uso Google Discover torne-se um hábito, presente no dia a dia da sociedade.

Lembre-se que é apenas uma ferramenta que, para dar certo, depende de uma boa estratégia de Marketing. “Ferramentas são excelentes. Mas Marketing de Conteúdo é sobre o mago, e não a varinha”, ressalta o autor Jay Baer.

Como fazer um conteúdo aparecer no Google Discover?

ilustração de um notebook com páginas saindo da tela
fonte: freepik.com

Em uma entrevista ao Search Engine Journal, John Mueller, analista de tendências do Google, ao falar sobre SEO e práticas de ranqueamento, destacou que ainda existem lacunas sobre o assunto. Segundo Mueller, a empresa atualiza constantemente os seus algoritmos para melhorar a experiência do usuário, mas isso não é suficiente para saber tudo: é possível seguir estratégias que funcionam por meio de tentativas.

Não há um passo a passo exato que garanta que o conteúdo do seu site ou blog irá aparecer no Google Discover. No entanto, existem algumas dicas que tornam mais provável a presença de um conteúdo no feed de notícias do Google. Confira!

  • Ter um site otimizado para mobile: o Google Discover apenas pode ser acessado por smartphones. Logo, é preciso que o site apresente uma boa usabilidade mobile para que o usuário tenha uma boa experiência;

  • Produzir conteúdos relevantes para a sua persona: a produção de materiais úteis aos usuários é fundamental para que o Google selecione o seu conteúdo;

  • Usar imagens de alta resolução: os conteúdos aparecem em destaque juntos a uma imagem. Por isso, ela não pode estar em miniatura ou ter menos de 1200 px de largura: segundo o buscador, isso aumenta em 5% os cliques. Também é preciso conceder ao Google o direito de exibir sua imagem aos usuários, usando o formato AMP ou preenchendo um formulário;

  • Siga as políticas do Google Notícias: os conteúdos devem ser confiáveis, com direitos autorais e contra a prática do bullying. Incentivar violência, ilegalidades ou prejuízos à saúde só compromete o seu ranqueamento;

  • Busque mesclar seus conteúdos com assuntos “frescos”: uma pesquisa do Search Engine Journal mostrou que 46% dos conteúdos são notícias, e elas ganham 99% dos cliques dos usuários;

  • Escolha temas abrangentes que interessem ao usuário: agrupe-os em palavras-chave amplas relacionadas ao seu mercado;

  • Estratégia topic clusters: escolha um tema abrangente para tratar de um conteúdo central. Depois, faça outros conteúdos que sejam relacionados ao central, com links que direcionem para a matéria principal.

Use vídeos: o Google Discover é multimídia. Logo, faça vídeos e veicule-os nas matérias. Investir em um canal no YouTube é uma boa opção.

Em resumo, é possível tirar um ótimo proveito da ferramenta seguindo estas dicas. Lembre-se dos pontos apresentados aqui e use este artigo como um guia.

Punição e penalidade do Google: existe diferença?

Ao produzir um conteúdo digital para ser publicado em um blog ou site, os algoritmos do Google, ou de outros mecanismos de busca, serão determinantes para que sua informação seja efetivamente consumida. São esses códigos quem ditam as regras sobre o que aparecerá nas páginas de resultados. Por isso, atente-se ao produzir qualquer material e ação que for executar. Algumas práticas podem ser interpretadas como trapaças e levar o Google a aplicar punições em seu site ou plataforma.

Desse modo, é relevante conhecer as melhores práticas para ranquear seu conteúdo e evitar penalidades. Neste post, alguns temas serão abordados:

  • Práticas de SEO: black hat x white hat;

  • o que pode gerar uma penalidade;

  • penalidades algorítmicas x penalidades manuais;

  • como lidar se o seu conteúdo for penalizado/punido.

Práticas de SEO (Search Engine Optimization)

ilustração de notebook com uma lupa na tela representando busca
fonte: freepik.com

As práticas de SEO (Search Engine Optimization) são muito importantes para o universo do Marketing de Conteúdo e da Arquitetura da Informação. O uso de hiperlinks, pesquisa de palavras-chave, reestruturações do texto e da parte técnicas de um site são alguns dos exemplos de ações que tem como objetivo alcançar as melhores posições no Google.

Ao final, o que deve ser prioridade é a experiência do usuário e a promoção de uma melhor navegação para aqueles que consumirem seu conteúdo. De forma resumida, focar em SEO faz com que seu seja encontrado por mais pessoas, já que seu posicionamento nos resultados de busca estará mais elevado.

White hat

Dentre as práticas de SEO, dois “tipos” podem ser identificadas: a white hat e a black hat. A primeiro consiste nas técnicas que se encaixam nas diretrizes para webmasters do Google, que são realmente interpretadas e sugeridas pela ferramenta como boas condutas para posicionar seu conteúdo.

Elas demandam mais tempo e trabalho: a longo prazo, serão decisivas para o sucesso de seu material. Além disso, ao praticar o white hat, é certo que o Google não terá razão alguma para penalizar seu site. Algumas práticas white hat são:

  • Escolha dedas palavras-chave ideais,

  • Conquista natural de links

  • Aplicação de title e de meta-descrição

Mas, a principal delas, e que deve ser o principal objetivo, é a busca pela originalidade e qualidade dos conteúdos. É essencial ter em mente que o Google quer que você seja capaz de entregar uma boa experiência para seus usuários.

É essencial ter em mente que sua base não deve ser a busca por um grande fluxo de acessos, mas conquistar a estrutura de experiência dos usuários.

Black hat: o “dark side” do SEO

ilustração de uma página com sinal vermelho de proibido
fonte: freepik.com

O black hat é como o oposto do white hat. É formado por práticas que o Google desaprova, ou seja, que não condizem com suas diretrizes.

Fazer black hat não é recomendado para seu conteúdo, pois acontece por vias desonestas e que driblam os parâmetros de funcionamento do buscador, o que pode até gerar uma punição definitiva para seu site.

Algumas práticas a serem evitadas, citadas nas próprias diretrizes para webmaster do Google são:

  • Cloaking (conteúdo que chega ao usuário é diferente do que chega ao search engine);

  • Participação em esquema de links;

  • Palavras-chave irrelevantes ou em excesso (keyword stuffing);

  • Texto ou link oculto;

  • Cópia de conteúdo.

Penalidades algorítmicas x penalidades manuais

Sinal de vetor sinais de alerta de perigo de alta tensão isolado em um fundo branco
fonte: freepik.com

Existe uma tendência em pensarmos que as punições do Google são todas iguais. O que não é verdade. Mesmo que o foco ao produzir seu conteúdo seja evitar qualquer tipo de penalidade, conhecer as diferenças entre elas pode auxiliar na intensificação de boas práticas de ranqueamento.

Punições algorítmicas do Google

Se você nota algo de muito diferente com os acessos, como queda excessiva no número de cliques ou de palavras-chave, é possível que seu site tenha sido vítima de uma penalidade algorítmica. Cabe ressaltar que atuação do algoritmo do Google, por si só, não é capaz de representar uma punição definitiva para seu site, pois eles são apenas parâmetros de qualidade e ranqueamento do conteúdo.

Apesar de a “punição” algorítmica ser significativa e gerar grande impacto no fluxo de acessos, ela é diferente de uma penalidade manual. De forma geral, a primeira ocorre apenas pelo fato do algoritmo entender que aquela informação não é relevante para estar nos resultados de busca.

Em entrevista ao Search Engine Watch, a canadense e especialista em SEO, Marie Haynes, ressalta a necessidade de não descuidar da construção de uma boa experiência do usuário, pois nem sempre essa queda nos acessos é sinal de punição do Google. Conteúdos rasos, páginas fora do ar, por exemplo, prejudicam muito o posicionamento, sem necessariamente representar uma punição. “Se o tráfego ou a classificação do seu site caiu, pode ser devido a problemas técnicos ou, talvez, porque um concorrente está simplesmente superando você. Nem sempre significa que algo está errado”, afirma Haynes, quality rater do Google

Manuais

Penalidades manuais ocorrem para além do algoritmo do Google e, quando ocorrem, recebe uma notificação diretamente no Google Search Console.

Além desse sistema inteligente que capta os conteúdos de melhor qualidade para o usuário, o Google conta com uma equipe de pessoas que atua manualmente na seleção de bons conteúdos, penalizando aqueles que não se encaixarem em diretrizes e que não forem julgados com qualidade satisfatória para serem mostrados como resultado de buscas dos usuário.

Caso seu conteúdo seja interpretado como fora das diretrizes estabelecidas, o colaborador do Google possui o direito de puni-lo em diferentes graus. Pode ser que seu site inteiro seja banido da ferramenta, não sendo indexado nas buscas, ou pode ser que ele apenas caia de posicionamento, sinal de que algum conteúdo em particular foi identificado como fruto de black hat.

O que causa uma penalidade?

ilustração de uma mulher pensativa sobre tecnologias
fonte: freepik

Como já citado, praticar o black hat é uma das possíveis causas de receber penalidades. Logo, é essencial manter-se longe da duplicação de conteúdos, da inserção de URL’s que não agregam nada e dos comentários spam.

Além disso, pode ser que o seu caso se encaixe em um novo domínio, por exemplo. Novos sites tendem a ganhar espaço de maneira gradativa. Se ele, por alguma razão, possuir uma quantia elevada de referências (backlinks) em sites externos, os bots podem interpretar isso como uso de black hat, mesmo que não seja. Logo, é possível que um algoritmo esteja agindo de maneira negativa para seu conteúdo mesmo sem a prática do black hat, devido a alguns fatores suspeitos. Isso tende a melhorar com o tempo, conforme o sistema entender que seu site ganhou espaço na rede por crescimento, e não black hat.

Em discussão sobre as penalidades manuais, compiladas no Search Engine Journal, o especialista do Google, John Mueller, ressalta que elas são aplicadas em casos mais severos, quando o site não apresenta conteúdo válido o suficiente para serem investidos recursos na indexação de conteúdo: “Só removemos completamente as páginas da pesquisa com uma ação manual se houver, realmente, algo problemático”, alega o analista de tendências para webmasters.

Recebi uma punição: e agora?

vetor de uma mulher preocupada em frente ao notebook
fonte: freepik.com

No caso de punições e de penalidades algorítmicas, não há necessidade de entrar em contato com a ferramenta, já que não constará nenhum recado a respeito da realização de uma punição efetivamente, apenas a mudança no algoritmo. Já em relação às manuais, a própria notificação que será enviada a respeito do ocorrido já pode conter instruções de como entrar em contato com recursos do Google, algo como uma espécie de “pedido de reconsideração”.

Segundo afirmado por Mueller, também no Search Engine Journal, esse pedido pode não ser algo instantâneo, levando o site ou conteúdo punido a sofrer as consequências dessa penalidade por um certo tempo, até que tudo se resolva: “Se você assumir o controle de um domínio que tem uma ação manual como essa, limpar ou começar do zero com um novo conteúdo, em seguida, enviar um pedido de reconsideração, nós teremos que começar a indexar o site novamente e isso pode demorar um pouco.

Conclusão

A chave do sucesso é, por fim, focar nas boas práticas de SEO. “Vestir” o white hat é o caminho mais seguro e apontado pelos especialistas na hora de promover um resultado satisfatório, evitando experiências ruins tanto ao criador do conteúdo, quanto ao usuário.

SEO: uso de imagens na otimização de sites

Quando se fala em áreas negligenciadas do SEO, a otimização de imagens ocupa o primeiro lugar da lista. Isso porque os profissionais simplesmente acreditam que não vale prestar atenção nisso. Eles esquecem que as figuras também são elementos de muita relevância para a otimização de sites.

Para não ficar no grupo dos que desprezam a otimização de imagens, neste artigo você irá aprender sobre:

  • A importância das imagens nas estratégias de ranqueamento no Google;

  • O que você ganha por utilizar imagens originais;

  • Como o tamanho e a qualidade das imagens influenciam na otimização do site;

  • O que é o alt text e como utilizá-lo de maneira eficiente;

  • A relevância das legendas em uma estratégia de SEO;

  • Por que a contextualização também é importante.

Por que investir em SEO para imagens

 

ilustração representando uma imagem sendo carregada em uma página da internet
fonte: freepik.com

As imagens são importantes, seja em uma estratégia de Marketing Digital, Marketing de Conteúdo, ou ranqueamento no Google. São elas que os clientes enxergam primeiro no seu site, blog ou redes sociais. As escolhas dizem muito sobre seu negócio e a mensagem que deseja passar ao público.

Quando você está “rolando” seu feed no Instagram, não está preocupado em ler as legendas, pelo contrário, o que te faz parar e prestar atenção em todo o resto é, justamente, a imagem. Trata-se do que seus olhos captam primeiro.

Em seu artigo para a Spiner, Jaqueline Gomes, analista de social media, falou sobre o “poder de parada”, que se refere à atenção que um conteúdo é capaz de chamar, a ponto de fazer a pessoa parar para admirá-lo: “Em meio à infinidade de informações presentes na Internet, é necessário que uma imagem seja chamativa o suficiente para que o público-alvo pare, olhe e tenha interesse em oferecer atenção ao conteúdo”.

Falando especificamente em ranqueamento na ferramenta de busca, o Google Imagens é um excelente motivo para investir na otimização de imagens. Dessa maneira, você não ranqueia apenas o conteúdo geral.

Se a imagem estiver devidamente descrita e contextualizada, as pessoas também poderão encontrar sua marca por meio dela. O Google, em seu artigo intitulado Google Image best practices, é bastante claro ao afirmar que: “O Imagens do Google é uma forma de encontrar visualmente informações na web. Com mais contexto relacionado às imagens, os usuários têm acesso rápido às informações”.

Imagens x otimização de sites

ilustração de página de site com upload de imagem
fonte: freepik.com

Quando o assunto é escolher a foto certa, é importante destacar que a originalidade é bastante apreciada. Mas isso não quer dizer que apenas imagens capturadas e/ou confeccionadas pela sua equipe possam ser utilizadas em suas redes, ou blog. Uma pequena edição com um filtro, ou a opção por um estilo, por exemplo, fazem toda a diferença. Isso faz com que as pessoas olhem e identifiquem sua marca de imediato. Basta observar o exemplo do Nubank.

Padronização de imagens utilizada pelo Nubank, no blog
Padronização de imagens utilizada pelo Nubank em seu blog | Foto: Reprodução

A hora de salvar a foto não pode ser negligenciada. A qualidade, o tamanho e o nome precisam ser considerados. Qualidade é crucial: uma imagem toda borrada ou escura, com certeza, não irá passar confiança, muito menos tornará seu conteúdo agradável. Fotos nítidas tendem a destacar-se em meio às outras.

Em relação ao tamanho, Lucila Turqueto, editora do blog “Casa de Valentina”, falou sobre o assunto em seu canal do YouTube. Turqueto explicou que o tamanho das imagens influencia no tempo de carregamento do site, que além de ser um fator de SEO, é de extrema importância para a experiência do cliente em potencial que está te visitando na web. Segundo ela, as imagens devem ser otimizadas, além de apresentarem até 150 kb.

O nome da imagem também conta muito, pois o Google leva isso em consideração. Nada de nomear as do seu site/blog como “IMG-123”: prefira termos que realmente digam algo sobre a figura apresentada. Em um vídeo respondendo dúvidas de SEO, da Experta Media, quando questionada sobre a existência de uma forma correta de salvar imagem, vídeo ou gráfico, Flávia Crizanto disse o seguinte: “Sim! Alt text é importante tanto como fator de ranqueamento, quanto fator de inclusão para pessoas que possuem algum tipo de deficiência visual.”.

Alt text e sua importância

 

ilustração de um campo de alt text preenchido
fonte: freepik.com

O alt text, ou alt tag, é o tema mais falado quando o assunto é otimização de imagem para SEO. Isso não acontece à toa, é um requisito importante para o ranqueamento. Trata-se, basicamente, da descrição da imagem. É a forma que os mecanismos do Google têm para “ler” a foto. Assim, a ferramenta de busca entende o que é aquilo e sua relevância.

Essa descrição não deve ser abandonada, visto que, além de servir para o ranqueamento, também é utilizada para fins de acessibilidade. É uma forma para que as pessoas com deficiência visual saibam do que se trata a imagem. Matt Cutts, engenheiro do Google, destacou sua importância: “Adicionar uma alt tag é algo muito fácil, você, com certeza, deveria fazer em todas as suas imagens: ajuda na acessibilidade do seu site (…)”.

Local de inserção do alt text na plataforma do Wix
Local de inserção do alt text na plataforma do Wix | Foto: Reprodução

A forma de inserir as alt tags vai depender da plataforma do seu site. Algumas como o Wix e WordPress são mais intuitivas e já deixam um espaço reservado para isso. Em outros casos, é necessário fazer a inserção por código HTML. Por exemplo, um bom alt tag para a imagem acima seria: alt=”Local de inserção do alt text na plataforma do Wix”. Para utilizar em seu site basta substituir o texto que está entre aspas pelo de sua preferência.

Legendas são cruciais

ilustração de uma caixa de citação sem frase
fonte: freepik.com

Nas legendas, é importante utilizar algumas palavras-chave principais, mas sem exageros. Lembre-se de que a legenda precisa “falar” sobre a imagem. Portanto, além de ser importante para a estratégia de SEO, também é um ótimo elemento para situar o leitor no texto. Nesse espaço é bastante válido e recomendado oferecer os créditos ao autor da imagem, se for o caso.

O contexto também é importante

ilustração de um notebook com páginas saindo da tela
fonte: freepik.com

Além de pensar em todas essas estratégias para ranquear melhor as imagens, sua contextualização deve ser bem pensada. Não adianta, por exemplo, falar sobre o verão e simplesmente colocar a foto de um cachorro no meio do texto, sem qualquer contexto que o inclua. O Google também faz questão de enfatizar isso: “Garanta que seu conteúdo visual seja relevante para o tópico da página. Sugerimos que você mostre imagens apenas onde elas agregam valor original. ”

Portanto, utilizar as imagens certas pode oferecer um valor imenso em qualquer estratégia. Para isso, basta lembrar de buscar fotos que combinem com sua marca e complementem seu conteúdo, salvar da forma certa, não esquecer das alt tags, bem como de apostar em boas legendas. Pronto, assim você terá imagens perfeitamente otimizadas para SEO.

Keywords: qual a importância das palavras-chave no SEO?

Keywords ou, em português, palavras-chave, são peças essenciais em uma estratégia de SEO. É por meio delas que alguém busca uma resposta em serviços de busca como o Google ou Bing. Saber usá-las corretamente pode representar maiores chances de aparecer nos primeiros resultados das pesquisas de um buscador.

Neste post, falaremos sobre:

  • o que são palavras-chave;

  • qual a importância de utilizá-las;

  • como utilizá-las;

  • quais os tipos de palavras-chave;

  • quais as possíveis mudanças nos buscadores atuais.

O que é palavra-chave?

tela representando busca de palavra-chave em buscador online
fonte: freepik

Palavra-chave – ou keyword – é um termo ou expressão utilizado pelas pessoas para buscar algo na Internet. A keyword resume o conteúdo de uma página e, consequentemente, sinaliza para o buscador o assunto a ser tratado. Sendo assim, se alguém pesquisar sobre aquele tema, provavelmente encontrará a página.

Importância das palavras-chave

 

chave e lupa sob uma página de site
fonte: freepik

Como já foi dito, elas são o elo entre quem busca algo na Internet e a sua página. Então, dentro de uma estratégia de Marketing, keywords são cruciais para a construção de conteúdo para web. O uso correto, junto a outros fatores, representa ao serviço de buscas um dos indicadores de relevância no tema pesquisado. Se o buscador considera seu conteúdo relevante, ele irá, como consequência, colocá-lo entre os primeiros da lista, o que aumentará as chances de um possível clique.

Quais palavras-chave usar?

ilustração de uma mulher pensativa sobre tecnologias
fonte: freepik

Existem inúmeras alternativas para fazer uma pesquisa de palavras-chave para seu conteúdo. A busca pode ser rasa, usando o próprio Google, que completa as pesquisas com os termos mais buscados, ou mais profunda, por meio de plataformas especializadas. Podemos citar entre essas plataformas o SEMrush, uma ferramenta paga que auxilia na construção de uma estratégia de SEO. Existem também opções gratuitas como o próprio Google Adwords e o Ubersuggest, que também podem ser utilizadas para encontrar palavras-chave.

Por meio da pesquisa de keyword será possível saber a quantidade de tráfego e o custo por clique, informações cruciais para a escolha dos termos que irão compor a estratégia de Marketing de Conteúdo. A quantidade de tráfego indicará a competitividade do termo: quanto maior o tráfego, maior é a competição pelo ranqueamento. Já o custo por clique pode indicar que os acessos de determinada palavra-chave refletem em conversões, ou seja, o indivíduo, ao final, consome o produto oferecido pela página.

Termos genéricos ou específicos?

ilustração de um ponto de interrogação vermelho
fonte: freepik.com

Essa é uma questão importante na escolha das keywords de seu conteúdo. Mas, o que são palavras-chave genéricas e específicas?

Genéricos ou head tails

Costumam ser termos que não expressam uma intenção determinada de quem busca. Eles apresentam um relevante tráfego. No entanto, uma concorrência igualmente maior. Por serem gerais, acabam diminuindo as conversões, já que o seu conteúdo pode não corresponder com o interesse de quem busca. Por exemplo: “depilação a laser”. O termo usado na busca pode ser utilizado por alguém que quer realizar o procedimento ou, simplesmente, por quem quer saber mais sobre o assunto.

Específicos ou long tails

São termos que deixam clara a intenção de quem busca. Eles apresentam um tráfego menor que os termos genéricos. Consequentemente, uma competição menor. No entanto, costumam ser mais eficientes para conversões, já que, quando alguém acessa seu site por meio de um desses termos, provavelmente sua intenção já é clara. Por exemplo: “empresa depilação a laser Recife”. As palavras usadas demonstram que a pessoa está interessada nesse tipo de procedimento estético e, provavelmente, está procurando a melhor opção nas redondezas.

Palavras-chave no conteúdo

ilustração de uma tela com uma folha escrita saindo de uma página
fonte: freepik.com

Escolhidas as palavras certas, está na hora de utilizá-las em seu conteúdo. Essa é a parte em que surgem as principais dúvidas. O ideal é colocá-las de maneira natural e contextualizada, nunca repetindo inúmeras vezes: evitando que o buscador desclassifique o seu material.

Em um vídeo no YouTube, Flávia Crizanto, jornalista e fundadora da Experta Media, oferece dicas sobre vários assuntos envolvendo SEO e otimização de sites, além de responder algumas questões acerca das keywords. Para ela, a quantidade das palavras-chave em uma página não deve ser considerada à risca: “(…) O que a gente precisa é ter um texto contextualizado. Mais do que pensar se aquela palavra-chave tem X%, pense não só na palavra-chave, mas em todo o contexto das palavras que estão lá (…)”. A profissional considera que pensar em percentual de uso de palavras-chave no texto não deve ser uma grande preocupação na hora da escrita de um conteúdo para Internet. Entretanto, o uso nos títulos e heads (subtítulos) é fundamental.

Ainda no mesmo vídeo, a comunicadora também afirma que não é necessário utilizar como regra a palavra-chave logo no começo do título ou da title tags.. Para ela, o importante é manter a qualidade e a compreensão e por isso ter a keyword no título pode já ser suficiente. Se você buscar algo no Google ou Bing, verá que nem sempre a palavra-chave fica o mais à esquerda possível. Crizanto explica que, para quem trabalha com conteúdo de empresas de serviços ou e-commerce, pode ser interessante utilizar as palavras-chave o mais à esquerda possível. Para um conteúdo jornalístico, por exemplo, basta apenas estar no título. Lembrando sempre que a localização da keyword no título deve ser natural e coesa. No vídeo, ainda é possível retirar outras dúvidas acerca do tema.

Se você quer aprofundar-se mais ainda no assunto, temos o material “Guia de SEO” é muito indicado: nele você encontrará dicas preciosas de SEO para sua página.

Para baixar conteúdo no formato de e-book, clique no banner abaixo:

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Intenções de buscas

ilustração de notebook com uma lupa na tela representando busca
fonte: freepik.com

Frédéric Dubut, Web Ranking PM Manager do Bing, afirmou no começo deste ano, na Search Marketing Expo (SMX), que 2020 seria um período crucial para o mundo do SEO. Ele falou que os buscadores estão cada vez mais perto de substituir a keyword search pela search intent (em português, intenção de pesquisa).

De acordo com o profissional, os buscadores desejam aperfeiçoar, cada vez mais, seus algoritmos para captar a intenção de quem busca. Ele esperava que 2020 essas empresas migrariam o foco para o intent search. Essa mudança representaria uma necessidade de quem trabalha com SEO repensar os métodos de ranqueamento, já que eles podem tornar-se obsoletos gradualmente.

Mudanças em SEO e no uso de keywords

tela representando busca de palavra-chave em buscador online
fonte: freepik

John Mueller, Webmaster Trends Analyst do Google, não concorda com o pensamento de Frédéric. Em uma chamada de vídeo, ele foi perguntado sobre substituir o método keyword search por intent search, e respondeu: “Eu não vejo assim (…) mesmo que os buscadores estejam trabalhando para entender mais que apenas as palavras (keywords), mostrar palavras específicas para os usuários pode fazer com que eles entendam, de maneira mais fácil, do que se trata sua página (…)”.

Ele acredita que sempre haverá espaço para keyword search, independentemente dos avanços dos algoritmos. Ainda existe muita evolução possível no universo SEO e que, com certeza, representará novos desafios para os profissionais da área. Por enquanto, o ideal é acompanhar todos os avanços propostos pelos buscadores.

Por isso, é importante ficar de olho nas novidades do mercado e você pode acompanhá-las aqui no nosso blog.

Para não perder nada, inscreva-se no nosso informativo mensal e receba as novidades do mercado de SEO, link building, assessoria de imprensa digital e Marketing de Conteúdo.

December 2020 Core Update: a mais recente atualização do Google

Quando falamos de buscadores, logo pensamos em um específico e você já deve saber qual é. Apesar de existirem vários outros, o Google é o motor de busca mais famoso e usado do mundo. Além disso, mais que uma ferramenta que facilita nossas pesquisas, o conhecemos também por ser uma das empresas mais relevantes globalmente do século XXI até agora. Por isso, qualquer atualização nos seus algoritmos, mexe bastante com todo o mercado. Com a mais recente, a December 2020 Core Update não foi diferente. 

Para quem trabalha com marketing digital, o Google é duplamente importante: tanto na utilização do dia a dia como usuário, quanto no âmbito profissional, principalmente para SEO. Por isso, é fundamental estar sempre acompanhando o que o Google dita ou recomenda seguirmos para que nossos sites não sejam prejudicados no ranqueamento

Pensando nisso, reunimos aqui as principais informações que você precisa saber sobre essa última atualização nos algoritmos do Google, anunciada no dia 4 de dezembro.

Continue lendo este artigo para entender:

  • o que essa atualização significa
  • no que impacta no seu trabalho de SEO
  • se você deve mudar sua estratégia ou não 

O contexto da December 2020 Core Update

ilustração de um laptop com a página do Google aberta
fonte: flaticon.com

Mudanças nos algoritmos do Google podem implicar diretamente na diminuição de visibilidade do site ou até mesmo na diminuição de vendas. Todos os segmentos e modelos de negócios podem ser afetados.

Uma série de atualizações é feita pelo Google durante todo o ano. Algumas com impacto maior, outras menor. No caso das atualizações de maior relevância, como a December 2020 Core Update, é mais comum o próprio buscador avisar por meio de comunicados oficiais. Geralmente, essas modificações costumam mexer com a comunidade do Marketing Digital, principalmente com aqueles que se beneficiam dos acessos vindos das páginas do buscador.

Com este recente update, muitos sites sofreram oscilações de tráfego e posicionamento das suas palavras-chave, pelo menos nas duas últimas semanas. Vale ressaltar que este comportamento é comum neste momento de mudanças.

Devo me preocupar ou não?

ilustração de uma mulher pensativa trabalhando em seu laptop sob uma escrivaninha
fonte: freepik.com

Durante os primeiros dias de implementação da atualização, foram observados impactos tanto em segmentos quanto em domínios. 

Os segmentos de saúde, imóveis, direito e governo foram os mais afetados, de maneira geral, tanto em desktop quanto nos dispositivos móveis.

Falando apenas de desktop, viagens e finanças foram as categorias que tiveram altas taxas de volatilidade. Já nos dispositivos móveis, os setores afetados foram emprego, educação, pets e animais. 

Além de setores específicos, domínios com tráfego que ultrapassam 1 milhão de visitantes mensais foram seriamente afetados. Quase 50% dos domínios prejudicados e beneficiados têm essa característica. E mais: 1 em cada 3 domínios que experimentaram quedas de visibilidade são sites com mais de 10 milhões de visitantes por mês.

Confira os gráfico do Semrush com os setores “vencedores” e “perdedores”:

gráfico-semrush-segmentos-vencedores
fonte: semrush

 

grafico-semrush-atualizacao-google-perdedores
fonte: semrush

Afinal, o que mudou?

ilustração de uma mão segurando lupa em uma tela de computador com uma página de site aberta e outras ao redor, exemplificando a relação do link building com SEO
fonte: freepik.com

Desde 2013 o Google passou a levar bastante em consideração não só as palavras-chave, mas também o universo semântico. A partir desse momento, para quem investe em blog na estratégia de SEO, o conteúdo de qualidade foi sendo cada vez mais valorizado ao longo dos anos. E mais recentemente, a experiência do usuário nos sites está sendo colocada em evidência. 

Claro que as questões técnicas (on-page) têm muito impacto, mas em internet semântica a mensagem vai ter um peso cada vez maior.

Se você ainda não tem sua estratégia de SEO adaptada a estes critérios, então fique atento!

Como posso adaptar minha estratégia a esta atualização?

ilustração de pessoas representando nicho de site
fonte: freepik.com

O próprio Google, nas páginas da Central de Pesquisa, deixa algumas dicas para você não errar na sua estratégia e acompanhar as atualizações. É importante também você se questionar se:

  • Você está oferecendo o melhor conteúdo em suas páginas?
  • O conteúdo fornece informações ou análises originais?
  • O conteúdo fornece uma descrição substancial, completa ou abrangente do tópico?
  • O conteúdo fornece uma análise criteriosa ou informações interessantes além do óbvio?
  • Se o conteúdo se baseia em outras fontes, ele evita simplesmente copiar ou reescrever essas fontes e, em vez disso, fornece valor adicional e originalidade substanciais?
  • O título da página fornece um resumo descritivo e útil do conteúdo?

Após fazer responder estas perguntas, reavalie a maneira que você está trabalhando SEO no seu site e use esta lista como um guia.

E você? Como está cuidando do conteúdo do seu site?

Tendências do link building para 2021

Traçar um planejamento com objetivos e metas  é o primeiro passo para ter sucesso em qualquer estratégia on-line. Quando o assunto é SEO, o resultado esperado deve contemplar a melhoria de posições na página de resultados do Google para palavras-chave que realmente fazem sentido para a sua empresa. Mas será que as técnicas continuam a mesma em 2021?

O link building mudará nos próximos anos?

Querer estar antenado com esses temas não é uma questão de vaidade. A visibilidade na internet realmente é capaz de gerar um fluxo de tráfego mais acelerado e garantir mais conversão. Ao final, técnicas de SEO e link building vão ser responsáveis por darem relevância àquilo que você tem a oferecer.

Por isso, começamos a analisar tudo que os principais especialistas da área estão falando sobre a temática e o que devemos (ou não) incorporar para o próximo ano.

No artigo de hoje vamos analisar:

  • As previsões para SEO em 2021
  • Como destacar sua empresa na internet
  • O papel do link building na rede

Vamos lá?

Link building em 2021: colaboração e contexto são a chave

ilustração de laptop conectando a 3 páginas suspensas
fonte: freepik.com

Alguns especialistas costumam dizer que o SEO não muda e que a base é a mesma. Entretanto, não podemos dizer o mesmo sobre link building. Desde que os links começaram ser utilizados pelo Google como fator para determinar o ranqueamento, muita coisa mudou.

No passado, não era preciso muito esforço para conseguir uma boa autoridade on-line. Assim como acontecia no Keyword Stuffing, receber referências de qualquer tipo de site, feitas em qualquer contexto, sem priorizar o leitor, costumavam trazer algum tipo de resultado.

Houve a época em que links de comentários ou de fóruns podiam trazer inúmeros benefícios. Teve também aquele momento no qual não interessava muito de onde um backlink vinha. Foi a farra da automação. Depois, o Google foi ficando cada vez mais inteligente e refinado. E hoje é quase um senso comum que os links que apontam para um site devem ser o mais naturais possível e de muita qualidade.

Já é quase 2021

O ano de 2020 começou trazendo novidades em relação aos famosos atributos rel=nofollow e rel=dofollow. A família ganhou dois novos irmãos, atributos rel=sponsor  e rel=UGC. Esses dois últimos passaram a ser utilizados como indicadores de links comerciais e de comentário, enquanto o link nofollow passou a ser visto como uma dica para transferir autoridade para outro site.

Por falar em transferência de autoridade, para quem está fazendo link building pensando em 2021, é importante pensar que as boas referências nunca foram tão importantes! No link building moderno essa é uma máxima que precisa estar sempre em mente.

Recorrência e variedade também são palavras de ordem para quem deseja investir em práticas de link building de qualidade e seguras. O comportamento robótico que traz muitos links de uma só vez ou de um só domínio pode ser um indicativo de Black Hat (aquelas velhas práticas que não surtem bons efeitos e que podem até gerar punições).

Cinco palpites rápidos para o link building em 2021. Façam suas apostas!

ilustração de pessoas representando nicho de site
fonte: freepik.com
  • Conteúdo humanizado: quem está do outro lado da tela é uma pessoa, com sentimentos e vontades. Considere isso antes de pensar somente em métricas de autoridade.
  • Reputação vem antes de influência: quer se tornar uma referência na internet? Comece a agir como uma! Não deixe de dar o crédito para as referências que você utiliza também. Seu site não perde autoridade quando faz isso.
  • Use dados, compartilhe dados: atualmente a web oferece dados aos montes. Considere buscá-los, entendê-los e transformá-los em recursos de informação e conhecimento.
  • Tenha assessoria de imprensa como metodologia: os assessores de imprensa são profissionais que compreendem muito bem o que é de interesse público. Por isso, são habilitados a fazerem a ponte entre empresas e veículos de comunicação, transformando em notícias assuntos de seus clientes. Estratégias de link building que seguem princípios semelhantes costumam ter mais sucesso.
  • Busque parcerias: o conceito de parceria se esvaiu quando as redes sociais tornaram a produção do conteúdo algo rápido de ser produzido e consumido. Mas no Google é diferente. Um bom conteúdo sempre vai encontrar o seu lugar: diante do leitor certo, de quem procura por ele. É a filosofia por trás do SEO!

SEO em 2021: o que esperar?

ilustração de um escritório com pessoas trabalhando
fonte: freepik.com

Depois da atualização dos algoritmos do Google 2003, conhecida como Florida, os sites com baixa qualidade começaram a entrar na mira do buscador. Cerca de 50% deles foram simplesmente removidos da SERP. Na época, a técnica mais utilizada era o Keyword Stuffing: lotar um conteúdo com palavras-chave, sem considerar o contexto ou a necessidade delas. De lá pra cá, a exigência dos algoritmos – assim como a nossa – só aumentou.

Por isso, se considerarmos esse marco, podemos considerar que em 2020 o SEO está completando maioridade! Sim, faz 18 anos que quem quer construir uma presença sólida na internet está trabalhando para levar resultados melhores para pessoas que realizam buscas.

Em 2020 a gente viu algumas tendências se consolidando:
  • SEO Local: investir na otimização do seu site considerando o local onde sua empresa e seu público está.
  • Otimização para celular: depois da pandemia, ficou claro que o brasileiro não vai desapegar tão cedo do smartphone. Antes dela, já tinha sido estimado que mais de 85% das pesquisas na internet são feitas por meio de celulares.
  • Experiência do usuário: o Google já anunciou uma grande atualização em seus algoritmos para 2021 e o foco vai estar estar na experiência do usuário em cada página do seu site. O nome dado para essa exigência é Core Web Vitals e eles está focadosem três pontos – tempo de carregamento, interatividade e estabilidade visual.

Destacando sua empresa na internet em 2021

ilustração de uma mulher interagindo com um rank em uma tela de celular
fonte: freepik.com
Não é nossa culpa se o que a gente falou até agora não foi uma surpresa para você! As transformações na tecnologia que envolve os buscadores também acontecem aos poucos, à medida que pessoas reais interagem com ela.

O que o Google espera da gente agora é uma conscientização do papel do criador de conteúdo dentro da rede. Ou seja: os valores da sua empresa e o modo como ela se comporta on-line já estão sendo levados em conta faz tempo.

Portanto, a fórmula para colher um bom resultado por trás do trabalho de SEO está em quem vai trilhar esse caminho com você. A reputação do site que leva um link para o seu, em linhas gerais.

Preparado para o que vem por aí?

Dicionário de SEO: 43 termos técnicos para você não esquecer mais

O nome Search Engine Optimization pode assustar logo de primeira, já que oficialmente utilizamos o termo em inglês. Para facilitar, adotamos a sigla SEO. Em português, Otimização para Motores de Busca. 

No universo do SEO existem diversos termos técnicos. Muitos em inglês, outros já são usados na sua tradução para o português comumente, mas o significado pode ainda não ser totalmente claro para todo mundo. 

Por isso, listamos abaixo os principais conceitos que você precisa conhecer.

Alt de Imagem ou Alt Text

ilustração de um campo de alt text preenchido
fonte: freepik.com

Campo inserido nas imagens conhecido como texto alternativo. É um fator de ranqueamento, além de ser importantíssimo para pessoas com deficiência visual, já que o conteúdo desse campo pode ser lido por dispositivos de áudio.

AMP (Accelerate Mobile Pages)

vetor mobile
fonte: freepik.com

É um formato de página otimizada para um carregamento simplificado. O objetivo é atender ao Postconceito de Mobile First, no qual a arquitetura e o desenvolvimento são direcionados aos dispositivos móveis e, em seguida, aos desktops.

Arquitetura da informação

domínio web
existe uma infinidade de sites na web e os domínios nos ajudam a identificá-los e acessá-los mais rapidamente

Organização das seções, categorias e subcategorias de um site. Uma boa arquitetura colabora para uma melhor navegação dos bots do Google. 

Atributo do link

atributo de link
Um dos atributos é o “nofollow”, inserido no código HTML (a tag “nofollow” junto ao link), que indica ao Google que ele não deve segui-lo

 

Um atributo descritivo anexado a um hiperlink para definir o tipo do link ou a relação entre link de origem e de destino. 

Sugerimos a leitura do nosso artigo “Mudanças e novos atributos de links: nofollow, sponsored, UGC” para você ficar por dentro das mudanças ocorridas em 2020 nos atributos de links. 

Autoridade de domínio

 

Autoridade de domínio é uma medida qualitativa que está relacionada à visibilidade e a classificação de um site nos mecanismos de busca. Os algoritmos do Google consideram diversos fatores para determinar o nível de autoridade de um site na Web, com base, principalmente, na qualidade do conteúdo e na relevância dos links que apontam para ele.

Atualizações do Google

vetor da logo do Google
fonte: freepik.com

refere-se a mudanças que o Google faz em seus algoritmos e que podem impactar no ranqueamento de um site. As grandes atualizações possuem nomes como: Panda, Penguin, Hummingbird e muitos outros.

Backlinks

ilustração do que são backlinks
ilustração por Experta Media

São links que outros sites enviam para o seu site ou página. A linkagem entre páginas tem um papel importante. Pode-se dizer que os backlinks organizam a Internet ajudando a transformá-la em um ambiente coeso.

Black Hat

ilustração de uma página com sinal vermelho de proibido
fonte: freepik.com

Técnicas e ações para ranquear um site que vão contra as orientações do Google. Em determinadas situações, o black hat por parte dos motores de busca. 

CMS (content management system)

Sistema de gerenciamento de conteúdo. Um exemplo famoso de CMS é o WordPress. Um CMS permite criar, editar, gerenciar e publicar conteúdo na internet,  permitindo que o mesmo seja modificado, removido e adicionado sem a necessidade do conhecimento da linguagem HTML de marcação.

Canonical tag

exemplo de canonical tag
fonte: https://moz.com

É uma tag de link HTML com o atributo rel = canonical. Uma tag canonical permite que você informe aos mecanismos de pesquisa que certas URLs possuem conteúdo semelhantes e informa qual deve ser levada em consideração. É fundamental para que o Google não considere alguns conteúdos como duplicados. 

Densidade de palavras-chave

tela representando busca de palavra-chave em buscador online
fonte: freepik

Refere-se a porcentagem ou mensuração de quantas vezes um determinado termo é inserido em um conteúdo. 

Description / Meta description

 

meta description resultados agencia de link building experta media
exemplo de metas descriptions de 2 resultados de pesquisas de 2 páginas da Experta Media para “agencia de link building”

Não é considerado um fator de ranqueamento. É um texto resumido que tem a intenção de mostrar o assunto da página ranqueada. É muito relevante, pois, muitas vezes, irá determinar se o usuário se interessará pelo assunto e se clicará ou não em sua página/site.

Domínio

domínio web
existe uma infinidade de sites na web e os domínios nos ajudam a identificá-los e acessá-los mais rapidamente

É o endereço do de um site. Exemplo: expertamedia.com.br

Fatores de ranqueamento

ranqueamento web
os fatores de classificação contribuem para melhorar o ranqueamento

São elementos que o Google leva em consideração ao determinar a posição de um URL/página nos resultados da pesquisa. Existem muitos fatores de classificação e eles consideram tanto os fatores técnicos de um site, quanto a relação com outros sites. 

Follow

linkagem interna
fonte: freepik.com

Atributo que indica aos robôs que eles devem seguir para origem de destino de um link e contar o link como fator de autoridade.

Headings

organizando heading tags no texto
as heading tags organizam a hierarquia das informações no texto

Também conhecidas como H1, H2, H3. São tags HTML utilizadas para destacar títulos e intertítulos de uma página.

HTML

vetor da representação de um código HTML
HTML é a abreviação para a expressão HyperText Markup Language, em inglês, que significa “Linguagem de Marcação de Hipertexto” em português

Linguagem utilizada na construção de páginas na Web.

HTTPS/HTTP (Hyper Text Transfer Protocol Secure)

url amigável
fonte: freepik.com

São protocolos de comunicação para transferência de dados, garantindo a segurança dos dados enviados e recebidos pelo usuário. 

Indexar – Indexação

indexar na web
a indexação na web diz respeito ao conteúdo de um site ou da Internet como um todo.

Processo no qual as informações do rastreamento são salvas em um grande banco de dados, chamada de index.

Keyword (palavra-chave)

chave e lupa sob uma página de site
fonte: freepik

Refere-se ao  termo de busca que o usuário insere nos motores de buscas.  

Long Tail

 

As long tails, ou palavras-chave de cauda longa, são compostas por frases que geralmente contêm mais de três palavras. Elas são mais descritivas e específica.

Link building

vetor de um notebook ligado a outras páginas de sites
fonte: freepik.com

É o processo e estratégia de construção de backlinks vindo de outros sites.

Saiba mais em: https://www.expertamedia.com.br/link-building/historia-link-building/

Nofollow

Sinal de vetor sinais de alerta de perigo de alta tensão isolado em um fundo branco
fonte: freepik.com

O código rel=”nofollow” indica que determinado link ou conteúdo não devem ser “seguidos” pelos bots do Google.

Mecanismos de Busca

Google mecanismo de busca motor de busca
O Google é conhecido como o mecanismo de busca mais famoso do mundo

São os sites como o Google que tem o objetivo de procurar por informações na web e entregar ao usuário. São chamados também de mecanismos de pesquisa ou  motores de busca.

Otimização

Todo o trabalho realizado para melhorar o ranqueamento de uma página ou de um conteúdo no Google.

PageRank

Métrica criada pela Google e utilizada pelo Google dentro do seu algoritmo para classificar a importância que um site ou página. O PageRank deixou de ser atualizado pelo Google há alguns anos e não deve ser usado como referência. 

Penalidade ou penalização

É a punição do Google para um site. Ocorre quando alguma ação que vai contra as suas diretrizes é cometida. 

Ranqueamento

Posicionamento alcançado pelo conteúdo nas páginas do Google.

Redirecionamento ou Redirect

Quando uma página da web é visitada em um determinado URL, ela muda para um URL diferente.

Responsivo

dispositivos responsivos
é importante que os usuários tenham uma boa experiência com seu site de qualquer dispositivo

É um site que se adapta a diferentes plataformas (celular, tablet, desktop)sem afetar a experiência do usuário.

Resultados orgânicos

São os resultados que aparecem nas páginas dos buscadores de forma natural e sem pagar.

Robôs do Google ou GoogleBots

robot txt
fonte: freepik.com

Também conhecido como spiders ou simplesmente bots, são um programa que navega sistematicamente na World Wide Web para indexar e classificar informações.

SEO Off-page

ilustração de um notebook com páginas saindo da tela
fonte: freepik.com

Estratégia de SEO que visa a construção de autoridade a partir do relacionamento com outros sites.

Saiba mais em: https://www.expertamedia.com.br/seo/o-que-e-seo-off-page/

SEO On-page 

vetor de uma lupa em uma página de um site
fonte: freepik.com

Melhorias que fazemos no próprio site e conteúdo.

Saiba mais em: https://www.expertamedia.com.br/seo/seo-on-page/

SERP (Search Engine Results Page)

 

ilustração da serp
É em uma página semelhante a esta que seus resultados de busca são exibidos

Página de resultados dos motores de busca.

Sitemap

sitemap
fonte: freepik.com

Trata-se literalmente do mapa do seu site, no qual você indica aos crawlers do Google quais páginas deverão ser indexadas.

Tags

Marcações específicas de que hierarquizam os conteúdos no site.

Texto-âncora (anchor text)

texto âncora
fonte: freepik.com

Quando você navega por um texto em uma página de um site, muitas vezes você se depara com um hiperlink clicável. Por exemplo este aqui: EXPERTA MEDIA. Como o hiperlink está na palavras EXPERTA MEDIA, chamamos esta expressão de texto-âncora.

Title – Page Title

É uma marcação HTML que mostra o título de uma página aos  buscadores.

URL

É um caminho de um conteúdo de  um site.

301

Redirecionamento permanente que transfere a relevância da página antiga para a nova.

302

Redirecionamento temporário.

404

Página de Erro. Devemos evitar ter muitos 404 no nosso site; há formas de otimizar a página de erro. Saiba mais aqui.

Produção de conteúdo para blogs: por que você deve começar agora mesmo

Com tanta atenção voltada aos conteúdos de vídeos, podcasts, transmissões ao vivo, infográficos e outras ferramentas usadas no ambiente virtual para alcançar e converter leads, você pode pensar que os blogs estão ultrapassados. Mas isso é um engano, pois a produção de conteúdo para blogs é uma solução indispensável para as estratégias de marketing de conteúdo e deve ser a base online para o seu negócio.

Se você ainda acredita que o blog não é essencial para o seu marketing de conteúdo, continue lendo este artigo.

Falaremos sobre os seguintes tópicos:

  • os aspectos favoráveis dos blogs para que agências, marcas pessoais e empresas analisem o assunto;
  • por que incluir a produção de conteúdo para blogs na sua estratégia de conteúdo.

Boa leitura!

3 vantagens de investir em produção de conteúdo para blog

O formato de artigo é o mais utilizado neste canal, mas nada impede que outros formatos possam ser explorados para enriquecer o conteúdo. Por isso o blog é e continuará sendo um plano essencial para atingir seu público, já que é bem versátil.

Confira outras vantagens e veja porque você deve envolver o blog em suas estratégias:

  • O blog é uma tática de marketing de conteúdo relevante. Segundo a Content Trends 2019, pesquisa que analisa as tendências de marketing de conteúdo no Brasil, os posts em blogs respondem por 64,5% das táticas de Marketing de Conteúdo mais utilizadas nas agências, perdendo apenas das redes sociais, com 87,4% da preferência. Para deixar mais claro os números desse estudo, os vídeos têm uma parcela de 52,8% de adesão.
  • Você tem uma chance maior de ter uma boa classificação nos mecanismos de pesquisa (SERPs) se apresentar um blog como parte do seu site;
  • As empresas que usam blogs como parte de seu mix de marketing de conteúdo obtêm mais leads do que aquelas que não usam. O blog corporativo pode ser um canal de alta performance para estreitar o relacionamento das empresas com seus clientes.

10 motivos pelos quais os blogs devem fazer parte da sua estratégia de conteúdo:

ilustração de uma mão fazendo sinal positivo
fonte: flaticon.com

1. Os blogs são importantes para o detalhar e fornecer informações

ilustração de personagem com características masculinas sentado em uma escrivaninha interagindo com 4 telas um páginas de sites abertas
fonte: freepik.com

A publicação de conteúdo de forma longa tem um desempenho sistemático. Isso tem valor para o usuário, especialmente porque o próprio Google indica que até 10% das necessidades diárias de informações de suas pesquisas envolvem aprendizado sobre um tópico amplo.

2. Um blog pode ser a melhor e mais confiável fonte de informação online

ilustração de um texto em uma tela de computador
fonte: flaticon.com

O conteúdo escrito traz a personalidade de uma marca ou serviço e é o espaço onde uma empresa pode identificar os problemas e preocupações do seu público. Através do blog é possível saber quão agradável é sua marca e o que o diferencia da concorrência.

3. Os blogs direcionam tráfego para o seu site

ilustração de uma página de um site em uma tela de computador com elementos de link building ao redor
fonte: freepik.com

Uma vez que contenha artigos com palavras-chave do seu nicho, valiosos para qualquer campanha de otimização de mecanismo de pesquisa (SEO). Este ponto fundamental para o SEO (Search Engine Optimization) deve, inclusive, ter uma abordagem de destaque.

As palavras-chave são o meio pelo qual os usuários conseguem encontrar respostas para suas buscas no Google. Quanto mais seu conteúdo aparecer nos resultados dos mecanismos de pesquisa, mais tráfego obterá o seu site e mais leads será gerado para o seu negócio.

E você pode chegar lá usando palavras-chave no conteúdo do seu blog. Portanto, saber usar as palavras-chave é metade do caminho para ter um blog de sucesso e elencar seu site nas buscas do Google.

4. Os blogs incentivam os backlinks

ilustração de laptop conectando a 3 páginas suspensas
fonte: freepik.com

As empresas que contam com postagens em um blog vinculado ao seu site recebem mais links do que aquelas que não o fazem. Essa é uma estatística bastante impressionante. Inbound links (hiperlinks que retornam ao seu conteúdo) são a força vital de qualquer site. Eles são os bens mais valiosos da Internet, pois backlinks de alta qualidade apontados para o seu site conferem a você uma classificação mais alta nos resultados dos mecanismos de pesquisa (SERPs).

Quanto mais conteúdo de valor você posta em seu blog, maiores são as chances de você obter backlinks de qualidade de sites externos.

5. Uma postagem exclusiva e atual no seu blog é uma ótima oportunidade para gerar comentários e discussões com os leitores

ilustração de um laptop com uma folha com texto na frente e uma mulher sentada
fonte: freepik.com

Portanto, além das mídias sociais, você pode se valer dele para a interação com os seus clientes e seguidores.

Para isso, é interessante ter uma seção de comentários aberta. Isso permite que seu público-alvo comente e dê feedback sobre assuntos do blog. Incentive seus leitores a compartilhar uma postagem que eles achem interessante. Isso pode ser ativado com opções para compartilhamento nas mídias sociais ou o envio por e-mail. Se as seções de comentários não forem uma opção viável, a vinculação a um fórum permitirá discussões sobre tópicos relacionados.

6. Os blogs são essenciais para o sucesso nas mídias sociais

mãos ilustradas segurando celulares e likes e simulação de comentários na saindo das telas
fonte: freepik.com

Embora essas duas ferramentas da Internet já tenham sido vistas com diferença – os blogs eram onde se encontrava o conteúdo sério e de formato longo, enquanto na mídia social o conteúdo ganhava um tom mais descontraído –, agora isso não é mais relevante. O seu blog é promovido nas mídias sociais, enriquecendo a experiência de seus seguidores através dos artigos publicados nele.

7. O seu blog pode funcionar como a melhor ferramenta de publicidade

ilustração de uma mulher interagindo com um rank em uma tela de celular
fonte: freepik.com

A maioria dos clientes usam o blog da empresa para descobrir mais sobre um produto ou serviço, com resultados muito melhores do que um banner na Web. Sem um blog para promover seu negócio nas redes sociais, você está perdendo uma oportunidade de criar envolvimento de alta qualidade com seu público.

8. Os blogs evoluíram para muito mais do que um simples porta-voz da empresa para a agenda de marketing

ilustração de uma tela de computador com uma página aberta e duas mulheres na frente interagindo com a cena
fonte: freepik.com

Agora, os leitores esperam encontrar histórias francas e transparentes em seu blog, em conteúdos que forneçam informações valiosas. Portanto, concentre-se na produção de conteúdo valioso e aprofundado no seu blog, fazendo dele parte da sua estratégia de marketing digital.

9. Pense que o maior benefício do blog é que todo tráfego que você consegue gerar depende só de você

ilustração de mulher em uma régua manuseando uma espécie de régua de pontuação em uma parede
fonte: freepik.com

Sua audiência não ficará refém de outra plataforma, como acontece nas redes sociais. O simples fato de fazer uma boa postagem impulsiona o tráfego do seu site. Para as equipes de marketing de conteúdo, os blogs também são muito mais gerenciáveis ​​e acessíveis do que outros tipos de conteúdo.

10. As postagens do blog ajudam a construir um conteúdo que resiste ao teste do tempo

ilustração de um relógio representando tempo
fonte: flaticon.com

Você apenas precisa mantê-lo atualizado aos olhos do seu leitor e do Google. Para isso, existem ferramentas que você pode utilizar para encontrar as postagens que estão perdendo tráfego de pesquisa e classificações. Atualize essas postagens com informações recentes, novas imagens ou mais palavras, editando seu conteúdo regularmente.

Existem muitos outros tipos de conteúdo que você pode criar, mas os blogs suportam todas as suas estratégias de marketing. Por quê? Porque o blog é como um “hub” de conteúdo. Você pode usá-lo para compartilhar os outros tipos de conteúdo que está criando, como um podcast, um vídeo do Youtube, um infográfico, um guia, entre outros. Sem um blog de alta qualidade, você perde a chance de aumentar sua marca, aumentar o tráfego do site e promover suas ofertas.

Tem alguma dúvida sobre a elaboração de uma estratégia de conteúdo para o seu blog? Sinta-se à vontade para falar na seção de comentários abaixo.

Se você deseja contar com ajuda profissional em relação a blog posts para a sua estratégia de conteúdo, fale conosco!

O que são links nofollow?

Quem investe na construção de autoridade de domínio utilizando uma estratégia de link building provavelmente já ouviu falar em links NoFollow, diferentes dos links DoFollow. Entender essa diferença é primordial para fazer um trabalho de construção de links assertivo e eficiente. Neste artigo, você vai entender de uma vez por todas o que o atributo NoFollow significa e como ele pode impactar sua estratégia de crescimento. Além disso, vamos falar sobre:

  • Quais são os tipos de links que seu site pode receber
  • Como identificar um link NoFollow
  • Como o recebimento de um link com atributo NoFollow pode ser interpretado pelo Google.

Tipos de links: DoFollow e NoFollow

atributos nofollow e dofollow em links
os atributos nofollow e dofollow tem a ver com autoridade de domínio

É normal na rotina de quem trabalha com SEO analisar minuciosamente cada aspecto do site. Afinal, os motores de busca são como robôs lendo essas informações, e com os links não poderia ser diferente. É por meio deles que ocorre uma das mais intrigantes e eficientes relações do ambiente digital: a transmissão, ou doação, de autoridade. Trata-se de uma métrica muito importante para quem deseja se destacar na Internet. Autoridade de domínio: construindo backlinks.

A autoridade de domínio é um dos principais fatores que o Google leva em conta na hora de organizar os resultados de sua busca. Ele apresenta os sites que julga mais capazes de responder ao que foi solicitado no topo dos resultados, facilitando o clique.

Ou seja, ele elenca as páginas em uma ordem hierárquica, de acordo com o que considera mais relevante.

Dessa forma, o motor de busca garante que as pessoas que fazem pesquisas tenham uma experiência agradável, e continuem fazendo isso sempre que precisarem.

Uma boa autoridade on-line é criada quando o seu site é citado como referência por outros sites, mais ou menos como acontece no caso de uma indicação boca a boca, trazendo para a vida “analógica”. No ambiente digital, essa referência é expressa pelos links.

DoFollow ou NoFollow?

link nofollow link dofollow
links com atributos dofollow e nofollow

Quando essa menção ocorre naturalmente, o Google entende que existe entre os sites uma relação de confiança. É por isso que o link natural é sempre DoFollow.

O link NoFollow possui uma modificação no código HTML (a tag “nofollow” junto ao link), que indica ao Google que ele não deve segui-lo. Ou seja, que o site que fez a referência não endossa o link. Com isso, o site referenciado deixa de ganhar toda a autoridade que poderia.

Alguns sites, principalmente os grandes portais de notícias, optam por sempre inserir links com a tag NoFollow. Eles alegam que não há tempo suficiente para checar com cuidado todos os sites para os quais eles apontariam, e por isso, preferem padronizar os links dessa forma.

Essa não é a prática mais indicada pelo Google – que tende a desconfiar de comportamentos padronizados demais. Mas não é necessariamente ruim para um site receber um link NoFollow. Essa crença foi mantida por muito tempo, mas foi desmentida recentemente em um chat do SEM Rush.

Como identificar links NoFollow?

ilustração de um ponto de interrogação vermelho
fonte: freepik.com

Se você recebeu um link para o seu site e não sabe se ele possui o atributo NoFollow ou não, há duas formas de investigar:

  • Clicando com o botão direito do mouse em qualquer lugar dá página onde o link foi inserido e selecionando a opção “visualizar código-fonte”. Em seguida, faça uma busca pelo termo “nofollow” utilizando as teclas ctrl + F do teclado.
  • Utilizando a ferramenta de SEO MOZ Bar em seu navegador. A ferramenta faz uma leitura de todos os links encontrados em uma página em segundos, classificando por tipo.

Links NoFollow também trazem benefícios?

ilustração do que são backlinks
ilustração por Experta Media

O atributo NoFollow existe, na verdade, para inibir links não naturais.

Mas isso não significa que se você receber um link com tag NoFollow você foi enquadrado em uma dessas situações e será penalizado por isso.

A verdade é que mesmo não sendo a opção ideal em termos de transferência de autoridade, um link NoFollow não deixa de referenciar o seu site de alguma forma. Em outras palavras, é melhor ganhar um link NoFollow do que não ganhar link algum.

Como falamos neste post, nas mudanças que o Google promoveu em março de 2020, o buscador passou a considerar os atributos nofollow, o que significa que poderá contar um link nofollow como crédito, como parte da análise de spam ou para outros fins de classificação.

Confira a seguir alguns benefícios que os links NoFollow podem trazer:

Mais tráfego

aumento do tráfego orgânico no site
tráfego orgânico significa acessos que ocorreram naturalmente devido a linkagem que sua página recebeu

Principalmente quando o link é inserido em portais de grande alcance, o tráfego orgânico para o seu site costuma aumentar consideravelmente quando a associação é feita. O que nos leva ao próximo tópico.

Maior exposição da sua marca

visibilidade de marca
reconhecimento de marca gera visibilidade e pode gerar mais acessos ao site

 

Seu site ganha reconhecimento de pessoas que (ainda) não fazem parte do seu público. Quanto mais o nome da sua marca aparece por aí, maior é a sensação de confiança que vai sendo construída.

Maior facilidade na negociação

negociação em veículos
links nofollow geram publicações, sem prejudicar sua autoridade web

Quando você está aberto a receber qualquer tipo de link, NoFollow ou DoFollow, fica mais fácil negociar a publicação de artigos em sites de terceiros. Basta escrever um artigo original, com embasamento e informações que agreguem conhecimento ao público leitor e meio caminho estará andado. Além disso, é importante que ter o texto otimizado para SEO.

Não tenha medo do link NoFollow! Ele faz parte do caminho de construção da autoridade do seu site.